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Doenças demenciais: causas, diagnóstico e como preservar a qualidade de vida

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As doenças demenciais são um grupo de condições que comprometem progressivamente a memória, o raciocínio, a linguagem e outras funções cognitivas, interferindo na autonomia e na qualidade de vida. Embora sejam mais comuns com o envelhecimento, não fazem parte do processo normal da idade e podem ter diferentes causas.

A Doença de Alzheimer1 é a causa mais frequente, mas também existem formas vasculares2, frontotemporais, por corpos de Lewy e associadas a outras doenças. O diagnóstico3 precoce permite identificar causas tratáveis, instituir terapias que retardam a progressão em alguns casos e oferecer suporte adequado ao paciente e à família.

O acompanhamento multidisciplinar é fundamental para preservar a funcionalidade e o bem-estar pelo maior tempo possível.

O que são doenças demenciais?

Doenças demenciais são condições adquiridas, crônicas e, na maioria dos casos, progressivas que afetam a função cerebral, causando um declínio cognitivo4 progressivo, com alterações da memória, funções executivas, raciocínio, linguagem, habilidades visuoespaciais e comportamento, a ponto de comprometer a autonomia nas atividades da vida diária.

Algumas doenças demenciais comuns são: Doença de Alzheimer1, Demência5 vascular6, Demência5 com Corpos de Lewy, Demência5 Frontotemporal, transtorno neurocognitivo associado ao HIV7, comprometimento cognitivo4 relacionado ao uso crônico8 de álcool e Demência5 associada à Doença de Parkinson9.

Quais são as causas das doenças demenciais?

Cada uma das doenças demenciais tem mecanismos fisiopatológicos próprios. De modo geral, elas decorrem de processos neurodegenerativos, doenças cerebrovasculares, infecções10, distúrbios metabólicos, traumatismos cranianos ou outras condições capazes de provocar lesão11 neuronal progressiva.

Embora a idade avançada seja o principal fator de risco12, o envelhecimento normal, por si só, não causa demência5.

Quais são as principais doenças demenciais?

Doença de Alzheimer1

O Alzheimer13 é uma doença neurodegenerativa progressiva, ainda sem cura, mas para a qual existem tratamentos capazes de retardar modestamente a progressão dos sintomas14, melhorar a qualidade de vida e controlar alterações cognitivas e comportamentais. É causado pelo acúmulo anormal de placas15 de beta-amiloide e emaranhados neurofibrilares16 de proteína tau no cérebro17. Inicialmente, manifesta-se principalmente por perda da memória episódica recente, evoluindo posteriormente para comprometimento da linguagem, da orientação, de funções executivas e da autonomia funcional. É a forma mais comum de demência5, correspondendo a cerca de 60% a 70% dos casos.

Demência5 vascular6

Demência5 vascular6 é um termo geral que descreve qualquer demência5 cuja principal causa seja uma doença cerebrovascular18, como infartos cerebrais, doença de pequenos vasos ou hemorragias19. Pode apresentar evolução em degraus ou progressão lenta, dependendo da extensão das lesões20. Os déficits cognitivos21 costumam predominar nas funções executivas, atenção e velocidade de processamento, enquanto a memória pode estar relativamente preservada nas fases iniciais. Hipertensão arterial22, diabetes mellitus23, dislipidemia, tabagismo e fibrilação atrial constituem importantes fatores de risco.

Demência5 com Corpos de Lewy

A demência5 com Corpos de Lewy é um distúrbio neurodegenerativo caracterizado por declínio cognitivo4 progressivo associado a flutuações da atenção e do nível de consciência, alucinações24 visuais recorrentes, parkinsonismo e distúrbio comportamental do sono REM. É causada pelo acúmulo de alfa-sinucleína, formando os corpos de Lewy. Os pacientes apresentam elevada sensibilidade aos antipsicóticos típicos, que devem ser evitados sempre que possível.

Demência5 Frontotemporal

Demência5 Frontotemporal é o nome dado ao grupo de demências causadas pela degeneração25 dos lobos26 frontal e temporal. Diferentemente da Doença de Alzheimer1, os sintomas14 iniciais costumam ser alterações comportamentais, de personalidade ou de linguagem, enquanto a memória pode permanecer relativamente preservada nas fases iniciais. É mais frequente entre 45 e 65 anos, sendo uma das principais causas de demência5 de início precoce.

Transtorno neurocognitivo associado ao HIV7

Atualmente, o transtorno neurocognitivo associado ao HIV7 tornou-se menos frequente graças ao tratamento antirretroviral eficaz, mas ainda pode ocorrer em pessoas com infecção27 avançada ou tratamento inadequado. Caracteriza-se por deterioração progressiva da função cognitiva28, lentificação psicomotora29 e alterações de atenção e de funções executivas, podendo comprometer a marcha e a coordenação motora. O tratamento baseia-se principalmente no controle adequado da infecção27 pelo HIV7.

