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A relação entre saúde bucal e doenças do coração

A relação entre saúde bucal e doenças do coração

A saúde1 bucal vai muito além dos dentes e pode influenciar diretamente a saúde1 do coração2. Doenças periodontais3, especialmente a periodontite, favorecem inflamação4 sistêmica e podem aumentar o risco de problemas cardiovasculares, como infarto5 e endocardite6 infecciosa. Bons hábitos de higiene oral, acompanhamento odontológico regular e controle dos fatores de risco cardiovasculares ajudam a proteger todo o organismo. Cuidar da boca7 é uma importante estratégia de prevenção e promoção da saúde1.
1 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
2 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
3 Periodontais: Relativo ao ou próprio do tecido em torno dos dentes, o periodonto. O periodonto é o tecido conjuntivo que fixa o dente no alvéolo.
4 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
5 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
6 Endocardite: Inflamação aguda ou crônica do endocárdio. Ela pode estar preferencialmente localizada nas válvulas cardíacas (endocardite valvular) ou nas paredes cardíacas (endocardite parietal). Pode ter causa infecciosa ou não infecciosa.
7 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
Sangramento retal após radioterapia: quando pensar em retite actínica?

Sangramento retal após radioterapia: quando pensar em retite actínica?

A retite1 actínica2 é uma inflamação3 do reto4 causada pela radioterapia5 pélvica6, sendo uma complicação relativamente frequente no tratamento de cânceres como os de próstata7, colo do útero8, reto4 e bexiga9. Pode ocorrer de forma aguda, durante ou logo após a radioterapia5, ou de forma crônica, meses ou anos depois, causando sintomas10 como sangramento retal, dor, diarreia11, urgência12 evacuatória e, nos casos mais graves, estenoses13, fístulas14 e anemia15. O diagnóstico16 baseia-se na história de radioterapia5 e na avaliação endoscópica, e o tratamento varia conforme a gravidade, incluindo medidas de suporte, medicamentos tópicos, coagulação17 endoscópica com plasma18 de argônio, oxigenoterapia hiperbárica19 e, em casos selecionados, cirurgia.
1 Retite: Inflamação do reto ou da mucosa retal, ou seja, é uma inflamação da parede que reveste o interior do reto. O reto é uma das quatro partes do intestino grosso (ceco, cólon, reto e ânus).
2 Actínica: Referente às radiações capazes de ativar transformações químicas em certas substâncias (por exemplo, a luz do sol ao incidir sobre o tecido humano ou vegetal).
3 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
4 Reto: Segmento distal do INTESTINO GROSSO, entre o COLO SIGMÓIDE e o CANAL ANAL.
5 Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
6 Pélvica: Relativo a ou próprio de pelve. A pelve é a cavidade no extremo inferior do tronco, formada pelos dois ossos do quadril (ilíacos), sacro e cóccix; bacia. Ou também é qualquer cavidade em forma de bacia ou taça (por exemplo, a pelve renal).
7 Próstata: Glândula que (nos machos) circunda o colo da BEXIGA e da URETRA. Secreta uma substância que liquefaz o sêmem coagulado. Está situada na cavidade pélvica (atrás da parte inferior da SÍNFISE PÚBICA, acima da camada profunda do ligamento triangular) e está assentada sobre o RETO.
8 Colo do útero: Porção compreendendo o pescoço do ÚTERO (entre o ístmo inferior e a VAGINA), que forma o canal cervical.
9 Bexiga: Órgão cavitário, situado na cavidade pélvica, no qual é armazenada a urina, que é produzida pelos rins. É uma víscera oca caracterizada por sua distensibilidade. Tem a forma de pêra quando está vazia e a forma de bola quando está cheia.
10 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
11 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
12 Urgência: 1. Necessidade que requer solução imediata; pressa. 2. Situação crítica ou muito grave que tem prioridade sobre outras; emergência.
13 Estenoses: Estreitamentos patológicos de um conduto, canal ou orifício.
14 Fístulas: Comunicação anormal entre dois órgãos ou duas seções de um mesmo órgão entre si ou com a superfície. Possui um conduto de paredes próprias.
15 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
16 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
17 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
18 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
19 Hiperbárica: 1. Superior à pressão atmosférica. Que utiliza um ou mais gases, geralmente entre eles está o oxigênio, sob uma pressão superior à normal. 2. Em medicina, significa de peso específico maior que o do líquido cerebrospinal (diz-se de solução anestésica ou de qualquer outro produto aplicado à medula espinhal).
Síndrome de Pfeiffer: o que é, sintomas, causas, diagnóstico e tratamento

