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Actigrafia: entenda o exame que monitora seus padrões de sono por vários dias

Actigrafia: entenda o exame que monitora seus padrões de sono por vários dias

A actigrafia1 utiliza um pequeno dispositivo, geralmente colocado no punho, para registrar movimentos e estimar padrões de sono e vigília durante vários dias. É especialmente útil na avaliação da insônia, dos transtornos do ritmo circadiano2 e do sono insuficiente. Por medir movimento, e não diretamente o sono, possui limitações e não substitui a polissonografia3 quando esta é indicada. Smartwatches empregam tecnologias semelhantes, mas não são necessariamente equivalentes a actígrafos clínicos validados.
1 Actigrafia: Ela estima parâmetros do sono, tais como tempo total de sono, início e fim do sono, tempo de vigília após início do sono, eficiência e latência do sono. Como é uma estimativa, não é considerada padrão ouro para analisar o sono.
2 Ritmo circadiano: Também conhecido como ciclo circadiano, o ritmo circadiano representa o período de um dia (24 horas) no qual se completam as atividades do ciclo biológico dos seres vivos. Uma das funções deste sistema é o ajuste do relógio biológico, controlando o sono e o apetite. Através de um marca-passo interno que se encontra no cérebro, o ritmo circadiano regula tanto os ritmos materiais quanto os psicológicos, o que pode influenciar em atividade como: digestão em vigília, renovação de células e controle de temperatura corporal.
3 Polissonografia: Exame utilizado na avaliação de algumas das causas de insônia.
Fratura por estresse: quando a dor do exercício pode ser sinal de uma lesão no osso

Fratura por estresse: quando a dor do exercício pode ser sinal de uma lesão no osso

A fratura1 por estresse ocorre quando cargas repetitivas produzem microdanos no osso mais rapidamente do que o organismo consegue repará-los. O sintoma2 típico é dor localizada que inicialmente surge durante o exercício e pode progredir para dor ao caminhar ou mesmo em repouso. A radiografia pode ser normal no início; quando a suspeita persiste, a ressonância magnética3 permite detectar precocemente a lesão4, graduar sua extensão e diferenciá-la de outras causas de dor. O tratamento baseia-se no controle da carga, correção dos fatores de risco e retorno gradual à atividade, mas algumas fraturas de alto risco podem exigir cirurgia.
1 Fratura: Solução de continuidade de um osso. Em geral é produzida por um traumatismo, mesmo que possa ser produzida na ausência do mesmo (fratura patológica). Produz como sintomas dor, mobilidade anormal e ruídos (crepitação) na região afetada.
2 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
3 Ressonância magnética: Exame que fornece imagens em alta definição dos órgãos internos do corpo através da utilização de um campo magnético.
4 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
Vaginite atrófica: por que ocorre e como tratar o ressecamento, a dor e os sintomas urinários

Vaginite atrófica: por que ocorre e como tratar o ressecamento, a dor e os sintomas urinários

A vaginite1 atrófica2, atualmente compreendida dentro da síndrome3 geniturinária da menopausa4, resulta principalmente da deficiência estrogênica e pode afetar vagina5, vulva6 e trato urinário7 inferior. Os sintomas8 incluem ressecamento, ardência, irritação, redução da lubrificação, dor nas relações sexuais e manifestações urinárias, como urgência9, disúria10 e infecções11 urinárias recorrentes. O diagnóstico12 é predominantemente clínico e os exames complementares são indicados principalmente quando há dúvida diagnóstica ou necessidade de excluir outras doenças. O tratamento inclui hidratantes e lubrificantes vaginais e, quando necessário, terapias hormonais locais, especialmente estrogênio vaginal de baixa dose, com indicação individualizada.
1 Vaginite: Inflamação da mucosa que recobre a vagina. Em geral é devido a uma infecção bacteriana ou micótica. Manifesta-se por ardor, dor espontânea ou durante o coito (dispareunia) e secreção mucosa ou purulenta pela mesma.
2 Atrófica: Relativa à atrofia, atrofiada. Que atrofia; que mingua, atrofiador, atrofiante. Que se torna mais debilitada e menos intensa.
3 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
4 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
5 Vagina: Canal genital, na mulher, que se estende do ÚTERO à VULVA. (Tradução livre do original
6 Vulva: Genitália externa da mulher, compreendendo o CLITÓRIS, os lábios, o vestíbulo e suas glândulas.
7 Trato Urinário:
8 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
9 Urgência: 1. Necessidade que requer solução imediata; pressa. 2. Situação crítica ou muito grave que tem prioridade sobre outras; emergência.
10 Disúria: Dificuldade para urinar. Pode produzir ardor, dor, micção intermitente, etc. Em geral corresponde a uma infecção urinária.
11 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
12 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
Acelerometria: como pequenos sensores ajudam a monitorar movimentos, sono e recuperação

