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Afibrinogenemia - Uma doença rara que compromete a coagulação do sangue

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O que é a afibrinogenemia?

A afibrinogenemia é um distúrbio hemorrágico1 hereditário extremamente raro, caracterizado pela ausência praticamente completa de fibrinogênio2 plasmático, uma proteína essencial para a coagulação3 sanguínea. Essa condição compromete de forma crítica a formação do coágulo4 de fibrina5, resultando em sangramentos excessivos e potencialmente graves. Trata-se de uma doença de herança autossômica6 recessiva, o que significa que o indivíduo afetado herdou variantes patogênicas de ambos os genitores.

A forma congênita7 tem incidência8 estimada em cerca de 1 para cada 1.000.000 de indivíduos, embora possa ser mais frequente em populações com elevada consanguinidade. Não há predileção por sexo. A afibrinogenemia deve ser diferenciada de outras alterações relacionadas, como hipofibrinogenemia (redução quantitativa), disfibrinogenemia (alteração funcional) e hipodisfibrinogenemia.

Os sintomas9 costumam surgir já no período neonatal, embora a intensidade clínica seja variável. Sem diagnóstico10 e tratamento adequados, a doença pode impactar significativamente a qualidade de vida e aumentar o risco de complicações graves.

Quais são as causas da afibrinogenemia?

A afibrinogenemia decorre de mutações nos genes FGA, FGB e FGG, localizados no cromossomo11 4, responsáveis pela codificação das três cadeias do fibrinogênio2 (Aα, Bβ e γ). Essas mutações podem levar à ausência completa da síntese da proteína ou à produção de cadeias instáveis que não são adequadamente secretadas, resultando em níveis indetectáveis de fibrinogênio2.

Como a herança é autossômica6 recessiva, os pais geralmente são portadores assintomáticos, com níveis de fibrinogênio2 discretamente reduzidos ou até normais. A identificação de portadores e o diagnóstico10 pré-natal por meio de testes genéticos são possíveis e recomendados em famílias com casos conhecidos, permitindo aconselhamento genético adequado.

Leia sobre "Coagulação3 sanguínea", "Trombofilia12" e "Hemorragias13".

Qual é a fisiopatologia14 da afibrinogenemia?

O fibrinogênio2 é uma glicoproteína sintetizada no fígado15 e liberada na circulação16, com papel central na hemostasia17. Em condições normais, durante a lesão18 vascular19, ele é convertido em fibrina5 pela trombina20, formando uma rede estável que consolida o tampão plaquetário. Na afibrinogenemia, a ausência de fibrinogênio2 (geralmente <0,1 g/L ou indetectável) impede a formação dessa rede, resultando em um coágulo4 instável e incapaz de conter o sangramento de forma eficaz.

Além disso, o fibrinogênio2 também atua na agregação plaquetária por meio da ligação ao receptor GPIIb/IIIa, de modo que sua ausência compromete não apenas a coagulação3 secundária, mas também a hemostasia17 primária.

Curiosamente, pode haver tendência paradoxal21 à trombose22, possivelmente relacionada ao aumento da geração de trombina20 e à ausência do efeito regulador da fibrina5 sobre a coagulação3. Esse risco pode ser potencializado durante a terapia de reposição.

Quais são as características clínicas da afibrinogenemia?

As manifestações clínicas variam de leves a graves, sendo o sangramento o principal achado. No período neonatal, é típico o sangramento prolongado do coto umbilical, frequentemente a primeira manifestação da doença. Ao longo da vida, são comuns equimoses23, hematomas24, epistaxe25, gengivorragia e sangramentos após pequenos traumas.

Hemartroses e hematomas24 musculares podem ocorrer, levando a dor e limitação funcional. Também podem ser observadas hemorragias13 gastrointestinais, geniturinárias e, em casos graves, hemorragias13 intracranianas, que representam uma das complicações mais temidas.

Em mulheres, são frequentes menorragia26, infertilidade27 e abortamentos recorrentes, além de risco elevado de complicações hemorrágicas28 durante a gestação e o puerpério29.

Alguns pacientes desenvolvem cicatrização prejudicada e, mais raramente, cistos ósseos dolorosos. Eventos trombóticos30, embora menos comuns que os hemorrágicos31, podem ocorrer, especialmente após reposição de fibrinogênio2.

Como o médico diagnostica a afibrinogenemia?

O diagnóstico10 baseia-se na combinação de achados clínicos e laboratoriais. O médico deve suspeitar da condição em pacientes com sangramentos precoces, especialmente no período neonatal, ou história familiar sugestiva.

Os exames laboratoriais mostram prolongamento acentuado ou incoagulabilidade nos testes de coagulação3, incluindo tempo de protrombina32 (TP), tempo de tromboplastina33 parcial ativada (TTPA), tempo de trombina20 (TT) e tempo de reptilase. A dosagem de fibrinogênio2 plasmático revela níveis indetectáveis ou extremamente baixos. Testes viscoelásticos, como ROTEM ou TEG, podem auxiliar na avaliação global da coagulação3.

