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Doenças metabólicas hereditárias e adquiridas: entenda as diferenças e quando suspeitar

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O que são doenças metabólicas?

Doenças metabólicas são enfermidades causadas por alterações no conjunto de processos químicos que o organismo utiliza para transformar os alimentos em energia, construir e reparar tecidos e eliminar resíduos, processo conhecido como metabolismo1. O metabolismo1 é responsável pela produção das substâncias necessárias ao funcionamento das células2 e pela manutenção de praticamente todas as funções vitais do organismo. Quando ocorre alguma alteração nesse processo, como deficiência ou ausência de uma enzima3, alterações hormonais, defeitos em proteínas4 transportadoras, acúmulo de determinadas substâncias ou deficiência de outras, podem surgir as chamadas doenças metabólicas ou distúrbios metabólicos.

Há dois grandes grupos principais dessas doenças. O primeiro é formado pelas doenças metabólicas hereditárias, também chamadas de erros inatos do metabolismo1, que geralmente são raras e costumam manifestar-se desde o nascimento ou durante a infância, embora algumas possam surgir apenas na adolescência ou na vida adulta. O segundo grupo corresponde às doenças metabólicas adquiridas, muito mais frequentes na população, que se desenvolvem ao longo da vida em consequência da interação entre fatores genéticos, alimentação inadequada, sedentarismo5, excesso de peso, envelhecimento, alterações hormonais e outros fatores ambientais.

Quais são as principais doenças metabólicas hereditárias?

1. Fenilcetonúria6

A fenilcetonúria6 é uma doença genética rara em que o organismo não consegue metabolizar adequadamente o aminoácido fenilalanina7 devido à deficiência da enzima3 fenilalanina7-hidroxilase ou, mais raramente, por alterações no metabolismo1 da tetraidrobiopterina (BH4), cofator necessário para a atividade dessa enzima3. O acúmulo de fenilalanina7 pode causar lesão8 cerebral progressiva, deficiência intelectual e alterações neurológicas quando a doença não é tratada desde os primeiros dias de vida.

O diagnóstico9 precoce é realizado por meio do teste do pezinho, permitindo o início imediato do tratamento. Embora não tenha cura, a doença pode ser controlada com dieta pobre em fenilalanina7 durante toda a vida, associada, em casos selecionados, ao uso de sapropterina, uma forma sintética de BH4, ou outras terapias específicas.

2. Doença de Gaucher

A doença de Gaucher é uma doença genética hereditária rara causada pela deficiência da enzima3 glicocerebrosidase (β-glicosidase ácida). Como consequência, ocorre acúmulo do glicocerebrosídeo10 principalmente no baço11, fígado12, medula óssea13 e, em alguns tipos da doença, no sistema nervoso14.

Os pacientes podem apresentar aumento do fígado12 e do baço11, anemia15, redução das plaquetas16, dores ósseas e fraturas. Embora não exista cura, a terapia de reposição enzimática e, em alguns casos, a terapia de redução de substrato permitem excelente controle da doença, melhorando significativamente a qualidade de vida e o prognóstico17 quando iniciadas precocemente.

3. Doença de Fabry

A doença de Fabry é uma doença genética rara causada por mutações no gene GLA, localizado no cromossomo18 X, que levam à deficiência da enzima3 alfa-galactosidase A. Como resultado, ocorre acúmulo progressivo de globotriaosilceramida (Gb3) em diferentes tecidos, especialmente vasos sanguíneos19, rins20, coração21 e sistema nervoso14.

Por ser uma doença ligada ao cromossomo18 X, geralmente apresenta manifestações mais graves nos homens, embora muitas mulheres também possam desenvolver sintomas22 importantes. Entre as manifestações estão dor neuropática23, diminuição da sudorese24, lesões25 cutâneas26 (angioceratomas), insuficiência renal27, cardiomiopatia e acidente vascular cerebral28 em idade precoce. O tratamento inclui terapia de reposição enzimática ou terapia oral com chaperona farmacológica (migalastate) em pacientes elegíveis, além do manejo das complicações.

