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Ruptura de ligamentos: causas, sintomas, diagnóstico e quando a cirurgia é necessária

Ruptura de ligamentos: causas, sintomas, diagnóstico e quando a cirurgia é necessária

A ruptura de ligamentos1 é uma lesão2 que compromete a estabilidade das articulações3, geralmente causada por entorses4, traumas ou movimentos bruscos. O diagnóstico5 combina avaliação clínica e exames de imagem, principalmente a ressonância magnética6. O tratamento varia conforme a gravidade, podendo incluir fisioterapia7 ou cirurgia, seguida de reabilitação. O reconhecimento precoce e o manejo adequado são fundamentais para prevenir instabilidade crônica e artrose8.
1 Ligamentos: 1. Ato ou efeito de ligar(-se). Tudo o que serve para ligar ou unir. 2. Junção ou relação entre coisas ou pessoas; ligação, conexão, união, vínculo. 3. Na anatomia geral, é um feixe fibroso que liga entre si os ossos articulados ou mantém os órgãos nas respectivas posições. É uma expansão fibrosa ou aponeurótica de aparência ligamentosa. Ou também uma prega de peritônio que serve de apoio a qualquer das vísceras abdominais. 4. Vestígio de artéria fetal ou outra estrutura que perdeu sua luz original.
2 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
3 Articulações:
4 Entorses: É a torção de uma articulação, com lesão dos ligamentos (estrutura que sustenta as articulações).
5 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
6 Ressonância magnética: Exame que fornece imagens em alta definição dos órgãos internos do corpo através da utilização de um campo magnético.
7 Fisioterapia: Especialidade paramédica que emprega agentes físicos (água doce ou salgada, sol, calor, eletricidade, etc.), massagens e exercícios no tratamento de doenças.
8 Artrose: Também chamada de osteoartrose ou processo degenerativo articular, resulta de um processo anormal entre a destruição cartilaginosa e a reparação da mesma. Entende-se por cartilagem articular, um tipo especial de tecido que reveste a extremidade de dois ossos justapostos que possuem algum grau de movimentação entre eles, sua função básica é a de diminuir o atrito entre duas superfícies ósseas quando estas executam qualquer tipo de movimento, funcionando como mecanismo de absorção de choque. O estado de hidratação da cartilagem e a integridade da mesma, é fator preponderante para o não desenvolvimento da artrose.
Visão em risco: como o edema macular diabético pode roubar sua visão sem causar sintomas

Visão em risco: como o edema macular diabético pode roubar sua visão sem causar sintomas

O edema macular1 diabético é uma das principais causas de perda visual em pessoas com diabetes2 e resulta do vazamento de líquido dos vasos da retina3 para a mácula4. Inicialmente pode não causar sintomas5, mas pode evoluir com visão6 borrada, dificuldade para leitura e perda progressiva da visão central7. O diagnóstico8 é feito principalmente pela tomografia de coerência óptica (OCT) e o tratamento inclui controle rigoroso do diabetes2, injeções intravítreas de anti-VEGF, corticosteroides e, em casos selecionados, laser ou cirurgia. O diagnóstico8 precoce e o acompanhamento oftalmológico regular são fundamentais para preservar a visão6.
1 Edema macular: Inchaço na mácula.
2 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
3 Retina: Parte do olho responsável pela formação de imagens. É como uma tela onde se projetam as imagens: retém as imagens e as traduz para o cérebro através de impulsos elétricos enviados pelo nervo óptico. Possui duas partes: a retina periférica e a mácula.
4 Mácula: Área central da retina, é a parte da retina que usamos para ler, ver televisão, dirigir e ver detalhes.
5 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
6 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
7 Visão central: Visão central é aquela na qual a imagem cai no centro da retina, em uma área chamada mácula. Esta visão é cheia de detalhes.
8 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
Doenças demenciais: causas, diagnóstico e como preservar a qualidade de vida