A confirmação diagnóstica é feita por testes genéticos, com identificação de mutações nos genes FGA, FGB ou FGG. O diagnóstico10 diferencial inclui hipofibrinogenemia e disfibrinogenemia, que apresentam níveis detectáveis de fibrinogênio2 ou discrepância entre atividade e antígeno34.

Como o médico trata a afibrinogenemia?

O tratamento baseia-se na reposição de fibrinogênio2, com o objetivo de controlar sangramentos e prevenir complicações. O concentrado de fibrinogênio2 plasmático é a opção de escolha, por ser mais seguro e padronizado. Em situações de sangramento ativo ou procedimentos invasivos, recomenda-se manter níveis de fibrinogênio2 geralmente acima de 1,0 a 1,5 g/L, podendo ser necessários níveis mais elevados em cirurgias de grande porte ou hemorragias13 graves. Quando o concentrado não está disponível, podem ser utilizados crioprecipitado35 ou plasma fresco congelado36, embora apresentem maior risco de reações adversas e transmissão de patógenos.

A profilaxia regular pode ser indicada em pacientes com história de sangramentos graves ou em situações especiais, como gravidez37, visando manter níveis adequados de fibrinogênio2.

Antifibrinolíticos38, como o ácido tranexâmico, são úteis em sangramentos mucosos. Em casos de trombose22, pode ser necessário o uso de anticoagulação, com avaliação criteriosa do risco-benefício.

O manejo deve ser individualizado e frequentemente envolve equipe multidisciplinar.

Veja também sobre "Plaquetas39 baixas", "Ferritina baixa", "Anemias" e "Hemograma".

Como evolui a afibrinogenemia?

Com diagnóstico10 precoce e tratamento adequado, muitos pacientes podem ter boa qualidade de vida e expectativa de vida40 próxima do normal. Sem tratamento, há elevado risco de complicações hemorrágicas28 graves, especialmente hemorragias13 intracranianas, que são uma das principais causas de mortalidade41.

O acompanhamento regular permite ajuste da terapia e monitoramento de complicações, incluindo eventos trombóticos30 associados à reposição. Mulheres com afibrinogenemia podem ter gestações bem-sucedidas, desde que acompanhadas de forma especializada e com reposição adequada de fibrinogênio2.

Quais são as complicações possíveis da afibrinogenemia?

As complicações incluem hemorragias13 graves, como intracranianas, gastrointestinais e pós-parto, que podem levar a sequelas42 neurológicas ou óbito43. Podem ocorrer também hemartroses recorrentes, com evolução para artropatia44 crônica, além de anemia45 secundária a sangramentos frequentes.

Eventos trombóticos30 venosos ou arteriais, como embolia46 pulmonar ou acidente vascular cerebral47, são descritos, especialmente em contexto de reposição de fibrinogênio2. Outras complicações incluem abortamentos recorrentes, cicatrização deficiente e impacto significativo na qualidade de vida.

O risco de complicações aumenta em situações como trauma, cirurgias e gestação, reforçando a necessidade de acompanhamento médico contínuo e manejo especializado.

 

Referências:

As informações veiculadas neste texto foram extraídas principalmente dos sites da BVS - Biblioteca Virtual em Saúde e da NORD - National Organization for Rare Disorders .

ABCMED, 2026. Afibrinogenemia - Uma doença rara que compromete a coagulação do sangue. Disponível em: <https://abc.cxpass.net/p/sinais.-sintomas-e-doencas/1503165/afibrinogenemia-uma-doenca-rara-que-compromete-a-coagulacao-do-sangue.htm>. Acesso em: 16 abr. 2026.
Nota ao leitor:
As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