4. Doenças mitocondriais

As doenças mitocondriais constituem um grupo heterogêneo de doenças genéticas causadas por mutações no DNA mitocondrial ou no DNA nuclear que comprometem a produção de energia pelas mitocôndrias29. Como essas organelas são responsáveis pela geração de ATP30 por meio da fosforilação oxidativa, tecidos com elevada demanda energética, como cérebro31, músculos32, coração21, olhos33 e fígado12, costumam ser os mais afetados.

As manifestações clínicas são bastante variadas e podem incluir fraqueza muscular, intolerância ao exercício, convulsões, perda auditiva, cardiomiopatia, diabetes34, alterações visuais e comprometimento neurológico progressivo.

5. Fibrose cística35

A fibrose cística35, também chamada de mucoviscidose36, é uma doença genética crônica causada por mutações no gene CFTR, responsável pelo transporte de cloro e bicarbonato através das membranas celulares. Essa alteração provoca produção de secreções espessas e viscosas que acometem principalmente pulmões37, pâncreas38, intestino, fígado12 e aparelho reprodutor.

Embora seja tradicionalmente classificada como uma doença genética multissistêmica e não como um erro inato clássico do metabolismo1, ela apresenta importantes repercussões metabólicas, especialmente relacionadas à insuficiência39 pancreática, desnutrição40 e alterações nutricionais. Atualmente, além do tratamento das complicações respiratórias e digestivas, muitos pacientes podem ser beneficiados pelos moduladores da proteína CFTR, que modificam a evolução da doença em indivíduos com mutações elegíveis.

6. Doença de Wilson41

A doença de Wilson41, também chamada de degeneração42 hepatolenticular, é um distúrbio hereditário do metabolismo1 do cobre causado por mutações no gene ATP7B, herdadas de forma autossômica43 recessiva.

Em indivíduos saudáveis, o excesso de cobre é eliminado pela bile44. Na doença de Wilson41, esse mecanismo encontra-se comprometido, levando ao acúmulo progressivo de cobre principalmente no fígado12, cérebro31, córnea45 e outros tecidos.

As manifestações podem incluir hepatite46, cirrose47, tremores e alterações psiquiátricas e neurológicas, além do anel de Kayser-Fleischer, observado em muitos pacientes com acometimento neurológico. O tratamento baseia-se em medicamentos quelantes do cobre, como penicilamina ou trientina, além do uso de sais de zinco em situações específicas, permitindo excelente controle da doença quando iniciado precocemente.

Leia também sobre "Síndrome48 cardiorrenal metabólica" e "Síndrome48 Ovariana Metabólica Poliendócrina".

Quais são as principais doenças metabólicas adquiridas?

7. Diabetes mellitus49 tipo 2

O diabetes mellitus49 tipo 2 é uma doença metabólica crônica caracterizada por níveis elevados de glicose50 no sangue51 decorrentes principalmente da resistência à insulina52 e da perda progressiva da capacidade das células beta pancreáticas53 de produzir esse hormônio54. A insulina55 permite a entrada da glicose50 nas células2 para produção de energia. Na resistência à insulina52, os tecidos respondem menos à sua ação, levando inicialmente ao aumento compensatório da produção de insulina55 e, posteriormente, ao esgotamento parcial da função pancreática, resultando em hiperglicemia56.

Os principais fatores de risco incluem excesso de peso, obesidade57, sedentarismo5, histórico familiar, idade avançada, hipertensão arterial58, dislipidemia, síndrome metabólica59, diabetes gestacional60 prévio e algumas condições étnicas e genéticas que aumentam a suscetibilidade à doença.

8. Obesidade57

A obesidade57 é uma doença crônica complexa caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura61 corporal capaz de comprometer a saúde62. Atualmente é reconhecida como uma doença multifatorial, resultante da interação entre fatores genéticos, hormonais, ambientais, comportamentais e sociais.

O diagnóstico9 baseia-se principalmente no índice de massa corporal63 (IMC64), sendo considerada obesidade57 quando o IMC64 é igual ou superior a 30 kg/m², classificada em graus I, II e III. Entretanto, a avaliação clínica deve incluir também a circunferência abdominal, a distribuição da gordura61 corporal e a presença de complicações associadas, uma vez que a gordura61 visceral está fortemente relacionada ao aumento do risco cardiovascular e metabólico.

