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Quando microtrombos ameaçam órgãos vitais - conheça a púrpura trombocitopênica trombótica

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O que é a púrpura1 trombocitopênica trombótica2?

A púrpura1 trombocitopênica trombótica2 (PTT) é uma doença hematológica rara, grave e potencialmente fatal, de início geralmente abrupto e curso clínico fulminante, sendo considerada uma emergência3 médica.

Caracteriza-se pela formação disseminada de microtrombos ricos em plaquetas4 na microcirculação, decorrente de disfunção grave do sistema regulador do fator de von Willebrand, o que leva à redução da perfusão tecidual e pode comprometer órgãos vitais, especialmente sistema nervoso central5, coração6 e rins7, originando manifestações clínicas relacionadas a esses órgãos.

Quais são as causas da púrpura1 trombocitopênica trombótica2?

Os microtrombos observados na PTT resultam de uma deficiência grave, congênita8 ou adquirida, da enzima9 ADAMTS13, uma metaloprotease responsável por clivar os multímeros ultragrandes do fator de von Willebrand (FvW). Na forma adquirida, que corresponde à maioria dos casos, essa deficiência decorre da produção de autoanticorpos inibidores contra a ADAMTS13. Na forma hereditária, também chamada de síndrome10 de Upshaw-Schulman, há mutações no gene da ADAMTS13, levando à produção insuficiente ou funcionalmente inadequada da enzima9.

A redução acentuada da atividade da ADAMTS13 impede a clivagem adequada dos multímeros do FvW, que permanecem excessivamente grandes e altamente trombogênicos, ligando-se de forma intensa às plaquetas4 e promovendo a formação espontânea de microtrombos, com consequente isquemia11 e dano aos órgãos-alvo.

Qual é o substrato fisiopatológico da púrpura1 trombocitopênica trombótica2?

O substrato fisiopatológico da PTT está centrado na deficiência crítica da ADAMTS13, enzima9 fundamental para a regulação da hemostasia12 primária. Em condições normais, a ADAMTS13 cliva os multímeros ultragrandes do fator de von Willebrand, limitando sua capacidade de promover adesão plaquetária excessiva. Na PTT, a ausência ou redução marcada dessa atividade enzimática faz com que esses multímeros permaneçam intactos na circulação13, aderindo de forma intensa às plaquetas4 e desencadeando a formação de microtrombos nos pequenos vasos.

Essa obstrução microvascular leva à isquemia11 tecidual, enquanto o consumo plaquetário resulta em trombocitopenia14 significativa. Além disso, a passagem dos eritrócitos15 através dos vasos parcialmente ocluídos causa fragmentação mecânica das hemácias16, originando uma anemia hemolítica17 microangiopática, caracterizada pela presença de esquistócitos no sangue18 periférico.

Leia sobre "Anemia hemolítica17", "Microangiopatias trombóticas19" e "Coagulopatias".

Quais são as características clínicas da púrpura1 trombocitopênica trombótica2?

A apresentação clínica da PTT é heterogênea e variável, não havendo um padrão sintomático20 uniforme. Os microtrombos podem acometer qualquer órgão, mas há predomínio do comprometimento neurológico e cardíaco, com envolvimento renal21 geralmente menos intenso quando comparado a outras microangiopatias trombóticas19.

Classicamente, a PTT foi descrita pela pêntade composta por febre22, trombocitopenia14, anemia hemolítica17 microangiopática, disfunção neurológica e disfunção renal21. Entretanto, a presença completa da pêntade é incomum, e o diagnóstico23 não deve depender dela.

As manifestações neurológicas são frequentes e podem incluir cefaleia24, confusão mental, déficits neurológicos focais, convulsões, vertigem25 e alteração do nível de consciência. Sintomas26 iniciais comuns incluem fadiga27, dispneia28, palidez, petéquias29 e equimoses30, embora o sangramento clinicamente significativo seja menos frequente, apesar da trombocitopenia14.

Dor abdominal pode ocorrer e está associada à isquemia11 mesentérica31 transitória. O envolvimento renal21 costuma ser leve a moderado, e o acometimento pulmonar é raro. O comprometimento cardíaco, evidenciado por elevação de troponina sérica, é relativamente comum e está associado a pior prognóstico32, mesmo na ausência de sintomas26 cardíacos evidentes.

Como o médico diagnostica a púrpura1 trombocitopênica trombótica2?