Doenças demenciais: causas, diagnóstico e como preservar a qualidade de vida

As doenças demenciais são um grupo de condições que comprometem progressivamente a memória, o raciocínio, a linguagem e outras funções cognitivas, afetando a autonomia e a qualidade de vida. A Doença de Alzheimer1 é a causa mais frequente, mas também existem formas vasculares2, frontotemporais, por corpos de Lewy e associadas a outras doenças. O diagnóstico3 precoce permite identificar causas tratáveis, instituir terapias que retardam a progressão em alguns casos e oferecer suporte adequado ao paciente e à família. O acompanhamento multidisciplinar é fundamental para preservar a funcionalidade e o bem-estar pelo maior tempo possível.
1 Doença de Alzheimer: É uma doença progressiva, de causa e tratamentos ainda desconhecidos que acomete preferencialmente as pessoas idosas. É uma forma de demência. No início há pequenos esquecimentos, vistos pelos familiares como parte do processo normal de envelhecimento, que se vão agravando gradualmente. Os pacientes tornam-se confusos e por vezes agressivos, passando a apresentar alterações da personalidade, com distúrbios de conduta e acabam por não reconhecer os próprios familiares e até a si mesmos quando colocados frente a um espelho. Tornam-se cada vez mais dependentes de terceiros, iniciam-se as dificuldades de locomoção, a comunicação inviabiliza-se e passam a necessitar de cuidados e supervisão integral, até mesmo para as atividades elementares como alimentação, higiene, vestuário, etc..
2 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
3 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
O que é a anomalia de Ebstein? Conheça as causas, sintomas e opções de tratamento

O que é a anomalia de Ebstein? Conheça as causas, sintomas e opções de tratamento

A anomalia de Ebstein é uma cardiopatia congênita1 rara caracterizada pelo deslocamento da válvula tricúspide, que compromete a função do ventrículo direito e pode causar insuficiência2 tricúspide, cianose3 e arritmias4. A gravidade varia de casos assintomáticos a formas graves com insuficiência cardíaca5 desde o período neonatal. O diagnóstico6 é feito principalmente por ecocardiograma7, e o tratamento depende da intensidade das alterações, podendo incluir acompanhamento clínico, controle das arritmias4 e cirurgia. Os avanços no diagnóstico6 e nas técnicas de reparo valvar têm melhorado significativamente o prognóstico8 desses pacientes.
1 Congênita: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
2 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
3 Cianose: Coloração azulada da pele e mucosas. Pode significar uma falta de oxigenação nos tecidos.
4 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
5 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
6 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
7 Ecocardiograma: Método diagnóstico não invasivo que permite visualizar a morfologia e o funcionamento cardíaco, através da emissão e captação de ultra-sons.
8 Prognóstico: 1. Juízo médico, baseado no diagnóstico e nas possibilidades terapêuticas, em relação à duração, à evolução e ao termo de uma doença. Em medicina, predição do curso ou do resultado provável de uma doença; prognose. 2. Predição, presságio, profecia relativos a qualquer assunto. 3. Relativo a prognose. 4. Que traça o provável desenvolvimento futuro ou o resultado de um processo. 5. Que pode indicar acontecimentos futuros (diz-se de sinal, sintoma, indício, etc.). 6. No uso pejorativo, pernóstico, doutoral, professoral; prognóstico.
Hemossiderose: quando o ferro em excesso pode comprometer pulmões, fígado e coração

Hemossiderose: quando o ferro em excesso pode comprometer pulmões, fígado e coração