Comprometimento cognitivo4 relacionado ao uso crônico8 de álcool

O termo "demência5 alcoólica" vem sendo gradualmente substituído por "comprometimento cognitivo4 relacionado ao uso crônico8 de álcool", pois diferentes mecanismos podem estar envolvidos. O comprometimento cognitivo4 decorre da ação tóxica do álcool, deficiência de tiamina, doença hepática30, traumatismos cranianos e lesões20 vasculares2. A Síndrome31 de Wernicke-Korsakoff representa uma complicação importante e potencialmente evitável mediante reposição precoce de tiamina, especialmente em pessoas desnutridas ou com alcoolismo crônico8.

Demência5 associada à Doença de Parkinson9

A demência5 associada à doença de Parkinson9 é uma condição que ocorre em parte dos pacientes com doença de Parkinson9, geralmente após vários anos de evolução dos sintomas14 motores, embora exista grande variabilidade individual. Caracteriza-se por comprometimento da atenção, de funções executivas, da memória e das habilidades visuoespaciais, além de alterações comportamentais, depressão, ansiedade, apatia32, alucinações24 e distúrbios do sono. Pela chamada "regra de um ano", quando o comprometimento cognitivo4 surge antes ou até um ano após o início do parkinsonismo, considera-se mais provável o diagnóstico3 de Demência5 com Corpos de Lewy, e não de demência5 associada à Doença de Parkinson9.

Infográfico - Doenças Demenciais

Como preservar a qualidade de vida em pessoas com doenças demenciais?

Embora a maioria das doenças demenciais não tenha cura, diversas medidas podem retardar a perda funcional, reduzir complicações e melhorar a qualidade de vida do paciente e de seus familiares. O acompanhamento regular com neurologista33, geriatra ou psiquiatra permite ajustar o tratamento ao longo da evolução da doença e controlar sintomas14 cognitivos21, comportamentais e emocionais.

A prática de atividade física, uma alimentação equilibrada, um sono adequado e o controle de doenças como hipertensão arterial22, diabetes mellitus23 e colesterol34 elevado contribuem para a manutenção da saúde35 cerebral.

Também são importantes a estimulação cognitiva28, a participação em atividades sociais e de lazer, a manutenção de uma rotina estruturada e a adaptação do ambiente para prevenir quedas e outros acidentes.

Nos estágios mais avançados, o suporte da família e de uma equipe multidisciplinar, composta por médicos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, psicólogos e nutricionistas, torna-se fundamental para preservar a autonomia pelo maior tempo possível, aliviar sintomas14 e proporcionar maior conforto e segurança.

Leia também sobre "Prevenção do declínio cognitivo4" e "Como melhorar a sua memória".

 

Referências:

As informações veiculadas neste texto foram extraídas principalmente dos sites da Cleveland Clinic, da Healthline e da Mayo Clinic

ABCMED, 2026. Doenças demenciais: causas, diagnóstico e como preservar a qualidade de vida. Disponível em: <https://abc.cxpass.net/p/sinais.-sintomas-e-doencas/1511315/doencas-demenciais-causas-diagnostico-e-como-preservar-a-qualidade-de-vida.htm>. Acesso em: 24 jul. 2026.
Nota ao leitor:
As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

