AbcMed

Saúde da Criança
Saúde da Mulher
Saúde do Homem

Mais acessados

Por que a síndrome cardiorrenal metabólica preocupa cada vez mais os médicos?

Por que a síndrome cardiorrenal metabólica preocupa cada vez mais os médicos?

A síndrome1 cardiorrenal metabólica (CKM) é uma condição que integra doenças cardiovasculares2, renais e metabólicas, como obesidade3, diabetes tipo 24 e hipertensão arterial5. Essas alterações compartilham mecanismos fisiopatológicos comuns, incluindo inflamação6 crônica, resistência à insulina7 e disfunção vascular8. O diagnóstico9 baseia-se na avaliação clínica associada a exames laboratoriais e cardiovasculares. O tratamento envolve mudanças no estilo de vida e medicamentos que reduzem o risco de complicações graves, como insuficiência cardíaca10, doença renal11 crônica, infarto12 e AVC.
1 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
2 Doenças cardiovasculares: Doença do coração e vasos sangüíneos (artérias, veias e capilares).
3 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.
4 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
5 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
6 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
7 Resistência à insulina: Inabilidade do corpo para responder e usar a insulina produzida. A resistência à insulina pode estar relacionada à obesidade, hipertensão e altos níveis de colesterol no sangue.
8 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
9 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
10 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
11 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
12 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
Anticonvulsivantes: o que você deve saber sobre eles

Anticonvulsivantes: o que você deve saber sobre eles

Os anticonvulsivantes, também conhecidos como medicamentos antisseizure (MAS) ou antiepilépticos, constituem um grupo fundamental de fármacos utilizados principalmente no tratamento da epilepsia1 e de outras condições neurológicas caracterizadas por atividade elétrica anormal no cérebro2. Com diferentes mecanismos de ação e perfis de eficácia, esses medicamentos desempenham papel essencial no controle das crises epilépticas, melhorando significativamente a qualidade de vida dos pacientes e permitindo uma abordagem individualizada, adaptada às necessidades de cada pessoa.
1 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
2 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
Síndrome antifosfolípide - Sintomas, diagnóstico, tratamento e evolução

Síndrome antifosfolípide - Sintomas, diagnóstico, tratamento e evolução

A síndrome1 antifosfolípide (SAF) é uma doença autoimune2 que aumenta o risco de formação de coágulos sanguíneos e complicações na gravidez3. Ela ocorre devido à presença persistente de anticorpos4 antifosfolípides que alteram os mecanismos normais da coagulação5. O diagnóstico6 combina manifestações clínicas e exames laboratoriais específicos. Com tratamento adequado, incluindo anticoagulação e cuidados especiais durante a gestação, é possível reduzir significativamente o risco de complicações.
1 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
2 Autoimune: 1. Relativo à autoimunidade (estado patológico de um organismo atingido por suas próprias defesas imunitárias). 2. Produzido por autoimunidade. 3. Autoalergia.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
5 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
6 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
Metformina: vantagens, desvantagens e quando ela realmente é indicada

Metformina: vantagens, desvantagens e quando ela realmente é indicada

A metformina1 é o medicamento mais utilizado no tratamento do diabetes tipo 22, ajudando a reduzir a glicose3 no sangue4 e a melhorar a sensibilidade à insulina5. Ela apresenta baixo risco de hipoglicemia6, não costuma causar ganho de peso e pode ser utilizada em outras condições, como a Síndrome7 Ovariana Metabólica Poliendócrina (SOMP) e o pré-diabetes8. Seus efeitos adversos mais comuns são gastrointestinais e o uso prolongado pode reduzir os níveis de vitamina9 B12. Embora seja considerada segura para a maioria dos pacientes, existem contraindicações.
1 Metformina: Medicamento para uso oral no tratamento do diabetes tipo 2. Reduz a glicemia por reduzir a quantidade de glicose produzida pelo fígado e ajudando o corpo a responder melhor à insulina produzida pelo pâncreas. Pertence à classe das biguanidas.
2 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
3 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
4 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
5 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
6 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
7 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
8 Pré-diabetes: Condição em que um teste de glicose, feito após 8 a 12 horas de jejum, mostra um nível de glicose mais alto que o normal mas não tão alto para um diagnóstico de diabetes. A medida está entre 100 mg/dL e 125 mg/dL. A maioria das pessoas com pré-diabetes têm um risco aumentado de desenvolver diabetes tipo 2.
9 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
Medicina ambiental: riscos ambientais que todo mundo deveria conhecer!

Medicina ambiental: riscos ambientais que todo mundo deveria conhecer!

A medicina ambiental estuda como fatores presentes no ambiente, como poluição, substâncias químicas, metais pesados, radiação e mudanças climáticas, podem afetar a saúde1 humana. Seu objetivo é identificar riscos, prevenir doenças e promover ambientes mais saudáveis para a população. Compreender a relação entre ambiente e saúde1 é fundamental para reduzir exposições nocivas e melhorar a qualidade de vida.
1 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
Ansiedade e alimentação: os alimentos que podem piorar e os que podem ajudar nos sintomas ansiosos

Ansiedade e alimentação: os alimentos que podem piorar e os que podem ajudar nos sintomas ansiosos

A alimentação pode influenciar diretamente a ansiedade por meio de mecanismos que envolvem neurotransmissores, glicemia1, inflamação2 e microbiota3 intestinal. Enquanto alimentos ricos em cafeína e açúcar4 e ultraprocessados podem agravar sintomas5 ansiosos, uma dieta equilibrada, rica em nutrientes e alimentos naturais, tende a favorecer o bem-estar emocional. A relação é bidirecional: a ansiedade também altera o apetite e os hábitos alimentares. Compreender essa conexão ajuda a adotar escolhas mais saudáveis para a mente e o corpo.
1 Glicemia: Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 70 e 110 miligramas por decilitro de sangue (mg/dl).
2 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
3 Microbiota: Em ecologia, chama-se microbiota ao conjunto dos microrganismos que habitam um ecossistema, principalmente bactérias, protozoários e outros microrganismos que têm funções importantes na decomposição da matéria orgânica e, portanto, na reciclagem dos nutrientes. Fazem parte da microbiota humana uma quantidade enorme de bactérias que vivem em harmonia no organismo e auxiliam a ação do sistema imunológico e a nutrição, por exemplo.
4 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
5 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
Elogios, críticas ou sugestões
Seu nome:
Seu email:
Mensagem:
Gravidez
Hipertensão
Colesterol
Tireoide
  • Entrar
  • Receber conteúdos