9. Dislipidemias

As dislipidemias correspondem às alterações nos níveis sanguíneos de colesterol65 e triglicerídeos, incluindo elevação do colesterol65 LDL66, redução do colesterol65 HDL67 e aumento dos triglicerídeos.

Essas alterações aumentam significativamente o risco de aterosclerose68, infarto do miocárdio69, acidente vascular cerebral28 (AVC) e doença arterial periférica. Na maioria das vezes, não produzem sintomas22, motivo pelo qual são frequentemente identificadas apenas durante exames laboratoriais de rotina.

As dislipidemias podem ser primárias (genéticas) ou secundárias, associadas a doenças como diabetes34, hipotireoidismo70, doença renal71 crônica ou ao uso de determinados medicamentos.

10. Esteatose hepática72

A esteatose hepática72 consiste no acúmulo excessivo de gordura61 dentro dos hepatócitos. Considera-se esteatose73 quando a gordura61 representa mais de 5% do peso do fígado12.

É uma das doenças hepáticas74 mais frequentes no mundo e está fortemente associada à obesidade57, diabetes tipo 275, resistência à insulina52 e síndrome metabólica59.

Atualmente, a terminologia mais moderna engloba a esteatose73 associada à disfunção metabólica sob a denominação de doença hepática76 esteatótica associada à disfunção metabólica (MASLD), anteriormente conhecida como doença hepática76 gordurosa não alcoólica (DHGNA). Embora geralmente seja silenciosa, uma parcela dos pacientes pode evoluir com inflamação77 hepática76, fibrose78, cirrose47 e carcinoma79 hepatocelular.

11. Hipotireoidismo70

O hipotireoidismo70 é uma condição caracterizada pela produção insuficiente dos hormônios tireoidianos, responsáveis pela regulação do metabolismo1 corporal.

A redução desses hormônios diminui a velocidade do metabolismo1 e pode comprometer praticamente todos os órgãos e sistemas, provocando sintomas22 como fadiga80, ganho de peso, intolerância ao frio, pele81 seca, constipação82 intestinal, sonolência e lentificação dos reflexos.

A causa mais comum é a tireoidite de Hashimoto, uma doença autoimune83. Outras causas incluem cirurgia da tireoide84, tratamento com iodo radioativo85, deficiência de iodo, alguns medicamentos e doenças da hipófise86 ou do hipotálamo87.

12. Gota88

A gota88, também denominada artrite89 gotosa, é uma doença inflamatória causada pelo depósito de cristais de urato monossódico nas articulações90 e tecidos periarticulares.

O ácido úrico é um produto natural do metabolismo1 das purinas e normalmente é eliminado pelos rins20. A doença pode surgir devido à diminuição da eliminação renal71 do ácido úrico, produção aumentada ou ambos os mecanismos.

Entre os fatores de risco estão obesidade57, síndrome metabólica59, doença renal71 crônica, dieta rica em purinas, consumo excessivo de bebidas alcoólicas, especialmente cerveja, bebidas adoçadas com frutose91 e uso de determinados medicamentos, como diuréticos92.

13. Síndrome metabólica59

A síndrome metabólica59 é um conjunto de alterações metabólicas e cardiovasculares que aumentam significativamente o risco de diabetes mellitus49 tipo 2, infarto do miocárdio69, acidente vascular cerebral28 e doença cardiovascular em geral.

O diagnóstico9 é estabelecido quando estão presentes critérios definidos por sociedades científicas, incluindo obesidade57 abdominal, hiperglicemia56 ou diabetes34, hipertensão arterial58, triglicerídeos elevados e redução do colesterol65 HDL67. Esses fatores costumam estar relacionados à resistência à insulina52, considerada um dos principais mecanismos fisiopatológicos da síndrome48.

Veja mais em "O que significa o ganho de peso para o nosso organismo?"

 

Referências:

As informações veiculadas neste texto foram extraídas principalmente dos sites da Mayo Clinic, da Encyclopedia Britannica e da BVS - Biblioteca Virtual em Saúde.