Complementos

1 Doença de Alzheimer: É uma doença progressiva, de causa e tratamentos ainda desconhecidos que acomete preferencialmente as pessoas idosas. É uma forma de demência. No início há pequenos esquecimentos, vistos pelos familiares como parte do processo normal de envelhecimento, que se vão agravando gradualmente. Os pacientes tornam-se confusos e por vezes agressivos, passando a apresentar alterações da personalidade, com distúrbios de conduta e acabam por não reconhecer os próprios familiares e até a si mesmos quando colocados frente a um espelho. Tornam-se cada vez mais dependentes de terceiros, iniciam-se as dificuldades de locomoção, a comunicação inviabiliza-se e passam a necessitar de cuidados e supervisão integral, até mesmo para as atividades elementares como alimentação, higiene, vestuário, etc..
2 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
3 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
4 Cognitivo: 1. Relativo ao conhecimento, à cognição. 2. Relativo ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
5 Demência: Deterioração irreversível e crônica das funções intelectuais de uma pessoa.
6 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
7 HIV: Abreviatura em inglês do vírus da imunodeficiência humana. É o agente causador da AIDS.
8 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
9 Doença de Parkinson: Doença degenerativa que afeta uma região específica do cérebro (gânglios da base), e caracteriza-se por tremores em repouso, rigidez ao realizar movimentos, falta de expressão facial e, em casos avançados, demência. Os sintomas podem ser aliviados por medicamentos adequados, mas ainda não se conhece, até o momento, uma cura definitiva.
10 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
11 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
12 Fator de risco: Qualquer coisa que aumente a chance de uma pessoa desenvolver uma doença.
13 Alzheimer: Doença degenerativa crônica que produz uma deterioração insidiosa e progressiva das funções intelectuais superiores. É uma das causas mais freqüentes de demência. Geralmente começa a partir dos 50 anos de idade e tem incidência similar entre homens e mulheres.
14 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
15 Placas: 1. Lesões achatadas, semelhantes à pápula, mas com diâmetro superior a um centímetro. 2. Folha de material resistente (metal, vidro, plástico etc.), mais ou menos espessa. 3. Objeto com formato de tabuleta, geralmente de bronze, mármore ou granito, com inscrição comemorativa ou indicativa. 4. Chapa que serve de suporte a um aparelho de iluminação que se fixa em uma superfície vertical ou sobre uma peça de mobiliário, etc. 5. Placa de metal que, colocada na dianteira e na traseira de um veículo automotor, registra o número de licenciamento do veículo. 6. Chapa que, emitida pela administração pública, representa sinal oficial de concessão de certas licenças e autorizações. 7. Lâmina metálica, polida, usualmente como forma em processos de gravura. 8. Área ou zona que difere do resto de uma superfície, ordinariamente pela cor. 9. Mancha mais ou menos espessa na pele, como resultado de doença, escoriação, etc. 10. Em anatomia geral, estrutura ou órgão chato e em forma de placa, como uma escama ou lamela. 11. Em informática, suporte plano, retangular, de fibra de vidro, em que se gravam chips e outros componentes eletrônicos do computador. 12. Em odontologia, camada aderente de bactérias que se forma nos dentes.
16 Emaranhados Neurofibrilares: Estruturas anormais (localizadas em várias partes do cérebro) compostas por arranjos densos de filamentos helicoidais pareados (neurofilamentos e microtúbulos). Estes empilhamentos helicoidais (duplas hélices) de subunidades transversas, apresentam-se em filamentos (semelhantes a fitas retorcidas para a esquerda) que provavelmente incorporam as seguintes proteínas
17 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
18 Doença cerebrovascular: É um dano aos vasos sangüíneos do cérebro que resulta em derrame (acidente vascular cerebral). Os vasos tornam-se obstruídos por depósitos de gordura (aterosclerose) ou tornam-se espessados ou duros bloqueando o fluxo sangüíneo para o cérebro. Quando o fluxo é interrompido, as células nervosas sofrem dano ou morrem, resultando no derrame. Pacientes com diabetes descompensado têm maiores riscos de AVC.
19 Hemorragias: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
20 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
21 Cognitivos: 1. Relativo ao conhecimento, à cognição. 2. Relativo ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
22 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
23 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
24 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
25 Degeneração: 1. Ato ou efeito de degenerar (-se). 2. Perda ou alteração (no ser vivo) das qualidades de sua espécie; abastardamento. 3. Mudança para um estado pior; decaimento, declínio. 4. No sentido figurado, é o estado de depravação. 5. Degenerescência.
26 Lobos: Lobo Frontal Lobo Parietal Lobo Temporal Lobo Occipital
27 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
28 Cognitiva: 1. Relativa ao conhecimento, à cognição. 2. Relativa ao processo mental de percepção, memória, juízo e/ou raciocínio. 3. Diz-se de estados e processos relativos à identificação de um saber dedutível e à resolução de tarefas e problemas determinados. 4. Diz-se dos princípios classificatórios derivados de constatações, percepções e/ou ações que norteiam a passagem das representações simbólicas à experiência, e também da organização hierárquica e da utilização no pensamento e linguagem daqueles mesmos princípios.
29 Psicomotora: Própria ou referente a qualquer resposta que envolva aspectos motores e psíquicos, tais como os movimentos corporais governados pela mente.
30 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
31 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
32 Apatia: 1. Em filosofia, para os céticos e os estoicos, é um estado de insensibilidade emocional ou esmaecimento de todos os sentimentos, alcançado mediante o alargamento da compreensão filosófica. 2. Estado de alma não suscetível de comoção ou interesse; insensibilidade, indiferença. 3. Em psicopatologia, é o estado caracterizado por indiferença, ausência de sentimentos, falta de atividade e de interesse. 4. Por extensão de sentido, é a falta de energia (física e moral), falta de ânimo; abatimento, indolência, moleza.
33 Neurologista: Médico especializado em problemas do sistema nervoso.
34 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
35 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
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