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Declínio cognitivo em idosos

Declínio cognitivo em idosos

O declínio cognitivo1 em idosos abrange desde mudanças leves e normais do envelhecimento até alterações mais significativas, como o comprometimento cognitivo1 leve (CCL) e as demências. Suas causas incluem doenças neurodegenerativas, fatores vasculares2 e condições tratáveis, como depressão e deficiência de vitamina3 B12. O diagnóstico4 envolve avaliação clínica, testes cognitivos5 e, quando necessário, exames de imagem e biomarcadores. O tratamento é individualizado e a prevenção se faz por meio de atividade física, controle cardiovascular e estímulo social e intelectual, que desempenham papel central na saúde6 cerebral ao longo da vida.
1 Cognitivo: 1. Relativo ao conhecimento, à cognição. 2. Relativo ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
2 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
3 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
4 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
5 Cognitivos: 1. Relativo ao conhecimento, à cognição. 2. Relativo ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
6 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
Gordura visceral elevada: o perigo escondido na barriga que vai além da estética

Gordura visceral elevada: o perigo escondido na barriga que vai além da estética

A gordura1 visceral se acumula ao redor dos órgãos abdominais e, quando excessiva, aumenta o risco de diabetes2, doenças cardiovasculares3 e alterações no fígado4. Mesmo pessoas com peso considerado normal podem apresentar excesso desse tipo de gordura1 e maior risco metabólico. A circunferência da cintura é uma ferramenta simples para avaliação, enquanto exames de imagem e composição corporal podem ser úteis em situações específicas. Alimentação adequada, exercícios físicos e, quando indicados, medicamentos ou cirurgia podem reduzir a gordura1 visceral e suas complicações.
1 Gordura: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Os alimentos que fornecem gordura são: manteiga, margarina, óleos, nozes, carnes vermelhas, peixes, frango e alguns derivados do leite. O excesso de calorias é estocado no organismo na forma de gordura, fornecendo uma reserva de energia ao organismo.
2 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
3 Doenças cardiovasculares: Doença do coração e vasos sangüíneos (artérias, veias e capilares).
4 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
Dor na nádega que irradia para a perna? Conheça a síndrome piriforme

Dor na nádega que irradia para a perna? Conheça a síndrome piriforme

A síndrome1 piriforme ocorre quando o nervo ciático2 é irritado ou comprimido na região profunda da nádega, geralmente em sua relação com o músculo piriforme. O quadro provoca dor glútea que pode irradiar para a parte posterior da coxa3 e da perna, frequentemente piorando ao permanecer sentado por muito tempo. O diagnóstico4 é principalmente clínico e exige a exclusão de outras causas de ciatalgia, especialmente alterações da coluna lombar. O tratamento é predominantemente conservador, com fisioterapia5, exercícios e medicamentos, enquanto infiltrações e cirurgia ficam reservadas para casos selecionados.
1 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
2 Nervo ciático: Nervo ciático ou nervo isquiático é o principal nervo dos membros inferiores. É o maior nervo do organismo. Ele é responsável em grande parte pela inervação sensitiva, motora e das articulações dos membros inferiores.
3 Coxa: É a região situada abaixo da virilha e acima do joelho, onde está localizado o maior osso do corpo humano, o fêmur.
4 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
5 Fisioterapia: Especialidade paramédica que emprega agentes físicos (água doce ou salgada, sol, calor, eletricidade, etc.), massagens e exercícios no tratamento de doenças.
Zonulina intestinal: o que é e para que serve?

Zonulina intestinal: o que é e para que serve?

A zonulina é uma proteína que regula a permeabilidade1 da barreira intestinal por meio das junções de oclusão. Sua ativação excessiva está bem estabelecida na doença celíaca e tem sido associada a outras doenças, embora seu papel causal ainda não esteja comprovado na maioria delas. A dosagem de zonulina possui limitações e não é recomendada como exame diagnóstico2 de rotina. Quando alterada, o tratamento consiste em controlar a doença de base e adotar medidas que favoreçam a saúde3 intestinal, já que não existem terapias aprovadas para reduzir especificamente a zonulina.
1 Permeabilidade: Qualidade dos corpos que deixam passar através de seus poros outros corpos (fluidos, líquidos, gases, etc.).
2 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
3 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
Entenda os diferentes tipos de delírios e suas características clínicas

Entenda os diferentes tipos de delírios e suas características clínicas

Os delírios são crenças falsas, fixas e mantidas com convicção intensa, que persistem mesmo diante de evidências contrárias e não fazem parte das crenças culturais do indivíduo. Eles representam um dos principais sintomas1 dos transtornos psicóticos e podem ocorrer em diferentes doenças psiquiátricas e neurológicas. Os temas delirantes incluem perseguição, grandeza, referência, influência, ciúme, erotomania, alterações corporais, niilismo e culpa ou ruína. Reconhecer esses padrões é fundamental para o diagnóstico2 precoce, o tratamento adequado e a redução do risco de complicações.
1 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
2 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
Índice glicêmico ou carga glicêmica? Descubra qual realmente importa na sua alimentação

Índice glicêmico ou carga glicêmica? Descubra qual realmente importa na sua alimentação

Índice glicêmico e carga glicêmica são medidas que ajudam a prever como os alimentos ricos em carboidratos afetam os níveis de glicose1 no sangue2. Enquanto o índice glicêmico avalia a velocidade da resposta glicêmica, a carga glicêmica também considera a quantidade de carboidratos consumida. Juntos, esses conceitos auxiliam no controle do diabetes3, no manejo do peso e no planejamento da alimentação. Conhecer ambos permite fazer escolhas alimentares mais equilibradas e adequadas às necessidades de cada pessoa.
1 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
2 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
3 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
Neuralgia pós-herpética: por que a dor do herpes-zóster pode persistir por meses ou anos?

Neuralgia pós-herpética: por que a dor do herpes-zóster pode persistir por meses ou anos?

A neuralgia1 pós-herpética é uma dor neuropática2 crônica que pode persistir por meses ou anos após um episódio de herpes-zóster, principalmente em idosos. Ela resulta de lesão3 dos nervos causada pela reativação do vírus4 varicela5-zóster e compromete significativamente a qualidade de vida. O diagnóstico6 é clínico e o tratamento baseia-se em medicamentos para dor neuropática2, terapias complementares e acompanhamento individualizado. A vacinação contra o herpes-zóster é a principal estratégia para prevenir essa complicação.
1 Neuralgia: Dor aguda produzida pela irritação de um nervo. Caracteriza-se por ser muito intensa, em queimação, pulsátil ou semelhante a uma descarga elétrica. Suas causas mais freqüentes são infecção, lesão metabólica ou tóxica do nervo comprometido.
2 Neuropática: Referente à neuropatia, que é doença do sistema nervoso.
3 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
4 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
5 Varicela: Doença viral freqüente na infância e caracterizada pela presença de febre e comprometimento do estado geral juntamente com a aparição característica de lesões que têm vários estágios. Primeiro são pequenas manchas avermelhadas, a seguir formam-se pequenas bolhas que finalmente rompem-se deixando uma crosta. É contagiosa, mas normalmente não traz maiores conseqüências à criança. As bolhas e suas crostas, se não sofrerem infecção secundária, não deixam cicatriz.
6 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
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