O diagnóstico23 da PTT baseia-se na combinação de achados clínicos e laboratoriais, uma vez que os sintomas26 podem ser inespecíficos nas fases iniciais. Os exames laboratoriais tipicamente demonstram trombocitopenia14 e anemia33, associadas a sinais34 de hemólise35 intravascular36, como elevação da lactato37 desidrogenase, aumento da bilirrubina38 indireta, redução da haptoglobina e presença de esquistócitos no esfregaço de sangue18 periférico. A identificação de esquistócitos é um achado fundamental no contexto de microangiopatia trombótica2.

A dosagem da atividade da ADAMTS13 é essencial para a confirmação diagnóstica, sendo valores inferiores a 10% fortemente sugestivos de PTT, especialmente quando associados a trombocitopenia14 e anemia hemolítica17. Embora reduções moderadas da atividade possam ocorrer em outras condições graves, como sepse39 ou neoplasias40 avançadas, a deficiência profunda é altamente característica da PTT.

Após a remissão clínica, a queda da atividade da ADAMTS13 para valores abaixo de 20% indica alto risco de recaída, mesmo na ausência de alterações hematológicas. A avaliação do comprometimento de órgãos-alvo pode incluir dosagem de troponina sérica e exames de imagem do sistema nervoso central5, conforme a apresentação clínica.

Como o médico trata a púrpura1 trombocitopênica trombótica2?

O tratamento da PTT deve ser iniciado imediatamente após a suspeita clínica, sem aguardar confirmação laboratorial definitiva. A base do tratamento é a troca plasmática terapêutica41 diária, especialmente na forma adquirida, procedimento que remove os autoanticorpos circulantes e fornece ADAMTS13 funcional por meio do plasma42 do doador. Na forma hereditária, o tratamento consiste principalmente na infusão de plasma fresco congelado43, que repõe a enzima9 ausente.

A troca plasmática é realizada em ambiente hospitalar, por meio de acesso venoso adequado, e deve ser mantida até a normalização da contagem plaquetária e dos marcadores de hemólise35. Quando a troca plasmática não está imediatamente disponível, o plasma fresco congelado43 pode ser utilizado como medida temporária.

O tratamento farmacológico adjuvante inclui corticosteroides sistêmicos44, utilizados para reduzir a produção de autoanticorpos, e agentes imunossupressores, como o rituximabe, especialmente em casos refratários45 ou recorrentes.

Em situações selecionadas e raras, a esplenectomia pode ser considerada, uma vez que o baço46 participa da produção de autoanticorpos e da destruição plaquetária, embora atualmente seja menos utilizada devido à eficácia das terapias imunomoduladoras modernas.

Como evolui a púrpura1 trombocitopênica trombótica2?

A evolução da PTT depende da rapidez do diagnóstico23 e do início do tratamento adequado. Com a terapia moderna, especialmente a troca plasmática associada à imunossupressão47, a taxa de sobrevida48 ultrapassa 80–90%. O tempo de recuperação varia conforme a gravidade inicial e a resposta terapêutica41, sendo comum a necessidade de dias a semanas de tratamento hospitalar.

Apesar da remissão clínica, a PTT é uma doença com risco de recorrência49, exigindo seguimento prolongado, monitorização da atividade da ADAMTS13 e vigilância clínica contínua. Pacientes submetidos à esplenectomia, quando indicada, geralmente necessitam de quatro a seis semanas para recuperação completa, além de cuidados específicos relacionados à função imunológica.

Veja também sobre "Doença de von Willebrand", "Coagulograma" e "Distúrbios da coagulação50 sanguínea".

 

Referências:

As informações veiculadas neste texto foram extraídas principalmente dos sites da U.S. National Library of Medicine e da Rede D’Or São Luiz.