Acelerometria: como pequenos sensores ajudam a monitorar movimentos, sono e recuperação

A acelerometria1 utiliza pequenos sensores para registrar movimentos e transformar a atividade corporal em dados objetivos. Na saúde2, pode auxiliar no acompanhamento de atividade física, marcha, equilíbrio, reabilitação, sono e algumas condições neurológicas. Quando integrada a dispositivos vestíveis, permite monitoramento prolongado inclusive durante as atividades cotidianas do paciente. Apesar de suas diversas aplicações, seus resultados devem complementar, e não substituir, a avaliação clínica.
1 Acelerometria: Método de análise utilizado em avaliações biomecânicas do movimento humano. É uma ferramenta aplicada em áreas da saúde como Educação Física, Fisioterapia e Medicina. Através do acelerômetro é possível mensurar as acelerações provocadas e sofridas pelo corpo humano. Esse transdutor detecta o movimento produzido por mudança na velocidade ou no padrão de movimentos corporais. Devido ao fato de a maioria dos gestos motores do corpo humano ocorrer em mais de um eixo de movimento, dá-se preferência aos acelerômetros triaxiais que permitem medir a aceleração em cada um dos eixos ortogonais.
2 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
FIB-4: o que é e como calcular e interpretar o risco de fibrose hepática

FIB-4: o que é e como calcular e interpretar o risco de fibrose hepática

O FIB-4 utiliza idade, enzimas hepáticas1 e contagem de plaquetas2 para estimar o risco de fibrose3 hepática4 avançada. Simples e acessível, é recomendado como primeira etapa da avaliação, especialmente em pessoas com fatores de risco metabólicos. Resultados indeterminados ou elevados exigem investigação complementar, geralmente com elastografia hepática4 ou teste ELF. Sua interpretação depende da idade e do contexto clínico, e o índice não estabelece um diagnóstico5 definitivo.
1 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
2 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
3 Fibrose: 1. Aumento das fibras de um tecido. 2. Formação ou desenvolvimento de tecido conjuntivo em determinado órgão ou tecido como parte de um processo de cicatrização ou de degenerescência fibroide.
4 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
5 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
Mastigar bem faz diferença? Entenda como a mastigação influencia sua saúde

Mastigar bem faz diferença? Entenda como a mastigação influencia sua saúde

Mastigar adequadamente facilita a alimentação e a deglutição1, estimula a saliva e contribui para a saúde2 bucal e nutricional. Comer com calma também pode favorecer a percepção da saciedade. Na infância e no envelhecimento, preservar uma boa função mastigatória é especialmente importante para a alimentação e a qualidade de vida.
1 Deglutição: Passagem dos alimentos desde a boca até o esôfago; ação ou efeito de deglutir; engolir. É um mecanismo em parte voluntário e em parte automático (reflexo) que envolve a musculatura faríngea e o esfíncter esofágico superior.
2 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
Pálpebra tremendo: por que acontece, quando se preocupar e como tratar?

Pálpebra tremendo: por que acontece, quando se preocupar e como tratar?

A mioquimia palpebral é o tremor involuntário da pálpebra, geralmente benigno e passageiro. Estresse, cansaço, falta de sono e excesso de cafeína estão entre os principais fatores associados. Na maioria dos casos, o diagnóstico1 é clínico e medidas simples são suficientes para controlar os episódios. Quando as contrações persistem, tornam-se intensas ou atingem outras áreas da face2, é importante procurar avaliação médica.
1 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
2 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
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