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Psicologia e Psiquiatria
Os delírios são crenças falsas, fixas e mantidas com convicção intensa, que persistem mesmo diante de evidências contrárias e não fazem parte das crenças culturais do indivíduo. Eles representam um dos principais sintomas1 dos transtornos psicóticos e podem ocorrer em diferentes doenças psiquiátricas e neurológicas. Os temas delirantes incluem perseguição, grandeza, referência, influência, ciúme, erotomania, alterações corporais, niilismo e culpa ou ruína. Reconhecer esses padrões é fundamental para o diagnóstico2 precoce, o tratamento adequado e a redução do risco de complicações.
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A desrealização é um transtorno dissociativo em que o ambiente parece estranho ou irreal, embora a pessoa mantenha o contato com a realidade. Geralmente está relacionada à ansiedade, ao estresse ou a traumas. O diagnóstico1 é clínico e o tratamento baseia-se principalmente em psicoterapia, controle dos fatores desencadeantes e tratamento das condições associadas. Embora possa causar grande sofrimento, a maioria dos pacientes apresenta boa evolução com acompanhamento adequado.
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O exibicionismo consiste na exposição dos órgãos genitais para obtenção de excitação sexual ou gratificação emocional. Quando esse comportamento é recorrente, envolve pessoas que não concordaram em participar da situação e causa sofrimento ou prejuízo funcional, pode caracterizar o Transtorno Exibicionista. Sua origem é multifatorial, envolvendo fatores psicológicos, neurobiológicos e sociais.
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A alimentação pode influenciar diretamente a ansiedade por meio de mecanismos que envolvem neurotransmissores, glicemia1, inflamação2 e microbiota3 intestinal. Enquanto alimentos ricos em cafeína e açúcar4 e ultraprocessados podem agravar sintomas5 ansiosos, uma dieta equilibrada, rica em nutrientes e alimentos naturais, tende a favorecer o bem-estar emocional. A relação é bidirecional: a ansiedade também altera o apetite e os hábitos alimentares. Compreender essa conexão ajuda a adotar escolhas mais saudáveis para a mente e o corpo.
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O estresse crônico1 é uma condição caracterizada pela ativação persistente dos sistemas de estresse do organismo, levando a alterações hormonais, imunológicas e metabólicas. Suas causas são multifatoriais, envolvendo fatores emocionais, sociais e clínicos, com manifestações físicas, psicológicas e cognitivas amplas. O diagnóstico2 é clínico e o tratamento baseia-se em psicoterapia, mudanças no estilo de vida e, quando necessário, uso criterioso de medicamentos.
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O transtorno explosivo intermitente1 é um transtorno psiquiátrico caracterizado por explosões súbitas e desproporcionais de agressividade, decorrentes de falha no controle dos impulsos e na regulação emocional. Está associado a alterações neurobiológicas, predisposição genética e fatores ambientais, podendo causar prejuízos significativos nas relações pessoais, profissionais e na saúde2 mental.
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Desregulações do humor são alterações persistentes e intensas do estado emocional que comprometem o funcionamento diário e a qualidade de vida. Incluem quadros como depressão, transtorno bipolar e distimia, resultantes da interação entre fatores biológicos, genéticos e psicossociais.
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O ruído alimentar é caracterizado por pensamentos repetitivos e intrusivos sobre comida, peso e escolhas alimentares, que não se relacionam apenas à fome fisiológica1. Ele resulta da interação entre fatores biológicos, psicológicos e socioculturais, sendo comum em pessoas com transtornos alimentares, ansiedade e histórico de dietas restritivas. Esse fenômeno pode causar sofrimento emocional significativo e prejudicar a relação com a alimentação. O tratamento envolve psicoterapia, reeducação alimentar e, quando necessário, medicação.
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As mutilações são danos graves ou permanentes causados ao corpo, podendo surgir de tradições culturais, interpretações religiosas, fatores psicológicos, violência, razões médicas ou acidentes. Embora algumas práticas sejam valorizadas dentro de determinados grupos, elas frequentemente geram conflitos éticos importantes relacionados à autonomia e aos direitos humanos. A medicina lida tanto com suas complicações quanto com o impacto físico e emocional que esses atos provocam.
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A comunicação não verbal, que abrange gestos, expressões faciais, postura, tom de voz e até o silêncio, exerce papel essencial na forma como os seres humanos se conectam, transmitem emoções e manejam relações interpessoais. Embora muitas vezes seja automática e inconsciente, pode também ser observada, interpretada e até utilizada de forma deliberada.
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