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Ortopedia e Saúde
A tendinopatia patelar, conhecida como joelho do saltador, é uma lesão1 causada principalmente por sobrecarga repetitiva do tendão patelar2, comum em atletas e pessoas fisicamente ativas. O quadro provoca dor na parte anterior do joelho, especialmente durante saltos, corridas e agachamentos. O diagnóstico3 é predominantemente clínico, podendo ser complementado por exames de imagem. O tratamento baseia-se principalmente em fisioterapia4, controle da carga mecânica e fortalecimento muscular progressivo.
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A ruptura muscular ocorre quando a sobrecarga mecânica supera a resistência das fibras, variando de microlesões a rompimentos totais. O diagnóstico1 é clínico, auxiliado por exames de imagem, e o tratamento prioriza a reabilitação funcional progressiva para restaurar a força. Uma abordagem precoce e correta é essencial para evitar complicações como a fibrose2 e a miosite ossificante.
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As lesões1 musculares resultam de danos às fibras musculares2 causados por esforço excessivo, impacto ou alongamento além do limite fisiológico3. Podem manifestar-se como distensões, contusões ou rupturas, variando em gravidade. O diagnóstico4 e o tratamento adequados são essenciais para evitar complicações e garantir a recuperação funcional completa.
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No contexto médico, "plicas" se refere a uma série de pregas ou dobras de tecido1 fibroso espesso que são encontradas no corpo humano2. A síndrome3 de plica em geral diz respeito à inflamação4 ou irritação da plica sinovial encontrada no joelho. A denominação "síndrome3 de plica" se refere comumente ao joelho porque essa articulação5 é muito mais frequentemente afetada que as demais.
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A síndrome1 de Hoffa, também conhecida como síndrome1 da almofada patelar, é a inflamação2 do coxim gorduroso3 existente na região infrapatelar, que pode levar a lesões4 artrofibróticas. Esse coxim5 fica no compartimento anterior do joelho como uma massa de tecido adiposo6 intracapsular, mas extra sinovial (extra articular).
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O processo de ossificação, também chamado osteogênese, é o processo de formação do tecido ósseo1 a partir do tecido conjuntivo2 embrionário ou cartilaginoso. Durante a ossificação, as células3 ósseas, como os osteoblastos e osteócitos, depositam materiais calcificados na matriz extracelular, formando um tecido4 duro e resistente, que é o osso.
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A biomecânica e a cinesiologia são ramos do conhecimento que permitem analisar os movimentos articulares nos planos anatômicos, entender de que forma as estruturas do corpo respondem à aplicação de cargas mecânicas e de que forma as forças externas ou internas atuam sobre e modificam o movimento humano.
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As discopatias, também chamadas degenerações dos discos intervertebrais, são alterações que afetam os discos intervertebrais, geralmente diminuindo o intervalo entre as vértebras e comprimindo as raízes nervosas1 emergentes entre elas. Apesar de serem mais comuns na região lombar2, também podem afetar as outras partes da coluna.
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O pé equino é uma malformação1 no pé que compromete a flexibilidade na região dos tornozelos, dificultando a realização de movimentos, principalmente para caminhar. A flexão para cima da articulação do tornozelo2 é limitada, ou seja, alguém com pé equino não possui a flexibilidade necessária para trazer a parte superior do pé em direção à parte da frente da perna. Existem dois tipos de pé equino: pé equino espástico e pé equino flácido.
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Os joelhos são uma das principais articulações1 do corpo humano2 e por isso mesmo os problemas relativos a eles são uma das mais frequentes queixas nos consultórios dos ortopedistas. As queixas mais comuns são dores decorrentes de lesões3 durante a prática de esportes, ou devidas à obesidade4, quedas e pancadas; tendinites; atrites; artroses; luxações da patela5 e lesão6 dos ligamentos7.
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