Complementos

1 Hemorrágico: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
2 Fibrinogênio: Proteína plasmática precursora da fibrina (que dá origem à fibrina) e que participa da coagulação sanguínea.
3 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
4 Coágulo: 1. Em fisiologia, é uma massa semissólida de sangue ou de linfa. 2. Substância ou produto que promove a coagulação do leite.
5 Fibrina: Proteína formada no plasma a partir da ação da trombina sobre o fibrinogênio. Ela é o principal componente dos coágulos sanguíneos.
6 Autossômica: 1. Referente a autossomo, ou seja, ao cromossomo que não participa da determinação do sexo; eucromossomo. 2. Cujo gene está localizado em um dos autossomos (diz-se da herança de características). As doenças gênicas podem ser classificadas segundo o seu padrão de herança genética em: autossômica dominante (só basta um alelo afetado para que se manifeste a afecção), autossômica recessiva (são necessários dois alelos com mutação para que se manifeste a afecção), ligada ao cromossomo sexual X e as de herança mitocondrial (necessariamente herdadas da mãe).
7 Congênita: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
8 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
9 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
10 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
11 Cromossomo: Cromossomos (Kroma=cor, soma=corpo) são filamentos espiralados de cromatina, existente no suco nuclear de todas as células, composto por DNA e proteínas, sendo observável à microscopia de luz durante a divisão celular.
12 Trombofilia: Tendência aumentada a apresentar fenômenos tromboembólicos, seja esta hereditária ou adquirida.
13 Hemorragias: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
14 Fisiopatologia: Estudo do conjunto de alterações fisiológicas que acontecem no organismo e estão associadas a uma doença.
15 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
16 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
17 Hemostasia: Ação ou efeito de estancar uma hemorragia; mesmo que hemóstase.
18 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
19 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
20 Trombina: Enzima presente no plasma. Ela catalisa a conversão do fibrinogênio em fibrina, participando do processo de coagulação sanguínea.
21 Paradoxal: Que contém ou se baseia em paradoxo(s), que aprecia paradoxo(s). Paradoxo é o pensamento, proposição ou argumento que contraria os princípios básicos e gerais que costumam orientar o pensamento humano, ou desafia a opinião consabida, a crença ordinária e compartilhada pela maioria. É a aparente falta de nexo ou de lógica; contradição.
22 Trombose: Formação de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Pode ser venosa ou arterial e produz diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
23 Equimoses: Manchas escuras ou azuladas devido à infiltração difusa de sangue no tecido subcutâneo. A maioria aparece após um traumatismo, mas pode surgir espontaneamente em pessoas que apresentam fragilidade capilar ou alguma coagulopatia. Após um período de tempo variável, as equimoses desaparecem passando por diferentes gradações: violácea, acastanhada, esverdeada e amarelada.
24 Hematomas: Acúmulo de sangue em um órgão ou tecido após uma hemorragia.
25 Epistaxe: Hemorragia de origem nasal.
26 Menorragia: Também chamada de hipermenorréia, é a menstruação anormalmente longa e intensa em intervalos regulares. As causas podem ser: coagulação sangüínea anormal, desregulação hormonal do ciclo menstrual ou desordens do revestimento endometrial do útero. Dependendo da causa, a menorragia pode estar associada à menstruação dolorosa (dismenorréia).
27 Infertilidade: Capacidade diminuída ou ausente de gerar uma prole. O termo não implica a completa inabilidade para ter filhos e não deve ser confundido com esterilidade. Os clínicos introduziram elementos físicos e temporais na definição. Infertilidade é, portanto, freqüentemente diagnosticada quando, após um ano de relações sexuais não protegidas, não ocorre a concepção.
28 Hemorrágicas: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
29 Puerpério: Período que decorre desde o parto até que os órgãos genitais e o estado geral da mulher voltem às condições anteriores à gestação.
30 Trombóticos: Relativo à trombose, ou seja, à formação ou desenvolvimento de um trombo (coágulo).
31 Hemorrágicos: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
32 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
33 Tromboplastina: Conhecida como fator tissular ou Fator III, a tromboplastina é uma substância presente nos tecidos e no interior das plaquetas. Ela tem a função de transformar a protrombina em trombina na presença de íons cálcio, atuando de maneira importante no processo de coagulação.
34 Antígeno: 1. Partícula ou molécula capaz de deflagrar a produção de anticorpo específico. 2. Substância que, introduzida no organismo, provoca a formação de anticorpo.
35 Crioprecipitado: O crioprecipitado é a fração insolúvel em frio do plasma fresco congelado (PFC); contém o fator VIII, fibrinogênio, fator de Von Willebrand (FvW), fator XIII (FXIII) e fibronectina. Deve conter, no mínimo, 80 unidades do fator anti-hemofílico e 150 a 250 mg de fibrinogênio.
36 Plasma Fresco Congelado: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
37 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
38 Antifibrinolíticos: Medicamentos utilizados como inibidores da fibrinólise para reduzir os sangramentos.
39 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
40 Expectativa de vida: A expectativa de vida ao nascer é o número de anos que se calcula que um recém-nascido pode viver caso as taxas de mortalidade registradas da população residente, no ano de seu nascimento, permaneçam as mesmas ao longo de sua vida.
41 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
42 Sequelas: 1. Na medicina, é a anomalia consequente a uma moléstia, da qual deriva direta ou indiretamente. 2. Ato ou efeito de seguir. 3. Grupo de pessoas que seguem o interesse de alguém; bando. 4. Efeito de uma causa; consequência, resultado. 5. Ato ou efeito de dar seguimento a algo que foi iniciado; sequência, continuação. 6. Sequência ou cadeia de fatos, coisas, objetos; série, sucessão. 7. Possibilidade de acompanhar a coisa onerada nas mãos de qualquer detentor e exercer sobre ela as prerrogativas de seu direito.
43 Óbito: Morte de pessoa; passamento, falecimento.
44 Artropatia: Comprometimento patológico de uma artculação.
45 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
46 Embolia: Impactação de uma substância sólida (trombo, colesterol, vegetação, inóculo bacteriano), líquida ou gasosa (embolia gasosa) em uma região do circuito arterial com a conseqüente obstrução do fluxo e isquemia.
47 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
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