Fotopsias são percepções luminosas sem estímulo externo, representando um sintoma1 e não uma doença. Podem ter origem ocular, neurológica, vascular2 ou sistêmica, variando de condições benignas a emergências oftalmológicas. A avaliação clínica cuidadosa, com exame oftalmológico e, quando necessário, investigação neurológica, é essencial. O tratamento depende da causa, sendo crucial reconhecer sinais3 de alerta para prevenir perda visual.
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A síndrome1 de Sorsby é uma distrofia2 macular hereditária rara causada por mutações no gene TIMP3, que levam ao acúmulo anormal de proteínas3 na membrana de Bruch4 e à degeneração5 progressiva da retina6. A doença costuma surgir entre os 30 e 50 anos e pode provocar perda progressiva da visão central7. Entre os sintomas8 iniciais estão dificuldade de adaptação ao escuro e distorção visual. Embora não haja cura, o tratamento das complicações pode ajudar a preservar a visão9.
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A ceratite amebiana é uma infecção1 grave da córnea2 causada pelo protozoário3 Acanthamoeba, mais comum em usuários de lentes de contato, especialmente quando há higiene inadequada. O principal sintoma4 é dor intensa e desproporcional ao exame inicial, associada a fotofobia5 e visão6 borrada. O diagnóstico7 precoce é essencial e o tratamento é prolongado, com colírios específicos capazes de eliminar as formas ativas e resistentes do microrganismo.
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A visão1 é um dos sentidos mais importantes para o ser humano, e o cuidado com os olhos2 envolve diversas áreas profissionais que, embora relacionadas, possuem focos e abordagens distintas. Embora os princípios científicos sejam universais, a regulamentação do exercício profissional varia conforme o país. Este texto enfatiza o contexto brasileiro, onde existem especificidades legais relevantes. O objetivo é esclarecer essas distinções para que as pessoas possam buscar o profissional adequado para suas necessidades visuais, com segurança e informação adequada.
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A amaurose é a perda parcial ou total da visão1, podendo ser congênita2, como na amaurose de Leber, ou transitória, como na amaurose fugaz. Suas causas vão de mutações genéticas a distúrbios vasculares3. O diagnóstico4 precoce é essencial para prevenir sequelas5 e identificar doenças sistêmicas graves.
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A alergia1 ocular, também conhecida como conjuntivite2 alérgica, é uma condição na qual a membrana conjuntiva3 dos olhos4 fica inflamada devido a uma reação alérgica5. A alergia1 ocular é uma forma não contagiosa6 de conjuntivite2, ao contrário da conjuntivite2 infecciosa, que é altamente contagiosa6, mas resulta em extremo desconforto para o paciente.
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A microcoria congênita1 refere-se a uma condição (extremamente rara) em que as pupilas são bilateralmente muito pequenas, de diâmetro de menos de 2 mm e pouco ou não reativas desde o nascimento, devido à insuficiência2 ou não existência do músculo dilatador da íris3. A condição é acompanhada, quase sempre, de defeitos de hipopigmentação e transiluminação, levando a erros de refração (miopia4, astigmatismo5) e, às vezes, a glaucoma6 de ângulo aberto juvenil.
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A amaurose fugaz é uma perda visual total ou parcial, súbita e transitória, em um ou em ambos os olhos1, geralmente de muito curta duração, podendo durar segundos ou alguns poucos minutos. Ela é frequentemente descrita como uma "cortina escura" que se move pelo campo visual2.
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A retinose pigmentar, também chamada retinite pigmentar ou retinopatia pigmentar, é uma distrofia1 retiniana genética hereditária que afeta a retina2, a parte do olho3 sensível à luz. Ela é caracterizada pela degeneração4 progressiva das células5 fotorreceptoras da retina2, conhecidas como cones e bastonetes, que deixam de captar a luz, prejudicando a formação da imagem pela retina2, processo esse que é essencial para a visão6 normal.
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A catarata1 é uma condição ocular comum que afeta a visão2, caracterizada pela opacificação progressiva do cristalino3, que é a lente natural do olho4, localizada atrás da íris5 e da pupila. O cristalino3 é responsável por focalizar a luz que entra no olho4 sobre a retina6 e assim ajudar na formação de imagens claras e nítidas. A cirurgia de catarata1 é um procedimento oftalmológico relativamente comum e destinado a remover o cristalino3 opacificado do olho4 e substituí-lo por uma lente intraocular artificial.
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