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Corrida para iniciantes: como começar com segurança e melhorar a saúde

Corrida para iniciantes: como começar com segurança e melhorar a saúde

A corrida é uma atividade física acessível e eficaz para melhorar o condicionamento cardiovascular, auxiliar no controle do peso e promover bem-estar físico e mental. Para iniciantes, o ideal é começar gradualmente, com avaliação médica quando necessário, aquecimento adequado e escolha correta de calçados e rotina de treino. A prática regular oferece diversos benefícios à saúde1, mas também exige atenção à hidratação, recuperação e prevenção de lesões2. Com orientação adequada e progressão segura, a corrida pode ser incorporada à rotina de pessoas de diferentes idades e níveis de condicionamento físico.
1 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
2 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
Aspiração brônquica - um problema comum e potencialmente grave!

Aspiração brônquica - um problema comum e potencialmente grave!

A aspiração brônquica ocorre quando substâncias como alimentos, líquidos ou secreções entram nas vias aéreas inferiores, podendo causar inflamação1, infecção2 ou obstrução. É mais comum em pessoas com disfagia3, doenças neurológicas ou rebaixamento do nível de consciência, podendo ocorrer de forma aguda ou silenciosa. O tratamento depende da gravidade e inclui suporte respiratório, antibióticos quando indicados e correção da causa predisponente.
1 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
2 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
3 Disfagia: Sensação consciente da passagem dos alimentos através do esôfago. Pode estar associado a doenças motoras, inflamatórias ou tumorais deste órgão.
Presbiacusia: como a audição muda na terceira idade e o que pode ser feito?

Presbiacusia: como a audição muda na terceira idade e o que pode ser feito?

A presbiacusia1 é uma perda auditiva neurossensorial progressiva relacionada ao envelhecimento, caracterizada principalmente pela dificuldade de compreender a fala, sobretudo em ambientes ruidosos. Resulta de alterações degenerativas2 na cóclea, no nervo auditivo e nas vias centrais, com influência de fatores genéticos e ambientais.
1 Presbiacusia: Perda da acuidade auditiva associada ao envelhecimento.
2 Degenerativas: Relativas a ou que provocam degeneração.
Gastroenterite viral: o que você precisa saber sobre a virose intestinal!

Gastroenterite viral: o que você precisa saber sobre a virose intestinal!

A virose intestinal, ou gastroenterite1 viral aguda, é uma causa comum de diarreia2, especialmente em crianças, idosos e imunocomprometidos, sendo geralmente autolimitada. Ela caracteriza-se por diarreia2 aquosa, vômitos3 e dor abdominal, com risco de desidratação4 como principal complicação. O tratamento é baseado principalmente em hidratação adequada, sendo a prevenção dependente de higiene e vacinação.
1 Gastroenterite: Inflamação do estômago e intestino delgado caracterizada por náuseas, vômitos, diarréia e dores abdominais. É produzida pela ingestão de vírus, bactérias ou suas toxinas, ou agressão da mucosa intestinal por diversos mecanismos.
2 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
3 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
4 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
Falta de ar sem doença pulmonar

Falta de ar sem doença pulmonar

A falta de ar sem doença pulmonar é um sintoma1 em que o paciente sente dificuldade para respirar mesmo com pulmões2 estruturalmente normais. Suas causas são variadas, incluindo doenças cardíacas, anemia3, distúrbios metabólicos ou neuromusculares e fatores psicológicos. O diagnóstico4 é clínico e o tratamento depende do fator desencadeante e, quando adequado, costuma levar à melhora significativa dos sintomas5 e da qualidade de vida.
1 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
2 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
3 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
4 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
5 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
Zigomicose ou mucormicose: o que é? Como identificar e tratar?

Zigomicose ou mucormicose: o que é? Como identificar e tratar?

A zigomicose, atualmente denominada mucormicose, é uma infecção1 fúngica2 invasiva rara e altamente agressiva, que acomete principalmente pacientes imunocomprometidos. Caracteriza-se por angioinvasão, necrose3 tecidual e rápida progressão, sendo a forma rinocerebral a mais frequente.
1 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
2 Fúngica: Relativa à ou produzida por fungo.
3 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
Cefaleia neuralgiforme: quando a dor dura segundos, mas se repete centenas de vezes!

Cefaleia neuralgiforme: quando a dor dura segundos, mas se repete centenas de vezes!

A cefaleia1 neuralgiforme é uma cefaleia1 rara caracterizada por crises extremamente breves, intensas e frequentes, associadas a sintomas2 autonômicos. Inclui os subtipos SUNCT e SUNA, diferenciados principalmente pelos sinais3 oculares obrigatórios no primeiro. O diagnóstico4 é clínico e o tratamento baseia-se principalmente em anticonvulsivantes, visando reduzir a frequência e a intensidade das crises.
1 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
2 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
3 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
4 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
Como reconhecer e tratar a fístula arteriovenosa?

Como reconhecer e tratar a fístula arteriovenosa?

A fístula1 arteriovenosa é uma comunicação direta entre artéria2 e veia, sem passagem pelos capilares3, podendo ser congênita4 ou adquirida. Ela altera a hemodinâmica5, aumentando o retorno venoso6 e podendo causar insuficiência cardíaca7 de alto débito e isquemia8 distal9. Os sinais10 incluem massa pulsátil, sopro, edema11 e, em casos graves, síndrome12 do roubo e complicações cutâneas13. O diagnóstico14 é feito com Doppler e exames de imagem, e o tratamento varia de observação a embolização15 ou cirurgia.
1 Fístula: Comunicação anormal entre dois órgãos ou duas seções de um mesmo órgão entre si ou com a superfície. Possui um conduto de paredes próprias.
2 Artéria: Vaso sangüíneo de grande calibre que leva sangue oxigenado do coração a todas as partes do corpo.
3 Capilares: Minúsculos vasos que conectam as arteríolas e vênulas.
4 Congênita: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
5 Hemodinâmica: Ramo da fisiologia que estuda as leis reguladoras da circulação do sangue nos vasos sanguíneos tais como velocidade, pressão etc.
6 Retorno venoso: Quantidade de sangue que chega ao coração por minuto. Somos capazes de manter o débito cardíaco se, proporcionalmente, tivermos retorno venoso adequado. Ele só é possível devido à contração dos músculos esqueléticos que ajudam a comprimir as veias impulsionando o sangue e devido às válvulas existentes nas paredes das veias que impedem o refluxo do sangue. Outro mecanismo que favorece o retorno venoso é a respiração. Durante a inspiração, pela contração da musculatura inspiratória, faz-se um “vácuo” dentro da cavidade torácica, favorecendo o retorno venoso.
7 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
8 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sanguíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais frequente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
9 Distal: 1. Que se localiza longe do centro, do ponto de origem ou do ponto de união. 2. Espacialmente distante; remoto. 3. Em anatomia geral, é o mais afastado do tronco (diz-se de membro) ou do ponto de origem (diz-se de vasos ou nervos). Ou também o que é voltado para a direção oposta à cabeça. 4. Em odontologia, é o mais distante do ponto médio do arco dental.
10 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
11 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
12 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
13 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
14 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
15 Embolização: Técnica que consiste em injetar, em uma artéria, material capaz de obstrui-la completamente.
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