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Visão cega: entendendo a rara condição em que a pessoa reage ao que não vê

Visão cega: entendendo a rara condição em que a pessoa reage ao que não vê

A visão1 cega é uma condição neurológica rara em que a pessoa perde a percepção consciente da visão1, mas ainda consegue responder inconscientemente a estímulos visuais. Ela geralmente ocorre após lesões2 no córtex visual do cérebro3, especialmente após AVC ou traumatismos cranianos. O diagnóstico4 envolve testes neuropsicológicos especializados, e a reabilitação neurovisual pode ajudar na adaptação funcional e na qualidade de vida.
1 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
2 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
3 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
4 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
Como a dieta MIND une alimentação e saúde cerebral para reduzir o risco de demência e preservar a memória

Como a dieta MIND une alimentação e saúde cerebral para reduzir o risco de demência e preservar a memória

A dieta MIND é um padrão alimentar inspirado nas dietas mediterrânea e DASH, desenvolvido para promover saúde1 cerebral e reduzir o risco de declínio cognitivo2. Ela prioriza o consumo de vegetais, frutas vermelhas, azeite de oliva, peixes, grãos integrais e oleaginosas, enquanto limita a ingestão de ultraprocessados, frituras e gorduras saturadas3. Estudos sugerem associação entre maior adesão à dieta e melhor envelhecimento cerebral, embora ainda sejam necessários mais ensaios clínicos4 para confirmação definitiva.
1 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
2 Cognitivo: 1. Relativo ao conhecimento, à cognição. 2. Relativo ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
3 Gorduras saturadas: Elas são encontradas principalmente em produtos de origem animal. Em temperatura ambiente, apresentam-se em estado sólido. Estão nas carnes vermelhas e brancas (principalmente gordura da carne e pele das aves e peixes), leite e seus derivados integrais (manteiga, creme de leite, iogurte, nata) e azeite de dendê.
4 Ensaios clínicos: Há três fases diferentes em um ensaio clínico. A Fase 1 é o primeiro teste de um tratamento em seres humanos para determinar se ele é seguro. A Fase 2 concentra-se em saber se um tratamento é eficaz. E a Fase 3 é o teste final antes da aprovação para determinar se o tratamento tem vantagens sobre os tratamentos padrões disponíveis.
Doença do núcleo central: sintomas, causas, diagnóstico e tratamento da miopatia congênita

Doença do núcleo central: sintomas, causas, diagnóstico e tratamento da miopatia congênita

A Doença do Núcleo Central é uma miopatia1 congênita2 rara causada, principalmente, por mutações no gene RYR1, responsável pela regulação do cálcio muscular. A doença provoca fraqueza muscular, hipotonia3 e atraso no desenvolvimento motor, com intensidade variável entre os pacientes. O diagnóstico4 envolve avaliação clínica, testes genéticos, biópsia5 muscular e exames de imagem muscular. O tratamento é multidisciplinar e inclui fisioterapia6, acompanhamento ortopédico e suporte respiratório quando necessário. Pacientes também apresentam risco aumentado de hipertermia maligna durante anestesias, exigindo cuidados específicos.
1 Miopatia: Qualquer afecção das fibras musculares, especialmente dos músculos esqueléticos.
2 Congênita: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
3 Hipotonia: 1. Em biologia, é a condição da solução que apresenta menor concentração de solutos do que outra. 2. Em fisiologia, é a redução ou perda do tono muscular ou a redução da tensão em qualquer parte do corpo (por exemplo, no globo ocular, nas artérias, etc.)
4 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
5 Biópsia: 1. Retirada de material celular ou de um fragmento de tecido de um ser vivo para determinação de um diagnóstico. 2. Exame histológico e histoquímico. 3. Por metonímia, é o próprio material retirado para exame.
6 Fisioterapia: Especialidade paramédica que emprega agentes físicos (água doce ou salgada, sol, calor, eletricidade, etc.), massagens e exercícios no tratamento de doenças.
Parvovírus B19: tudo o que você precisa saber sobre o eritema infeccioso

Parvovírus B19: tudo o que você precisa saber sobre o eritema infeccioso

O eritema1 infeccioso, ou quinta doença, é uma infecção2 viral causada pelo parvovírus B19. Sua ocorrência é comum na infância e é marcada pelo exantema3 em “face esbofeteada”. Embora geralmente seja leve e autolimitado, o eritema1 infeccioso pode causar complicações importantes em gestantes, imunocomprometidos e pacientes com anemias hemolíticas. O diagnóstico4 costuma ser clínico e o tratamento é baseado em medidas de suporte e controle dos sintomas5.
1 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
2 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
3 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
4 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
5 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
Corrida para iniciantes: como começar com segurança e melhorar a saúde

Corrida para iniciantes: como começar com segurança e melhorar a saúde

A corrida é uma atividade física acessível e eficaz para melhorar o condicionamento cardiovascular, auxiliar no controle do peso e promover bem-estar físico e mental. Para iniciantes, o ideal é começar gradualmente, com avaliação médica quando necessário, aquecimento adequado e escolha correta de calçados e rotina de treino. A prática regular oferece diversos benefícios à saúde1, mas também exige atenção à hidratação, recuperação e prevenção de lesões2. Com orientação adequada e progressão segura, a corrida pode ser incorporada à rotina de pessoas de diferentes idades e níveis de condicionamento físico.
1 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
2 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
Aspiração brônquica - um problema comum e potencialmente grave!

Aspiração brônquica - um problema comum e potencialmente grave!

A aspiração brônquica ocorre quando substâncias como alimentos, líquidos ou secreções entram nas vias aéreas inferiores, podendo causar inflamação1, infecção2 ou obstrução. É mais comum em pessoas com disfagia3, doenças neurológicas ou rebaixamento do nível de consciência, podendo ocorrer de forma aguda ou silenciosa. O tratamento depende da gravidade e inclui suporte respiratório, antibióticos quando indicados e correção da causa predisponente.
1 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
2 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
3 Disfagia: Sensação consciente da passagem dos alimentos através do esôfago. Pode estar associado a doenças motoras, inflamatórias ou tumorais deste órgão.
Presbiacusia: como a audição muda na terceira idade e o que pode ser feito?

Presbiacusia: como a audição muda na terceira idade e o que pode ser feito?

A presbiacusia1 é uma perda auditiva neurossensorial progressiva relacionada ao envelhecimento, caracterizada principalmente pela dificuldade de compreender a fala, sobretudo em ambientes ruidosos. Resulta de alterações degenerativas2 na cóclea, no nervo auditivo e nas vias centrais, com influência de fatores genéticos e ambientais.
1 Presbiacusia: Perda da acuidade auditiva associada ao envelhecimento.
2 Degenerativas: Relativas a ou que provocam degeneração.
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