ABCMED, 2026. Doenças metabólicas hereditárias e adquiridas: entenda as diferenças e quando suspeitar. Disponível em: <https://abc.cxpass.net/p/sinais.-sintomas-e-doencas/1509805/doencas-metabolicas-hereditarias-e-adquiridas-entenda-as-diferencas-e-quando-suspeitar.htm>. Acesso em: 2 jul. 2026.
Nota ao leitor:
As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

Complementos

1 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
2 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
3 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
4 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
5 Sedentarismo: Qualidade de quem ou do que é sedentário, ou de quem tem vida e/ou hábitos sedentários. Sedentário é aquele que se exercita pouco, que não se movimenta muito.
6 Fenilcetonúria: A Fenilcetonúria é uma doença genética caracterizada pelo defeito ou ausência da enzima fenilalanina hidroxilase (PAH). Esta proteína catalisa o processo de conversão da fenilalanina em tirosina. A tirosina está envolvida na síntese da melanina. Esta doença pode ser detectada logo após o nascimento através de triagem neonatal (conhecida como Teste do Pezinho). Nesta doença, alguns alimentos podem intoxicar o cérebro e causar um quadro de retardo mental irreversível. As crianças que nascem com ela têm um problema digestivo no fígado. Há um odor corporal forte e vômitos após as refeições. Seu tratamento consiste em retirar a fenilalanina da alimentação por toda a vida.
7 Fenilalanina: É um aminoácido natural, encontrado nas proteínas vegetais e animais, essencial para a vida humana.
8 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
9 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
10 Glicocerebrosídeo: Substância gordurosa que normalmente é fragmentada nos lisossomos, compartimentos das células onde são degradados vários materiais que precisam ser eliminados do organismo. O acúmulo desse material de depósito se deve à falta ou mau funcionamento de uma enzima, conhecida como glicocerebrosidase.
11 Baço:
12 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
13 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
14 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
15 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
16 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
17 Prognóstico: 1. Juízo médico, baseado no diagnóstico e nas possibilidades terapêuticas, em relação à duração, à evolução e ao termo de uma doença. Em medicina, predição do curso ou do resultado provável de uma doença; prognose. 2. Predição, presságio, profecia relativos a qualquer assunto. 3. Relativo a prognose. 4. Que traça o provável desenvolvimento futuro ou o resultado de um processo. 5. Que pode indicar acontecimentos futuros (diz-se de sinal, sintoma, indício, etc.). 6. No uso pejorativo, pernóstico, doutoral, professoral; prognóstico.
18 Cromossomo: Cromossomos (Kroma=cor, soma=corpo) são filamentos espiralados de cromatina, existente no suco nuclear de todas as células, composto por DNA e proteínas, sendo observável à microscopia de luz durante a divisão celular.
19 Vasos Sanguíneos: Qualquer vaso tubular que transporta o sangue (artérias, arteríolas, capilares, vênulas e veias).
20 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
21 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
22 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
23 Neuropática: Referente à neuropatia, que é doença do sistema nervoso.
24 Sudorese: Suor excessivo
25 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
26 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
27 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
28 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
29 Mitocôndrias: Organelas semi-autônomas que se auto-reproduzem, encontradas na maioria do citoplasma de todas as células, mas não de todos os eucariotos. Cada mitocôndria é envolvida por uma membrana dupla limitante. A membrana interna é altamente invaginada e suas projeções são denominadas cristas. As mitocôndrias são os locais das reações de fosforilação oxidativa, que resultam na formação de ATP. Elas contêm RIBOSSOMOS característicos, RNA DE TRANSFERÊNCIA, AMINOACIL-T RNA SINTASES e fatores de alongação e terminação. A mitocôndria depende dos genes contidos no núcleo das células no qual se encontram muitos RNAs mensageiros essenciais (RNA MENSAGEIRO). Acredita-se que a mitocôndria tenha se originado a partir de bactérias aeróbicas que estabeleceram uma relação simbiótica com os protoeucariotos primitivos.