Síndrome de Pfeiffer: o que é, sintomas, causas, diagnóstico e tratamento

A síndrome1 de Pfeiffer é uma doença genética rara caracterizada pelo fechamento precoce das suturas2 do crânio3, associado a alterações da face4, das mãos5 e dos pés. O diagnóstico6 combina avaliação clínica, exames de imagem e testes genéticos. O tratamento é multidisciplinar e frequentemente envolve cirurgias para corrigir as deformidades e prevenir complicações. O acompanhamento precoce melhora a qualidade de vida e reduz o risco de sequelas7 neurológicas, respiratórias, visuais e auditivas.
1 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
2 Suturas: 1. Ato ou efeito de suturar. 2. Costura que une ou junta partes de um objeto. 3. Na anatomia geral, é um tipo de articulação fibrosa, em que os ossos são mantidos juntos por várias camadas de tecido conjuntivo denso; comissura (ocorre apenas entre os ossos do crânio). 4. Na anatomia botânica, é uma linha de espessura variável que se forma na região de fusão dos bordos de um carpelo (ou de dois ou mais carpelos concrescentes). 5. Em cirurgia, ato ou efeito de unir os bordos de um corte, uma ferida, uma incisão, com agulha e linha especial, para promover a cicatrização. 6. Na morfologia zoológica, nos insetos, qualquer sulco externo semelhante a uma linha.
3 Crânio: O ESQUELETO da CABEÇA; compreende também os OSSOS FACIAIS e os que recobrem o CÉREBRO. Sinônimos: Calvaria; Calota Craniana
4 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
5 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
6 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
7 Sequelas: 1. Na medicina, é a anomalia consequente a uma moléstia, da qual deriva direta ou indiretamente. 2. Ato ou efeito de seguir. 3. Grupo de pessoas que seguem o interesse de alguém; bando. 4. Efeito de uma causa; consequência, resultado. 5. Ato ou efeito de dar seguimento a algo que foi iniciado; sequência, continuação. 6. Sequência ou cadeia de fatos, coisas, objetos; série, sucessão. 7. Possibilidade de acompanhar a coisa onerada nas mãos de qualquer detentor e exercer sobre ela as prerrogativas de seu direito.
Paquidermoperiostose - a doença rara que modifica a pele, os dedos e os ossos

Paquidermoperiostose - a doença rara que modifica a pele, os dedos e os ossos

A paquidermoperiostose é uma doença genética rara caracterizada por espessamento da pele1, baqueteamento digital e formação anormal de osso ao redor dos ossos longos2. Geralmente surge na adolescência, evolui lentamente por alguns anos e depois tende a estabilizar-se. O diagnóstico3 é clínico, complementado por exames de imagem e, quando disponível, testes genéticos, sendo fundamental excluir causas secundárias de osteoartropatia hipertrófica.
1 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
2 Ossos longos: Exemplo: Fêmur
3 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
Doenças metabólicas hereditárias e adquiridas: entenda as diferenças e quando suspeitar

Doenças metabólicas hereditárias e adquiridas: entenda as diferenças e quando suspeitar

As doenças metabólicas são alterações que comprometem os processos responsáveis por transformar nutrientes em energia e manter o funcionamento normal do organismo. Elas podem ser hereditárias, geralmente raras e presentes desde o nascimento, ou adquiridas ao longo da vida, como diabetes tipo 21, obesidade2 e dislipidemias. O diagnóstico3 precoce e o tratamento adequado são fundamentais para prevenir complicações e melhorar a qualidade de vida.
1 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
2 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.
3 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
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