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Prova de função pulmonar: como saber se seus pulmões estão funcionando bem?

Prova de função pulmonar: como saber se seus pulmões estão funcionando bem?

A prova de função pulmonar, especialmente a espirometria1, avalia como os pulmões2 funcionam por meio da medição de volumes e fluxos de ar. É um exame simples, seguro e fundamental para diagnosticar e acompanhar doenças como asma3 e DPOC, além de auxiliar na avaliação pré-operatória e ocupacional. A interpretação deve considerar valores ajustados para idade, sexo e altura, sempre integrada ao quadro clínico.
1 Espirometria: Exame que permite aferir o fluxo de ar nas vias aéreas ou brônquios, comparando os resultados com os obtidos por pessoas saudáveis com a mesma idade e altura. Serve para a investigação de sintomas respiratórios; diagnóstico e avaliação de asma, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) ou bronquite causada pelo cigarro; incapacidade funcional; avaliação pós-operatória e avaliação e diagnóstico de doenças respiratórias relacionadas ao trabalho. O exame têm duração média de 30 minutos.
2 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
3 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
Sua pele sofre no verão? Conheça as 8 doenças mais comuns da estação

Sua pele sofre no verão? Conheça as 8 doenças mais comuns da estação

O verão aumenta a exposição da pele1 ao sol, ao calor e à umidade, favorecendo o surgimento de doenças dermatológicas comuns. Queimaduras solares, micoses, brotoeja, foliculite, dermatites, acne2 solar e reações a insetos estão entre as principais. Conhecer os sinais3, como se prevenir e quais os cuidados adequados é essencial para manter a saúde4 da pele1 nessa estação.
1 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
2 Acne: Doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais. As lesões começam a surgir na puberdade, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos. Os cravos e espinhas ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem a proliferação de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o Propionibacterium acnes o agente infeccioso mais comumente envolvido.
3 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
4 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
Quando microtrombos ameaçam órgãos vitais - conheça a púrpura trombocitopênica trombótica

Quando microtrombos ameaçam órgãos vitais - conheça a púrpura trombocitopênica trombótica

A púrpura1 trombocitopênica trombótica2 é uma doença hematológica rara, com formação de microtrombos na microcirculação. Resulta de deficiência acentuada da enzima3 ADAMTS13, levando à trombocitopenia4 e anemia hemolítica5 microangiopática. Pode comprometer órgãos vitais, especialmente sistema nervoso central6 e coração7. Essa condição configura uma emergência8 médica, cujo prognóstico9 depende do diagnóstico10 e tratamento precoces.
1 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
2 Trombótica: Relativo à trombose, ou seja, à formação ou desenvolvimento de um trombo (coágulo).
3 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
4 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
5 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
6 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
7 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
8 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
9 Prognóstico: 1. Juízo médico, baseado no diagnóstico e nas possibilidades terapêuticas, em relação à duração, à evolução e ao termo de uma doença. Em medicina, predição do curso ou do resultado provável de uma doença; prognose. 2. Predição, presságio, profecia relativos a qualquer assunto. 3. Relativo a prognose. 4. Que traça o provável desenvolvimento futuro ou o resultado de um processo. 5. Que pode indicar acontecimentos futuros (diz-se de sinal, sintoma, indício, etc.). 6. No uso pejorativo, pernóstico, doutoral, professoral; prognóstico.
10 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
Síndrome de Usher: uma doença rara que compromete audição e visão

Síndrome de Usher: uma doença rara que compromete audição e visão

A Síndrome1 de Usher é uma doença genética rara que causa perda auditiva neurossensorial associada à retinite pigmentosa, levando à perda progressiva da visão2 e, em alguns casos, do equilíbrio. É a principal causa hereditária de surdocegueira, com início variável conforme o tipo clínico. O diagnóstico3 precoce e a reabilitação multidisciplinar são fundamentais para preservar a autonomia e a qualidade de vida.
1 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
2 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
3 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
Como a periodontite compromete dentes e gengiva

Como a periodontite compromete dentes e gengiva

A periodontite é uma doença inflamatória crônica que destrói os tecidos de suporte dos dentes e pode levar à perda dentária. Está associada a fatores de risco como tabagismo e diabetes1 e possui impacto na saúde2 geral. O diagnóstico3 precoce e o tratamento contínuo permitem controlar a doença e preservar a função mastigatória.
1 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
2 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
3 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
Encefalite, alta mortalidade e risco de surtos: conheça o vírus Nipah

Encefalite, alta mortalidade e risco de surtos: conheça o vírus Nipah

O vírus1 Nipah é um patógeno zoonótico altamente letal transmitido principalmente por morcegos e capaz de causar encefalite2 grave e insuficiência respiratória3. A doença evolui rapidamente, não possui tratamento antiviral específico e exige diagnóstico4 precoce, isolamento rigoroso e suporte intensivo. Seu alto potencial de mortalidade5 faz com que seja considerado prioridade global em saúde6 pública.
1 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
2 Encefalite: Inflamação do tecido encefálico produzida por uma infecção viral, bacteriana ou micótica (fungos).
3 Insuficiência respiratória: Condição clínica na qual o sistema respiratório não consegue manter os valores da pressão arterial de oxigênio (PaO2) e/ou da pressão arterial de gás carbônico (PaCO2) dentro dos limites da normalidade, para determinada demanda metabólica. Como a definição está relacionada à incapacidade do sistema respiratório em manter níveis adequados de oxigenação e gás carbônico, foram estabelecidos, para sua caracterização, pontos de corte na gasometria arterial: PaO2 50 mmHg.
4 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
5 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
6 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
Guia prático das lesões ortopédicas: principais tipos e como reconhecer os sinais

Guia prático das lesões ortopédicas: principais tipos e como reconhecer os sinais

As lesões1 ortopédicas são frequentes no dia a dia e podem comprometer a mobilidade e a qualidade de vida quando não reconhecidas e tratadas adequadamente. Neste texto, você encontrará uma explicação sobre os principais tipos de lesões1, suas causas, sintomas2 e mecanismos de desenvolvimento.
1 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
2 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
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