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Sinais, Sintomas e Doenças
A uropatia obstrutiva é uma condição em que há bloqueio do fluxo urinário, levando ao aumento da pressão nas vias urinárias e possível dano renal1 progressivo. As causas são múltiplas, desde cálculos e hiperplasia2 prostática até tumores e malformações3, com manifestações que variam de dor lombar a insuficiência renal4. O diagnóstico5 precoce e o alívio rápido da obstrução são fundamentais para evitar complicações graves e preservar a função renal1.
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O vólvulo intestinal é uma emergência1 caracterizada pela torção2 de uma alça intestinal, levando à obstrução e ao risco de isquemia3 e necrose4. Afeta mais frequentemente o cólon5 sigmoide6 e pode estar associado a fatores como constipação7 crônica, megacólon8 e anomalias congênitas9. Os sintomas10 incluem dor abdominal intensa, distensão, obstipação11 e sinais12 sistêmicos13 em casos graves. O diagnóstico14 é feito por imagem e o tratamento precoce é essencial para evitar complicações graves.
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A asterixis é um sinal1 neurológico caracterizado por lapsos breves do tônus muscular2, geralmente indicando encefalopatia3 metabólica ou tóxica. Está mais frequentemente associada à encefalopatia3 hepática4, mas também ocorre em insuficiência renal5, distúrbios respiratórios, alterações metabólicas e lesões6 cerebrais. O tratamento consiste na correção da causa subjacente, sendo sua identificação precoce essencial para evitar complicações graves.
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A síndrome1 do vômito2 cíclico é um distúrbio funcional caracterizado por episódios recorrentes e intensos de náuseas3 e vômitos4, intercalados por períodos completamente assintomáticos. A condição está associada a mecanismos neurogastrointestinais complexos, com relação frequente com enxaqueca5, disfunção autonômica e fatores genéticos. O diagnóstico6 é clínico, baseado em critérios padronizados e na exclusão de outras causas de vômitos4 recorrentes.
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A insensibilidade congênita1 à dor, também dita analgesia congênita1, é uma condição extraordinariamente rara na qual uma pessoa, desde o nascimento, é incapaz de sentir dor física. Afeta poucos indivíduos, mas com ampla distribuição pelo mundo. Pessoas com essa condição podem sentir a diferença entre algo afiado e algo sem ponta, e entre quente e frio, mas não podem sentir, por exemplo, a dor de uma bebida quente queimando sua língua2.
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A paralisia1 cerebral em adultos refere-se a indivíduos que sobreviveram à infância com essa condição e que hoje enfrentam desafios específicos relacionados ao envelhecimento, à funcionalidade, à dor crônica e à participação social. Embora a lesão2 seja não progressiva, suas repercussões persistem ao longo da vida, exigindo acompanhamento contínuo e abordagem multidisciplinar, especialmente diante do aumento da expectativa de vida3 dessa população.
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A estomatite1 é uma inflamação2 da mucosa3 oral que pode causar dor, vermelhidão e feridas na boca4, sendo mais frequentemente causada por aftas, infecções5 virais (como herpes) ou infecções5 fúngicas6 (como candidíase7). O diagnóstico8 é clínico e baseado no exame da boca4, podendo exigir exames complementares em casos recorrentes ou persistentes. O tratamento depende da causa e pode incluir analgésicos9, corticosteroides tópicos, antivirais ou antifúngicos. Na maioria dos casos, a evolução é benigna, com cicatrização espontânea, embora episódios recorrentes ou persistentes exijam avaliação médica.
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A displasia1 fibrosa é uma doença óssea benigna causada por mutação2 somática no gene GNAS, que leva à substituição do osso normal por tecido3 fibro-ósseo frágil. Pode afetar um ou vários ossos, causando dor, deformidades e fraturas, ou ser assintomática. O diagnóstico4 é feito principalmente por exames de imagem e o tratamento é focado no controle da dor, prevenção de fraturas e correção de complicações. A maioria dos pacientes tem bom prognóstico5 com acompanhamento adequado.
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A síndrome1 de Kearns-Sayre é uma doença mitocondrial rara e progressiva que afeta principalmente os olhos2, os músculos3 e o coração4. Caracteriza-se por ptose5 e oftalmoplegia, retinopatia pigmentar e distúrbios de condução cardíaca, com início geralmente antes dos 20 anos de idade. O diagnóstico6 é confirmado por teste genético molecular e o monitoramento cardíaco é essencial. Não há cura, mas o acompanhamento adequado melhora a qualidade de vida e reduz o risco de complicações.
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A púrpura1 trombocitopênica trombótica2 é uma doença hematológica rara, com formação de microtrombos na microcirculação. Resulta de deficiência acentuada da enzima3 ADAMTS13, levando à trombocitopenia4 e anemia hemolítica5 microangiopática. Pode comprometer órgãos vitais, especialmente sistema nervoso central6 e coração7. Essa condição configura uma emergência8 médica, cujo prognóstico9 depende do diagnóstico10 e tratamento precoces.
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