30 ATP: Adenosina Trifosfato (ATP) é nucleotídeo responsável pelo armazenamento de energia. Ela é composta pela adenina (base azotada), uma ribose (açúcar com cinco carbonos) e três grupos de fosfato conectados em cadeia. A energia é armazenada nas ligações entre os fosfatos. O ATP armazena energia proveniente da respiração celular e da fotossíntese, para consumo imediato, não podendo ser estocada. A energia pode ser utilizada em diversos processos biológicos, tais como o transporte ativo de moléculas, síntese e secreção de substâncias, locomoção e divisão celular, dentre outros.
31 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
32 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
33 Olhos:
34 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
35 Fibrose cística: Doença genética autossômica recessiva que promove alteração de glândulas exócrinas do organismo. Caracterizada por infecções crônicas das vias aéreas, que leva ao desenvolvimento de bronquiectasias, insuficiência pancreática exócrina, disfunções intestinais, anormalidades das glândulas sudoríparas e disfunção genitourinária.
36 Mucoviscidose: Doença genética autossômica recessiva que promove alteração de glândulas exócrinas do organismo. Caracterizada por infecções crônicas das vias aéreas, que leva ao desenvolvimento de bronquiectasias, insuficiência pancreática exócrina, disfunções intestinais, anormalidades das glândulas sudoríparas e disfunção genitourinária.
37 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
38 Pâncreas: Órgão nodular (no ABDOME) que abriga GLÂNDULAS ENDÓCRINAS e GLÂNDULAS EXÓCRINAS. A pequena porção endócrina é composta pelas ILHOTAS DE LANGERHANS, que secretam vários hormônios na corrente sangüínea. A grande porção exócrina (PÂNCREAS EXÓCRINO) é uma glândula acinar composta, que secreta várias enzimas digestivas no sistema de ductos pancreáticos (que desemboca no DUODENO).
39 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
40 Desnutrição: Estado carencial produzido por ingestão insuficiente de calorias, proteínas ou ambos. Manifesta-se por distúrbios do desenvolvimento (na infância), atrofia de tecidos músculo-esqueléticos e caquexia.
41 Doença de Wilson: Doença de Wilson ou degeneração hepatolenticular é uma doença hereditária autossômica recessiva causada pelo acúmulo tóxico de cobre nos tecidos, principalmente no cérebro e no fígado, o que leva o portador a manifestar sintomas neuropsiquiátricos e de doença hepática. É tratada com medicamentos que reduzem a absorção de cobre ou removem seu excesso do corpo, mas ocasionalmente um transplante de fígado é necessário. Os distúrbios hepáticos mais proeminentes geralmente ocorrem em crianças e adolescentes, enquanto que os doentes com predominância de sintomas neurológicos e psiquiátricos têm geralmente vinte anos de idade ou mais no momento que procuram atendimento médico.
42 Degeneração: 1. Ato ou efeito de degenerar (-se). 2. Perda ou alteração (no ser vivo) das qualidades de sua espécie; abastardamento. 3. Mudança para um estado pior; decaimento, declínio. 4. No sentido figurado, é o estado de depravação. 5. Degenerescência.
43 Autossômica: 1. Referente a autossomo, ou seja, ao cromossomo que não participa da determinação do sexo; eucromossomo. 2. Cujo gene está localizado em um dos autossomos (diz-se da herança de características). As doenças gênicas podem ser classificadas segundo o seu padrão de herança genética em: autossômica dominante (só basta um alelo afetado para que se manifeste a afecção), autossômica recessiva (são necessários dois alelos com mutação para que se manifeste a afecção), ligada ao cromossomo sexual X e as de herança mitocondrial (necessariamente herdadas da mãe).
44 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
45 Córnea: Membrana fibrosa e transparente presa à esclera, constituindo a parte anterior do olho.
46 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
47 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
48 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
49 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
50 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
51 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
52 Resistência à insulina: Inabilidade do corpo para responder e usar a insulina produzida. A resistência à insulina pode estar relacionada à obesidade, hipertensão e altos níveis de colesterol no sangue.
53 Células beta Pancreáticas: Tipo de células pancreáticas, que representam de 50 a 80 por cento das ilhotas. As células beta secretam INSULINA
54 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
55 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
56 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
57 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.
58 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
59 Síndrome metabólica: Tendência de várias doenças ocorrerem ao mesmo tempo. Incluindo obesidade, resistência insulínica, diabetes ou pré-diabetes, hipertensão e hiperlipidemia.
