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A acelerometria1 utiliza pequenos sensores para registrar movimentos e transformar a atividade corporal em dados objetivos. Na saúde2, pode auxiliar no acompanhamento de atividade física, marcha, equilíbrio, reabilitação, sono e algumas condições neurológicas. Quando integrada a dispositivos vestíveis, permite monitoramento prolongado inclusive durante as atividades cotidianas do paciente. Apesar de suas diversas aplicações, seus resultados devem complementar, e não substituir, a avaliação clínica.
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O FIB-4 utiliza idade, enzimas hepáticas1 e contagem de plaquetas2 para estimar o risco de fibrose3 hepática4 avançada. Simples e acessível, é recomendado como primeira etapa da avaliação, especialmente em pessoas com fatores de risco metabólicos. Resultados indeterminados ou elevados exigem investigação complementar, geralmente com elastografia hepática4 ou teste ELF. Sua interpretação depende da idade e do contexto clínico, e o índice não estabelece um diagnóstico5 definitivo.
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Mastigar adequadamente facilita a alimentação e a deglutição1, estimula a saliva e contribui para a saúde2 bucal e nutricional. Comer com calma também pode favorecer a percepção da saciedade. Na infância e no envelhecimento, preservar uma boa função mastigatória é especialmente importante para a alimentação e a qualidade de vida.
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A mioquimia palpebral é o tremor involuntário da pálpebra, geralmente benigno e passageiro. Estresse, cansaço, falta de sono e excesso de cafeína estão entre os principais fatores associados. Na maioria dos casos, o diagnóstico1 é clínico e medidas simples são suficientes para controlar os episódios. Quando as contrações persistem, tornam-se intensas ou atingem outras áreas da face2, é importante procurar avaliação médica.
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A epilepsia1 autolimitada com pontas centrotemporais é uma das síndromes epilépticas focais mais comuns da infância e costuma desaparecer até a adolescência. As crises ocorrem principalmente durante o sono e podem causar contrações na face2, formigamento na boca3, dificuldade para falar e salivação excessiva. O diagnóstico4 é baseado nas características das crises e no eletroencefalograma5, que geralmente mostra pontas centrotemporais típicas. O prognóstico6 é geralmente favorável, embora algumas crianças possam apresentar alterações transitórias de linguagem, aprendizagem, atenção ou comportamento.
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A doença de Batten compreende um grupo de doenças genéticas neurodegenerativas raras, conhecidas como lipofuscinoses ceroides neuronais (LCNs). Ela pode causar perda progressiva da visão1, epilepsia2, regressão cognitiva3, alterações motoras e perda de habilidades adquiridas. O diagnóstico4 é realizado principalmente por testes genéticos, complementados por exames neurológicos, oftalmológicos, de imagem e, em alguns subtipos, testes enzimáticos. Embora não exista cura para a maioria das formas, o tratamento multidisciplinar controla sintomas5, e a CLN2 dispõe de terapia específica com cerliponase alfa, capaz de retardar a progressão.
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A hiperprolactinemia é caracterizada pelo aumento da prolactina1 no sangue2 e pode ter causas fisiológicas3, medicamentosas ou patológicas, como o prolactinoma. O excesso desse hormônio4 pode provocar alterações menstruais, infertilidade5, redução da libido6, disfunção sexual e perda de massa óssea. O diagnóstico7 combina dosagem da prolactina1, investigação de causas secundárias e, quando indicada, ressonância magnética8 da hipófise9. O tratamento depende da causa, sendo a cabergolina a principal opção para prolactinomas, que geralmente apresentam excelente resposta terapêutica10.
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A pletismografia reúne técnicas que medem variações de volume no organismo, sendo utilizada principalmente na avaliação pulmonar e vascular1. Na pneumologia, permite medir volumes que a espirometria2 não determina diretamente e identificar restrição, hiperinsuflação3 e aprisionamento aéreo. Na área vascular1, algumas modalidades ajudam a avaliar alterações da circulação4 arterial e da função venosa. É um exame não invasivo, seguro e geralmente bem tolerado, cuja realização varia conforme a finalidade.
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As fraturas cominutivas ocorrem quando o osso se quebra em três ou mais fragmentos1, geralmente após traumas de alta energia ou em ossos fragilizados. Por serem mais complexas, podem estar associadas a lesões2 de músculos3, vasos sanguíneos4, nervos e outros tecidos próximos. O diagnóstico5 é feito principalmente por radiografias, com tomografia computadorizada6 em casos complexos ou para planejamento cirúrgico. O tratamento depende da estabilidade e da gravidade da fratura7 e pode envolver imobilização, cirurgia e reabilitação para recuperar a função.
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O tabagismo prejudica praticamente todos os órgãos e está relacionado a doenças cardiovasculares1, respiratórias, cânceres e alterações reprodutivas e imunológicas. As substâncias tóxicas da fumaça provocam inflamação2, estresse oxidativo, danos ao DNA e alterações vasculares3 que favorecem o desenvolvimento de doenças. O fumo passivo também traz riscos importantes, especialmente para crianças, gestantes e pessoas expostas regularmente à fumaça do tabaco. Parar de fumar produz benefícios desde as primeiras horas e reduz progressivamente o risco de doenças graves e morte prematura.
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