A hemossiderose1 é uma condição caracterizada pelo acúmulo de ferro nos tecidos, geralmente secundário a transfusões repetidas, hemólise2 crônica ou hemorragias3 alveolares. O diagnóstico4 combina avaliação clínica, exames laboratoriais, métodos de imagem e, quando necessário, biópsia5 ou ressonância magnética6 para quantificação do ferro. O tratamento é direcionado à causa de base e pode incluir quelantes de ferro, corticosteroides e imunossupressores em situações específicas. Quando não tratada, pode evoluir com lesão7 de órgãos como pulmões8, fígado9, coração10 e glândulas endócrinas11.
1 Hemossiderose: Acúmulo de hemossiderina nos tecidos. A hemossiderina é um pigmento ferroso, amarelo-escuro, encontrado em fagócitos e excretado pela urina, especialmente na hemocromatose e na hemossiderose.
2 Hemólise: Alteração fisiológica ou patológica, com dissolução ou destruição dos glóbulos vermelhos do sangue causando liberação de hemoglobina. É também conhecida por hematólise, eritrocitólise ou eritrólise. Pode ser produzida por algumas anemias congênitas ou adquiridas, como consequência de doenças imunológicas, etc.
3 Hemorragias: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
4 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
5 Biópsia: 1. Retirada de material celular ou de um fragmento de tecido de um ser vivo para determinação de um diagnóstico. 2. Exame histológico e histoquímico. 3. Por metonímia, é o próprio material retirado para exame.
6 Ressonância magnética: Exame que fornece imagens em alta definição dos órgãos internos do corpo através da utilização de um campo magnético.
7 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
8 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
9 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
10 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
11 Glândulas endócrinas: Grupo de células especializadas em liberar hormônios na corrente sangüínea. Por exemplo, as células das ilhotas pancreáticas que secretam insulina são glândulas endócrinas.
Clonorquíase: sintomas, diagnóstico, tratamento e risco de câncer das vias biliares

Clonorquíase: sintomas, diagnóstico, tratamento e risco de câncer das vias biliares

A clonorquíase é uma infecção1 parasitária causada pelo verme Clonorchis sinensis, adquirida principalmente pelo consumo de peixes de água doce crus ou mal cozidos em regiões da Ásia. O parasita2 instala-se nas vias biliares3, podendo causar inflamação4 crônica, colangite, cálculos biliares e fibrose5 hepática6. O diagnóstico7 baseia-se na história epidemiológica, exame parasitológico de fezes e exames de imagem, e o tratamento é feito principalmente com praziquantel. Quando não tratada, a infecção1 crônica aumenta significativamente o risco de colangiocarcinoma8.
1 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
2 Parasita: Organismo uni ou multicelular que vive às custas de outro, denominado hospedeiro. A presença de parasitos em um hospedeiro pode produzir diferentes doenças dependendo do tipo de afecção produzida, do estado geral de saúde do hospedeiro, de mecanismos imunológicos envolvidos, etc. São exemplos de parasitas: a sarna, os piolhos, os áscaris (lombrigas), as tênias (solitárias), etc.
3 Vias biliares: Conjunto de condutos orgânicos que conectam o fígado e a vesícula biliar ao duodeno. Sua função é conduzir a bile produzida no fígado, para ser armazenada na vesícula biliar e posteriormente ser liberada no duodeno.
4 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
5 Fibrose: 1. Aumento das fibras de um tecido. 2. Formação ou desenvolvimento de tecido conjuntivo em determinado órgão ou tecido como parte de um processo de cicatrização ou de degenerescência fibroide.
6 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
7 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
8 Colangiocarcinoma: Neoplasia maligna das vias biliares.
A relação entre saúde bucal e doenças do coração

A relação entre saúde bucal e doenças do coração

A saúde1 bucal vai muito além dos dentes e pode influenciar diretamente a saúde1 do coração2. Doenças periodontais3, especialmente a periodontite, favorecem inflamação4 sistêmica e podem aumentar o risco de problemas cardiovasculares, como infarto5 e endocardite6 infecciosa. Bons hábitos de higiene oral, acompanhamento odontológico regular e controle dos fatores de risco cardiovasculares ajudam a proteger todo o organismo. Cuidar da boca7 é uma importante estratégia de prevenção e promoção da saúde1.
1 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
2 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
3 Periodontais: Relativo ao ou próprio do tecido em torno dos dentes, o periodonto. O periodonto é o tecido conjuntivo que fixa o dente no alvéolo.
4 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
5 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
6 Endocardite: Inflamação aguda ou crônica do endocárdio. Ela pode estar preferencialmente localizada nas válvulas cardíacas (endocardite valvular) ou nas paredes cardíacas (endocardite parietal). Pode ter causa infecciosa ou não infecciosa.
7 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
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