Índice glicêmico e carga glicêmica são medidas que ajudam a prever como os alimentos ricos em carboidratos afetam os níveis de glicose1 no sangue2. Enquanto o índice glicêmico avalia a velocidade da resposta glicêmica, a carga glicêmica também considera a quantidade de carboidratos consumida. Juntos, esses conceitos auxiliam no controle do diabetes3, no manejo do peso e no planejamento da alimentação. Conhecer ambos permite fazer escolhas alimentares mais equilibradas e adequadas às necessidades de cada pessoa.
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O edema macular1 diabético é uma das principais causas de perda visual em pessoas com diabetes2 e resulta do vazamento de líquido dos vasos da retina3 para a mácula4. Inicialmente pode não causar sintomas5, mas pode evoluir com visão6 borrada, dificuldade para leitura e perda progressiva da visão central7. O diagnóstico8 é feito principalmente pela tomografia de coerência óptica (OCT) e o tratamento inclui controle rigoroso do diabetes2, injeções intravítreas de anti-VEGF, corticosteroides e, em casos selecionados, laser ou cirurgia. O diagnóstico8 precoce e o acompanhamento oftalmológico regular são fundamentais para preservar a visão6.
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A metformina1 é o medicamento mais utilizado no tratamento do diabetes tipo 22, ajudando a reduzir a glicose3 no sangue4 e a melhorar a sensibilidade à insulina5. Ela apresenta baixo risco de hipoglicemia6, não costuma causar ganho de peso e pode ser utilizada em outras condições, como a Síndrome7 Ovariana Metabólica Poliendócrina (SOMP) e o pré-diabetes8. Seus efeitos adversos mais comuns são gastrointestinais e o uso prolongado pode reduzir os níveis de vitamina9 B12. Embora seja considerada segura para a maioria dos pacientes, existem contraindicações.
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O diabetes tipo 21 atinge cerca de 20 milhões de brasileiros e sua prevalência2 continua em ascensão, impulsionada pela obesidade3 e pelo sedentarismo4. O impacto clínico e econômico é crescente, com altas taxas de complicações e subdiagnóstico. No entanto, segundo a SBD e a OPAS, até 80% dos casos podem ser evitados ou revertidos com alimentação saudável, atividade física e diagnóstico5 precoce.
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O diabetes tipo 21 é uma doença crônica caracterizada por resistência à insulina2 e produção insuficiente do hormônio3, podendo ser controlada e, em alguns casos, entrar em remissão com mudanças no estilo de vida e tratamento adequado. Recentemente, foi documentado na China o primeiro caso de possível cura, por meio de transplante de ilhotas pancreáticas4 derivadas de células-tronco5 do próprio paciente. O método restaurou a produção de insulina6, permitindo a suspensão de medicamentos, mas ainda requer mais estudos para aplicação ampla.
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O diabetes mellitus1 é uma doença crônica marcada por hiperglicemia2 persistente devido à deficiência ou mau uso da insulina3. Afeta milhões de pessoas globalmente e exige manejo contínuo. Avanços recentes no tratamento dos diabetes tipo 14 e tipo 2 têm melhorado o controle glicêmico e a qualidade de vida. Novas terapias e tecnologias oferecem resultados clínicos superiores e abordagens mais personalizadas.
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O índice glicêmico (IG) é uma medida que classifica os alimentos de acordo com o efeito que eles têm sobre os níveis de açúcar1 no sangue2. Corresponde à velocidade com que os carboidratos dos alimentos aumentam o açúcar1 no sangue2. Já a carga glicêmica é o efeito produzido pela quantidade de carboidrato3 presente no alimento, levando em consideração o seu efeito sobre o açúcar1 no sangue2: quanto mais carboidrato3, maior será a alteração na glicemia4.
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O índice HOMA (sigla em inglês de Homeostatic Model Assessment) é uma ferramenta utilizada no exame de sangue1 para avaliar a resistência à insulina2 (HOMA-IR3) e a função das células beta pancreáticas4 (HOMA-beta) no corpo humano5 e, assim, auxiliar no diagnóstico6 do diabetes7. Ele é calculado matematicamente a partir dos níveis de glicose8 e insulina9 no sangue1 em jejum e é usado como uma medida indireta da sensibilidade à insulina9.
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Chama-se resistência à insulina1 a situação em que a insulina2 perde parte da sua eficiência e não consegue mais transportar a glicose3 da circulação4 sanguínea para o interior das células5 do organismo, como acontecia anteriormente, principalmente para as células5 do fígado6, dos músculos7 e do tecido adiposo8, onde pode ficar acumulada como reserva de energia.
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O diabetes tipo 21 é uma doença crônica em que o corpo não consegue controlar os níveis de açúcar2 no sangue3 de maneira eficiente devido a uma resistência à insulina4, que torna difícil para a glicose5 penetrar nas células6 e, assim, ela se acumula no sangue3. O diabetes tipo 21 é o tipo mais comum de diabetes mellitus7 e geralmente se desenvolve em adultos acima dos 40 anos, mas também pode afetar crianças e pessoas mais jovens.
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