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Corrida para iniciantes: como começar com segurança e melhorar a saúde

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Como é a corrida?

A corrida é uma atividade física aeróbica que pode ser praticada com objetivos recreativos, de condicionamento físico, promoção da saúde1 ou competição. Em provas esportivas, os participantes procuram completar determinada distância no menor tempo possível, seja em modalidades de velocidade ou de resistência. Entretanto, a corrida também pode ser realizada simplesmente como forma de exercício e lazer, sem caráter competitivo. Muitas pessoas que participam de maratonas e corridas de rua, por exemplo, não têm como objetivo vencer a prova, mas sim superar desafios pessoais e melhorar a própria qualidade de vida.

A corrida pode ser feita ao ar livre, em ruas, parques, pistas e trilhas, ou em ambientes fechados, utilizando esteiras ergométricas. A chamada “corrida estacionária” ou “corrida na esteira” não é uma modalidade competitiva específica, mas sim uma forma de treinamento indoor bastante utilizada em academias e centros esportivos.

A prática regular da corrida está associada a diversos benefícios físicos e mentais. Ela melhora o condicionamento cardiorrespiratório, contribui para o controle do peso corporal, auxilia na prevenção de doenças cardiovasculares2, diabetes tipo 23 e hipertensão arterial4, além de favorecer o bem-estar psicológico. Durante a corrida, há participação intensa dos músculos dos membros inferiores5 e do tronco, com aumento do gasto energético e melhora progressiva da resistência física.

Estudos científicos mostram associação entre atividade física regular e aumento da expectativa de vida6. Um estudo clássico realizado pelo Instituto Cooper, nos Estados Unidos, sugeriu que a prática regular da corrida pode reduzir significativamente o risco de mortalidade7 precoce. No entanto, os benefícios dependem da regularidade, da intensidade adequada e da adaptação individual ao exercício.

Antes de iniciar a prática, é importante considerar fatores como idade, condicionamento físico, peso corporal, tabagismo, presença de doenças crônicas e histórico de sedentarismo8. Pessoas sedentárias ou com obesidade9, doenças cardiovasculares2, doenças pulmonares, dores articulares ou outras limitações devem iniciar o treinamento gradualmente, muitas vezes começando com caminhadas leves antes de evoluir para trotes e corridas.

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Como começar a correr?

Se a pessoa pretende começar a correr, é recomendável realizar uma avaliação médica prévia, especialmente quando houver sedentarismo8 prolongado, idade mais avançada ou doenças conhecidas. Essa avaliação ajuda a identificar fatores de risco cardiovasculares, limitações ortopédicas e o nível adequado de esforço físico para cada indivíduo. Não se deve basear apenas na experiência de amigos ou conhecidos, pois cada organismo possui características e necessidades próprias.

Após a liberação médica, é importante utilizar roupas leves, confortáveis e com boa ventilação10. Também é recomendável investir em um tênis apropriado para corrida, preferencialmente com orientação especializada. Embora os termos “pisada pronada”, “supinada” e “neutra” ainda sejam amplamente utilizados, atualmente sabe-se que o mais importante é o conforto, a estabilidade e a adaptação individual ao calçado, não existindo evidência consistente de que um tipo específico de tênis previna lesões11 em todos os corredores.

O treinamento deve começar de forma progressiva. Em geral, recomenda-se alternar períodos curtos de caminhada e corrida leve, aumentando gradualmente o tempo de corrida conforme ocorre melhora do condicionamento físico. Para iniciantes, costuma ser mais importante controlar o tempo de exercício do que a distância percorrida.

Antes da corrida, é recomendado realizar um aquecimento com caminhada leve e mobilização articular por alguns minutos. O chamado aquecimento dinâmico consiste em movimentos ativos e progressivos, como caminhada acelerada, trote leve, elevação dos joelhos, balanço controlado das pernas e mobilização de quadris e tornozelos, que ajudam a preparar músculos12, articulações13 e sistema cardiovascular14 para o exercício.

Os alongamentos intensos antes do exercício já não são considerados indispensáveis, podendo inclusive reduzir temporariamente a potência muscular quando feitos de forma exagerada. Atualmente, muitos especialistas priorizam o aquecimento dinâmico antes do treino e deixam os alongamentos estáticos para após a atividade física. Os exercícios de alongamento podem incluir músculos12 da panturrilha15, coxas16, quadris e região lombar17. Após a corrida, o desaquecimento com caminhada leve também ajuda na recuperação gradual da frequência cardíaca e da circulação18.

Para as mulheres, é importante utilizar tops esportivos ou sutiãs com boa sustentação, reduzindo o desconforto causado pelo movimento excessivo das mamas19 durante a corrida.

O controle da respiração também auxilia no conforto durante o exercício. Não existe uma única técnica obrigatória de respiração, mas muitas pessoas se adaptam bem inspirando pelo nariz20 e expirando pela boca21, especialmente em ritmos leves e moderados. Em exercícios mais intensos, é comum ocorrer respiração predominantemente pela boca21 para aumentar a ventilação10 pulmonar.