ABCMED, 2026. Quando microtrombos ameaçam órgãos vitais - conheça a púrpura trombocitopênica trombótica. Disponível em: <https://abc.cxpass.net/p/sinais.-sintomas-e-doencas/1499555/quando-microtrombos-ameacam-orgaos-vitais-conheca-a-purpura-trombocitopenica-trombotica.htm>. Acesso em: 6 fev. 2026.
Nota ao leitor:
As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

Complementos

1 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
2 Trombótica: Relativo à trombose, ou seja, à formação ou desenvolvimento de um trombo (coágulo).
3 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
4 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
5 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
6 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
7 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
8 Congênita: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
9 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
10 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
11 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sanguíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais frequente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
12 Hemostasia: Ação ou efeito de estancar uma hemorragia; mesmo que hemóstase.
13 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
14 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
15 Eritrócitos: Células vermelhas do sangue. Os eritrócitos maduros são anucleados, têm forma de disco bicôncavo e contêm HEMOGLOBINA, cuja função é transportar OXIGÊNIO. Sinônimos: Corpúsculos Sanguíneos Vermelhos; Corpúsculos Vermelhos Sanguíneos; Corpúsculos Vermelhos do Sangue; Glóbulos Vermelhos; Hemácias
16 Hemácias: Também chamadas de glóbulos vermelhos, eritrócitos ou células vermelhas. São produzidas no interior dos ossos a partir de células da medula óssea vermelha e estão presentes no sangue em número de cerca de 4,5 a 6,5 milhões por milímetro cúbico, em condições normais.
17 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
18 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
19 Trombóticas: Relativo à trombose, ou seja, à formação ou desenvolvimento de um trombo (coágulo).
20 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
21 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
22 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
23 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
24 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
25 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
26 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
27 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
28 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
29 Petéquias: Pequenas lesões da pele ou das mucosas, de cor vermelha ou azulada, características da púrpura. São lesões hemorrágicas, que não desaparecem à pressão, cujo tamanho não ultrapassa alguns milímetros.
30 Equimoses: Manchas escuras ou azuladas devido à infiltração difusa de sangue no tecido subcutâneo. A maioria aparece após um traumatismo, mas pode surgir espontaneamente em pessoas que apresentam fragilidade capilar ou alguma coagulopatia. Após um período de tempo variável, as equimoses desaparecem passando por diferentes gradações: violácea, acastanhada, esverdeada e amarelada.
31 Mesentérica: Relativo ao mesentério, ou seja, na anatomia geral o mesentério é uma dobra do peritônio que une o intestino delgado à parede posterior do abdome.
32 Prognóstico: 1. Juízo médico, baseado no diagnóstico e nas possibilidades terapêuticas, em relação à duração, à evolução e ao termo de uma doença. Em medicina, predição do curso ou do resultado provável de uma doença; prognose. 2. Predição, presságio, profecia relativos a qualquer assunto. 3. Relativo a prognose. 4. Que traça o provável desenvolvimento futuro ou o resultado de um processo. 5. Que pode indicar acontecimentos futuros (diz-se de sinal, sintoma, indício, etc.). 6. No uso pejorativo, pernóstico, doutoral, professoral; prognóstico.
33 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
34 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
35 Hemólise: Alteração fisiológica ou patológica, com dissolução ou destruição dos glóbulos vermelhos do sangue causando liberação de hemoglobina. É também conhecida por hematólise, eritrocitólise ou eritrólise. Pode ser produzida por algumas anemias congênitas ou adquiridas, como consequência de doenças imunológicas, etc.
36 Intravascular: Relativo ao interior dos vasos sanguíneos e linfáticos, ou que ali se situa ou ocorre.
37 Lactato: Sal ou éster do ácido láctico ou ânion dele derivado.
38 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
39 Sepse: Infecção produzida por um germe capaz de provocar uma resposta inflamatória em todo o organismo. Os sintomas associados a sepse são febre, hipotermia, taquicardia, taquipnéia e elevação na contagem de glóbulos brancos. Pode levar à morte, se não tratada a tempo e corretamente.
40 Neoplasias: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
41 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
42 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
43 Plasma Fresco Congelado: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
44 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
45 Refratários: 1. Que resiste à ação física ou química. 2. Que resiste às leis ou a princípios de autoridade. 3. No sentido figurado, que não se ressente de ataques ou ações exteriores; insensível, indiferente, resistente. 4. Imune a certas doenças.
46 Baço:
47 Imunossupressão: Supressão das reações imunitárias do organismo, induzida por medicamentos (corticosteroides, ciclosporina A, etc.) ou agentes imunoterápicos (anticorpos monoclonais, por exemplo); que é utilizada em alergias, doenças autoimunes, etc. A imunossupressão é impropriamente tomada por alguns como sinônimo de imunodepressão.
48 Sobrevida: Prolongamento da vida além de certo limite; prolongamento da existência além da morte, vida futura.
49 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
50 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
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