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Psicologia e Psiquiatria
O transtorno explosivo intermitente1 é um transtorno psiquiátrico caracterizado por explosões súbitas e desproporcionais de agressividade, decorrentes de falha no controle dos impulsos e na regulação emocional. Está associado a alterações neurobiológicas, predisposição genética e fatores ambientais, podendo causar prejuízos significativos nas relações pessoais, profissionais e na saúde2 mental.
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Desregulações do humor são alterações persistentes e intensas do estado emocional que comprometem o funcionamento diário e a qualidade de vida. Incluem quadros como depressão, transtorno bipolar e distimia, resultantes da interação entre fatores biológicos, genéticos e psicossociais.
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O ruído alimentar é caracterizado por pensamentos repetitivos e intrusivos sobre comida, peso e escolhas alimentares, que não se relacionam apenas à fome fisiológica1. Ele resulta da interação entre fatores biológicos, psicológicos e socioculturais, sendo comum em pessoas com transtornos alimentares, ansiedade e histórico de dietas restritivas. Esse fenômeno pode causar sofrimento emocional significativo e prejudicar a relação com a alimentação. O tratamento envolve psicoterapia, reeducação alimentar e, quando necessário, medicação.
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As mutilações são danos graves ou permanentes causados ao corpo, podendo surgir de tradições culturais, interpretações religiosas, fatores psicológicos, violência, razões médicas ou acidentes. Embora algumas práticas sejam valorizadas dentro de determinados grupos, elas frequentemente geram conflitos éticos importantes relacionados à autonomia e aos direitos humanos. A medicina lida tanto com suas complicações quanto com o impacto físico e emocional que esses atos provocam.
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A comunicação não verbal, que abrange gestos, expressões faciais, postura, tom de voz e até o silêncio, exerce papel essencial na forma como os seres humanos se conectam, transmitem emoções e manejam relações interpessoais. Embora muitas vezes seja automática e inconsciente, pode também ser observada, interpretada e até utilizada de forma deliberada.
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A grafofobia, ou "medo de escrever", é caracterizada por um temor irracional e persistente relacionado ao ato de escrever, seja em público ou em situações privadas. Algumas pessoas apresentam fobia1 especificamente quando precisam escrever diante de outras pessoas, como ao assinar documentos em um cartório ou durante uma prova com outros candidatos, enquanto outras sentem-se paralisadas apenas ao imaginar a possibilidade de escrever, mesmo sem serem observadas.
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Melancolia, também conhecida como depressão melancólica, é um estado emocional persistente e profundo de tristeza vaga (não associada a um motivo específico) e desânimo. Frequentemente, é acompanhada por perda de interesse em atividades habituais, dificuldades de concentração e uma sensação de vazio, que impede o indivíduo de desfrutar dos prazeres da vida. É um sentimento persistente que, em casos mais graves, pode evoluir para a depressão clínica.
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A influência da hereditariedade1 nas doenças mentais é um tema amplamente abordado pela genética e pela psiquiatria. Estudos demonstram que diversos transtornos psiquiátricos possuem um componente genético significativo, embora fatores ambientais também desempenhem um papel crucial no desenvolvimento dessas condições. Em alguns quadros psiquiátricos, a influência da herança parece predominar sobre o ambiente; em outros, ao contrário, a influência do ambiente parece ter maior significação.
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Sintomas1 internalizantes e externalizantes são categorias amplas utilizadas na psicologia e psiquiatria para descrever manifestações emocionais e comportamentais. Os sintomas1 internalizantes afetam predominantemente o mundo interno da pessoa e frequentemente não são tão evidentes aos outros. Os sintomas1 externalizantes, por outro lado, são comportamentos visíveis que afetam claramente o ambiente ao redor, geralmente caracterizados por impulsividade, agitação, desafio às regras e agressividade.
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Sabemos que a alimentação impacta diretamente a saúde1 física, mas cada vez mais estudos demonstram que também influencia significativamente a saúde1 mental. Uma dieta equilibrada pode ajudar na prevenção e no tratamento da depressão, reduzir o risco de comprometimento cognitivo2 e demência3, além de contribuir para a saúde1 mental de crianças e adolescentes.
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