A alimentação antes da corrida deve ser leve e de fácil digestão22. Normalmente recomenda-se evitar refeições muito volumosas nas duas a três horas que antecedem o exercício. A ingestão de carboidratos pode ajudar no fornecimento de energia, enquanto proteínas23 e gorduras devem ser consumidas com moderação nesse período, dependendo da tolerância individual.

A hidratação é fundamental antes, durante e após a atividade física. Em corridas curtas, muitas vezes basta hidratar-se adequadamente antes e depois do exercício. Já em atividades prolongadas, especialmente em clima quente, pode ser necessário ingerir líquidos e eletrólitos24 durante o percurso.

Também é importante estabelecer metas realistas, criar uma rotina com horários regulares e definir o ambiente de treino, seja na rua, na esteira ou em trilhas. Com o passar das semanas, o tempo e a frequência dos treinos podem ser aumentados gradualmente, respeitando os limites do organismo e evitando excessos.

Quais são os benefícios da corrida?

A corrida proporciona benefícios importantes para a saúde1 física e mental. Do ponto de vista cardiovascular, ela melhora a capacidade cardiorrespiratória, aumenta a eficiência do coração25 e favorece o condicionamento físico geral. Também fortalece os músculos dos membros inferiores5, especialmente glúteos26, quadríceps, posteriores de coxa27 e panturrilhas28. A prática regular da corrida auxilia no controle do peso corporal por aumentar o gasto calórico.

Além disso, contribui para melhora da sensibilidade à insulina29, redução da gordura30 visceral e diminuição do risco de doenças crônicas, como hipertensão arterial4, diabetes tipo 23 e doenças cardiovasculares2. A corrida também pode ajudar na manutenção da densidade óssea, reduzindo o risco de osteopenia e osteoporose31 quando associada a alimentação adequada e treinamento compatível com a condição física do indivíduo.

No sistema nervoso central32, a atividade física estimula a liberação de endorfinas, dopamina33 e serotonina, substâncias relacionadas à sensação de bem-estar e melhora do humor. Por esse motivo, a corrida pode auxiliar na redução de sintomas34 de ansiedade e estresse, além de contribuir para melhora da qualidade do sono e da disposição diária.

Estudos demonstram ainda que a atividade física regular está associada à melhora da atenção, da memória e das funções cognitivas. Pesquisadores japoneses observaram que mesmo corridas de curta duração podem provocar alterações favoráveis em neurotransmissores cerebrais. Um estudo publicado em 2014 no Journal of the American College of Cardiology mostrou que pessoas que correm regularmente apresentam menor risco de mortalidade7 quando comparadas às sedentárias, inclusive em níveis moderados de prática esportiva.

Após a corrida, ocorre aumento transitório do metabolismo35 energético, fenômeno conhecido como consumo excessivo de oxigênio pós-exercício (EPOC), o que mantém o gasto calórico discretamente aumentado por algumas horas após o treino. Entretanto, a ideia de que o organismo permanece queimando calorias36 intensamente por até 36 horas varia conforme a intensidade e duração do exercício e costuma ser superestimada em muitas publicações populares.

Também é comum ocorrer redução temporária do apetite logo após exercícios intensos. Porém, posteriormente a fome pode aumentar devido ao maior gasto energético realizado pelo organismo.

Saiba mais sobre "Uma noite mal dormida x Insônia", "Sonolência depois do almoço" e "Privação do sono e suas consequências".

Quais costumam ser os fatores de risco e as intercorrências médicas que ocorrem nas corridas?

De modo geral, grande parte das lesões11 relacionadas à corrida pode ser prevenida com treinamento adequado, progressão gradual da carga de exercício e uso correto de equipamentos.

Os principais fatores de risco incluem excesso de treino, aumento muito rápido da intensidade ou da distância percorrida, recuperação insuficiente entre os treinos, obesidade9, fraqueza muscular, alterações biomecânicas, calçados inadequados, terrenos irregulares e exposição excessiva ao calor.

As intercorrências mais comuns incluem quedas, entorses37, distensões musculares e lesões11 por sobrecarga. As entorses37 ocorrem principalmente em tornozelos e joelhos, enquanto as distensões musculares costumam acometer panturrilhas28, posteriores de coxa27 e região anterior da coxa27.

Bolhas nos pés são frequentes em corredores de longa distância devido ao atrito repetitivo entre a pele38, as meias e o calçado. Tendinopatias, especialmente no tendão de Aquiles39 e na região dos joelhos, também são relativamente comuns, geralmente relacionadas ao excesso de impacto e recuperação inadequada.

As fraturas por estresse correspondem a pequenas fissuras40 ósseas causadas por microtraumas repetitivos, sendo mais frequentes em corredores que aumentam rapidamente o volume de treino sem adaptação progressiva.

As câimbras41 podem ocorrer em situações de esforço intenso, fadiga42 muscular, desidratação43 ou alterações hidroeletrolíticas, afetando principalmente as pernas durante corridas prolongadas.

Além das lesões11 ortopédicas, também podem ocorrer complicações clínicas relacionadas ao calor, como desidratação43, exaustão pelo calor e, em casos graves, insolação. Em corridas muito longas, especialmente sob calor intenso, pode haver ainda hiponatremia44 associada ao exercício, geralmente relacionada à ingestão excessiva de água sem reposição adequada de eletrólitos24.