60 Diabetes gestacional: Tipo de diabetes melito que se desenvolve durante a gravidez e habitualmente desaparece após o parto, mas aumenta o risco da mãe desenvolver diabetes no futuro. O diabetes gestacional é controlado com planejamento das refeições, atividade física e, em alguns casos, com o uso de insulina.
61 Gordura: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Os alimentos que fornecem gordura são: manteiga, margarina, óleos, nozes, carnes vermelhas, peixes, frango e alguns derivados do leite. O excesso de calorias é estocado no organismo na forma de gordura, fornecendo uma reserva de energia ao organismo.
62 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
63 Índice de massa corporal: Medida usada para avaliar se uma pessoa está abaixo do peso, com peso normal, com sobrepeso ou obesa. É a medida mais usada na prática para saber se você é considerado obeso ou não. Também conhecido como IMC. É calculado dividindo-se o peso corporal em quilogramas pelo quadrado da altura em metros. Existe uma tabela da Organização Mundial de Saúde que classifica as medidas de acordo com o resultado encontrado.
64 IMC: Medida usada para avaliar se uma pessoa está abaixo do peso, com peso normal, com sobrepeso ou obesa. É a medida mais usada na prática para saber se você é considerado obeso ou não. Também conhecido como IMC. É calculado dividindo-se o peso corporal em quilogramas pelo quadrado da altura em metros. Existe uma tabela da Organização Mundial de Saúde que classifica as medidas de acordo com o resultado encontrado.
65 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
66 LDL: Lipoproteína de baixa densidade, encarregada de transportar colesterol através do sangue. Devido à sua tendência em depositar o colesterol nas paredes arteriais e a produzir aterosclerose, tem sido denominada “mau colesterol“.
67 HDL: Abreviatura utilizada para denominar um tipo de proteína encarregada de transportar o colesterol sanguíneo, que se relaciona com menor risco cardiovascular. Também é conhecido como “Bom Colesterolâ€. Seus valores normais são de 35-50mg/dl.
68 Aterosclerose: Tipo de arteriosclerose caracterizado pela formação de placas de ateroma sobre a parede das artérias.
69 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
70 Hipotireoidismo: Distúrbio caracterizado por uma diminuição da atividade ou concentração dos hormônios tireoidianos. Manifesta-se por engrossamento da voz, aumento de peso, diminuição da atividade, depressão.
71 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
72 Esteatose hepática: Esteatose hepática ou “fígado gorduroso“ é o acúmulo de gorduras nas células do fígado.
73 Esteatose: Degenerescência gordurosa de um tecido.
74 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
75 Diabetes tipo 2: Condição caracterizada por altos níveis de glicose causada tanto por graus variáveis de resistência à insulina quanto por deficiência relativa na secreção de insulina. O tipo 2 se desenvolve predominantemente em pessoas na fase adulta, mas pode aparecer em jovens.
76 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
77 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
78 Fibrose: 1. Aumento das fibras de um tecido. 2. Formação ou desenvolvimento de tecido conjuntivo em determinado órgão ou tecido como parte de um processo de cicatrização ou de degenerescência fibroide.
79 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
80 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
81 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
82 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
83 Autoimune: 1. Relativo à autoimunidade (estado patológico de um organismo atingido por suas próprias defesas imunitárias). 2. Produzido por autoimunidade. 3. Autoalergia.
84 Tireoide: Glândula endócrina altamente vascularizada, constituída por dois lobos (um em cada lado da TRAQUÉIA) unidos por um feixe de tecido delgado. Secreta os HORMÔNIOS TIREOIDIANOS (produzidos pelas células foliculares) e CALCITONINA (produzida pelas células para-foliculares), que regulam o metabolismo e o nível de CÁLCIO no sangue, respectivamente.
85 Radioativo: Que irradia ou emite radiação, que contém radioatividade.
86 Hipófise:
87 Hipotálamo: Parte ventral do diencéfalo extendendo-se da região do quiasma óptico à borda caudal dos corpos mamilares, formando as paredes lateral e inferior do terceiro ventrículo.
88 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
89 Artrite: Inflamação de uma articulação, caracterizada por dor, aumento da temperatura, dificuldade de movimentação, inchaço e vermelhidão da área afetada.
90 Articulações:
91 Frutose: Açúcar encontrado naturalmente em frutas e mel. A frutose encontrada em alimentos processados é derivada do milho. Contém quatro calorias por grama.
92 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
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