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Sinais, Sintomas e Doenças
A paralisia1 cerebral em adultos refere-se a indivíduos que sobreviveram à infância com essa condição e que hoje enfrentam desafios específicos relacionados ao envelhecimento, à funcionalidade, à dor crônica e à participação social. Embora a lesão2 seja não progressiva, suas repercussões persistem ao longo da vida, exigindo acompanhamento contínuo e abordagem multidisciplinar, especialmente diante do aumento da expectativa de vida3 dessa população.
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A estomatite1 é uma inflamação2 da mucosa3 oral que pode causar dor, vermelhidão e feridas na boca4, sendo mais frequentemente causada por aftas, infecções5 virais (como herpes) ou infecções5 fúngicas6 (como candidíase7). O diagnóstico8 é clínico e baseado no exame da boca4, podendo exigir exames complementares em casos recorrentes ou persistentes. O tratamento depende da causa e pode incluir analgésicos9, corticosteroides tópicos, antivirais ou antifúngicos. Na maioria dos casos, a evolução é benigna, com cicatrização espontânea, embora episódios recorrentes ou persistentes exijam avaliação médica.
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A displasia1 fibrosa é uma doença óssea benigna causada por mutação2 somática no gene GNAS, que leva à substituição do osso normal por tecido3 fibro-ósseo frágil. Pode afetar um ou vários ossos, causando dor, deformidades e fraturas, ou ser assintomática. O diagnóstico4 é feito principalmente por exames de imagem e o tratamento é focado no controle da dor, prevenção de fraturas e correção de complicações. A maioria dos pacientes tem bom prognóstico5 com acompanhamento adequado.
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A síndrome1 de Kearns-Sayre é uma doença mitocondrial rara e progressiva que afeta principalmente os olhos2, os músculos3 e o coração4. Caracteriza-se por ptose5 e oftalmoplegia, retinopatia pigmentar e distúrbios de condução cardíaca, com início geralmente antes dos 20 anos de idade. O diagnóstico6 é confirmado por teste genético molecular e o monitoramento cardíaco é essencial. Não há cura, mas o acompanhamento adequado melhora a qualidade de vida e reduz o risco de complicações.
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A púrpura1 trombocitopênica trombótica2 é uma doença hematológica rara, com formação de microtrombos na microcirculação. Resulta de deficiência acentuada da enzima3 ADAMTS13, levando à trombocitopenia4 e anemia hemolítica5 microangiopática. Pode comprometer órgãos vitais, especialmente sistema nervoso central6 e coração7. Essa condição configura uma emergência8 médica, cujo prognóstico9 depende do diagnóstico10 e tratamento precoces.
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A Síndrome1 de Usher é uma doença genética rara que causa perda auditiva neurossensorial associada à retinite pigmentosa, levando à perda progressiva da visão2 e, em alguns casos, do equilíbrio. É a principal causa hereditária de surdocegueira, com início variável conforme o tipo clínico. O diagnóstico3 precoce e a reabilitação multidisciplinar são fundamentais para preservar a autonomia e a qualidade de vida.
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O vírus1 Nipah é um patógeno zoonótico altamente letal transmitido principalmente por morcegos e capaz de causar encefalite2 grave e insuficiência respiratória3. A doença evolui rapidamente, não possui tratamento antiviral específico e exige diagnóstico4 precoce, isolamento rigoroso e suporte intensivo. Seu alto potencial de mortalidade5 faz com que seja considerado prioridade global em saúde6 pública.
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As lesões1 ortopédicas são frequentes no dia a dia e podem comprometer a mobilidade e a qualidade de vida quando não reconhecidas e tratadas adequadamente. Neste texto, você encontrará uma explicação sobre os principais tipos de lesões1, suas causas, sintomas2 e mecanismos de desenvolvimento.
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As crises de soluço são contrações involuntárias do diafragma1 que, quando persistentes, podem indicar doenças subjacentes e causar importante impacto na qualidade de vida. Embora geralmente benignas, exigem investigação clínica quando duram mais de 48 horas. O tratamento depende da causa e pode incluir medidas simples ou medicamentos específicos.
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A síndrome1 de dumping ocorre quando o alimento passa rapidamente do estômago2 para o intestino, causando sintomas3 gastrointestinais e vasomotores no tipo precoce e hipoglicemia4 reativa no tipo tardio. É mais comum após cirurgias gástricas e o diagnóstico5 é clínico, auxiliado por testes de provocação. O tratamento baseia-se em ajustes dietéticos, com medicamentos ou cirurgia apenas nos casos refratários6.
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