Essas complicações podem ser prevenidas com treinamento gradual, períodos adequados de recuperação, hidratação apropriada, alimentação equilibrada, sono adequado e uso de roupas e calçados compatíveis com a atividade física.

Veja sobre "Genética e longevidade", "Estresse oxidativo" e "Consequências do emagrecimento rápido".

 

Referências:

As informações veiculadas neste texto foram extraídas principalmente dos sites da Harvard Health Publishing e da Johns Hopkins Medicine.

ABCMED, 2026. Corrida para iniciantes: como começar com segurança e melhorar a saúde. Disponível em: <https://abc.cxpass.net/p/vida-saudavel/1505155/corrida-para-iniciantes-como-comecar-com-seguranca-e-melhorar-a-saude.htm>. Acesso em: 7 mai. 2026.
Nota ao leitor:
As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

Complementos

1 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
2 Doenças cardiovasculares: Doença do coração e vasos sangüíneos (artérias, veias e capilares).
3 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
4 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
5 Músculos dos membros inferiores:
6 Expectativa de vida: A expectativa de vida ao nascer é o número de anos que se calcula que um recém-nascido pode viver caso as taxas de mortalidade registradas da população residente, no ano de seu nascimento, permaneçam as mesmas ao longo de sua vida.
7 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
8 Sedentarismo: Qualidade de quem ou do que é sedentário, ou de quem tem vida e/ou hábitos sedentários. Sedentário é aquele que se exercita pouco, que não se movimenta muito.
9 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.
10 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.
11 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
12 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
13 Articulações:
14 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
15 Panturrilha: 1. Proeminência muscular, situada na face posterossuperior da perna, formada especialmente pelos músculos gastrocnêmio e sóleo; sura, barriga da perna. 2. Por extensão de sentido, enchimento usado por baixo das meias, para melhorar a aparência das pernas.
16 Coxas: É a região situada abaixo da virilha e acima do joelho, onde está localizado o maior osso do corpo humano, o fêmur.
17 Região Lombar:
18 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
19 Mamas: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
20 Nariz: Estrutura especializada que funciona como um órgão do sentido do olfato e que também pertence ao sistema respiratório; o termo inclui tanto o nariz externo como a cavidade nasal.
21 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
22 Digestão: Dá-se este nome a todo o conjunto de processos enzimáticos, motores e de transporte através dos quais os alimentos são degradados a compostos mais simples para permitir sua melhor absorção.
23 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
24 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
25 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
26 Glúteos:
27 Coxa: É a região situada abaixo da virilha e acima do joelho, onde está localizado o maior osso do corpo humano, o fêmur.
28 Panturrilhas: 1. Proeminência muscular, situada na face posterossuperior da perna, formada especialmente pelos músculos gastrocnêmio e sóleo; sura, barriga da perna. 2. Por extensão de sentido, enchimento usado por baixo das meias, para melhorar a aparência das pernas.
29 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
30 Gordura: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Os alimentos que fornecem gordura são: manteiga, margarina, óleos, nozes, carnes vermelhas, peixes, frango e alguns derivados do leite. O excesso de calorias é estocado no organismo na forma de gordura, fornecendo uma reserva de energia ao organismo.
31 Osteoporose: Doença óssea caracterizada pela diminuição da formação de matriz óssea que predispõe a pessoa a sofrer fraturas com traumatismos mínimos ou mesmo na ausência deles. É influenciada por hormônios, sendo comum nas mulheres pós-menopausa. A terapia de reposição hormonal, que administra estrógenos a mulheres que não mais o produzem, tem como um dos seus objetivos minimizar esta doença.
32 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
33 Dopamina: É um mediador químico presente nas glândulas suprarrenais, indispensável para a atividade normal do cérebro.
34 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
35 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
36 Calorias: Dizemos que um alimento tem “x“ calorias, para nos referirmos à quantidade de energia que ele pode fornecer ao organismo, ou seja, à energia que será utilizada para o corpo realizar suas funções de respiração, digestão, prática de atividades físicas, etc.
37 Entorses: É a torção de uma articulação, com lesão dos ligamentos (estrutura que sustenta as articulações).
38 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
39 Tendão de Aquiles:
40 Fissuras: 1. Pequena abertura longitudinal em; fenda, rachadura, sulco. 2. Em geologia, é qualquer fratura ou fenda pouco alargada em terreno, rocha ou mesmo mineral. 3. Na medicina, é qualquer ulceração alongada e superficial. Também pode significar uma fenda profunda, sulco ou abertura nos ossos; cesura, cissura. 4. Rachadura na pele calosa das mãos ou dos pés, geralmente de pessoas que executam trabalhos rudes. 5. Na odontologia, é uma falha no esmalte de um dente. 6. No uso informal, significa apego extremo; forte inclinação; loucura, paixão, fissuração.
41 Câimbras: Contrações involuntárias, espasmódicas e dolorosas de um ou mais músculos.
42 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
43 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
44 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
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