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A proteção contra o HPV começa com a vacinação

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A vacina1 contra o HPV é uma das formas mais eficazes de prevenir infecções2 pelos tipos de papilomavírus humano associados a verrugas genitais e diversos tipos de câncer3. Ela estimula o organismo a produzir anticorpos4 capazes de impedir a infecção5 antes que ela ocorra.

Recomendada preferencialmente antes do início da vida sexual, a vacinação oferece maior proteção quando administrada na infância ou adolescência. Além de ser segura, contribui significativamente para a redução da ocorrência de cânceres de colo do útero6, ânus7, pênis8, vulva9, vagina10 e orofaringe11.

O que é HPV?

O HPV é a sigla para papilomavírus humano (Human papillomavirus, em inglês), um grupo de vírus12 bastante comum que infecta a pele13 e as mucosas14 do corpo humano15. Existem mais de 200 tipos de HPV identificados, dos quais cerca de 40 podem infectar a região anogenital e a orofaringe11. Alguns tipos causam verrugas comuns na pele13, enquanto outros podem infectar regiões como boca16, garganta17, ânus7 e órgãos genitais.

A principal forma de transmissão do HPV ocorre por meio do contato direto com a pele13 ou mucosa18 infectada, sendo a relação sexual vaginal, anal ou oral a via mais frequente de contágio19. A transmissão também pode ocorrer pelo contato íntimo pele13 a pele13, mesmo sem penetração. Por ser um vírus12 muito disseminado, estima-se que grande parte das pessoas sexualmente ativas terá contato com o HPV em algum momento da vida, muitas vezes sem apresentar sintomas20.

Os tipos de HPV são classificados em dois grandes grupos: tipos de baixo risco oncogênico e tipos de alto risco oncogênico. Os tipos de baixo risco, especialmente os HPV 6 e 11, geralmente causam verrugas genitais e raramente evoluem para doenças graves. Já os tipos de alto risco, principalmente os HPV 16 e 18, estão associados ao desenvolvimento de vários tipos de câncer3, especialmente o câncer3 do colo do útero6, mas também podem estar relacionados a câncer3 de ânus7, pênis8, vulva9, vagina10 e orofaringe11.

Na maioria dos casos, o próprio sistema imunológico21 elimina o vírus12 naturalmente ao longo do tempo. No entanto, em algumas pessoas, a infecção5 persiste e pode provocar alterações celulares que evoluem lentamente para lesões22 pré-cancerosas e câncer3. Por esse motivo, a prevenção é considerada fundamental, e a vacinação contra o HPV representa uma das estratégias mais importantes de saúde23 pública.

O que é a vacina1 contra o HPV?

A vacina1 contra o HPV é um imunizante24 desenvolvido para proteger o organismo contra os tipos mais importantes do papilomavírus humano. Ela estimula o sistema imunológico21 a produzir anticorpos4 capazes de reconhecer e neutralizar o vírus12 antes que ele cause infecção5 ou doenças associadas.

As vacinas atualmente utilizadas foram projetadas para proteger principalmente contra os tipos de HPV mais frequentemente associados ao desenvolvimento de câncer3 e verrugas genitais. Entre eles, destacam-se os HPV 16 e 18, responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer3 do colo do útero6, além dos HPV 6 e 11, responsáveis pela maioria das verrugas genitais. A vacina1 nonavalente, utilizada em diversos países, amplia essa proteção ao incluir outros tipos de alto risco oncogênico.

É importante ressaltar que a vacina1 não trata infecções2 já existentes nem doenças causadas pelo HPV. Sua função principal é preventiva, ou seja, impedir que a pessoa se infecte por determinados tipos do vírus12 no futuro. Por isso, a vacinação é recomendada preferencialmente antes do início da vida sexual, quando a probabilidade de exposição ao vírus12 ainda é menor.

Saiba mais sobre "Calendário de Vacinação", "Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs)" e "Sexo oral e sexo anal"

Como é feita a vacina1 contra o HPV?

A vacina1 contra o HPV é produzida por meio de tecnologia biotecnológica avançada. Diferentemente de algumas vacinas tradicionais, ela não contém o vírus12 vivo nem vírus12 capazes de causar doença. Em vez disso, é fabricada a partir de partículas semelhantes ao vírus12 (virus12-like particles ou VLPs), formadas por proteínas25 da cápsula externa do HPV produzidas em laboratório. Embora imitem a estrutura externa do vírus12 real, essas partículas não contêm material genético viral. Isso significa que não podem se multiplicar nem provocar infecção5.

Durante o processo de fabricação, cientistas utilizam células cultivadas26 em laboratório para produzir essas proteínas25 virais. Em seguida, elas se organizam espontaneamente formando estruturas muito semelhantes ao vírus12 verdadeiro. Essas estruturas são purificadas e preparadas para compor a vacina1.

Quando a vacina1 é aplicada, o sistema imunológico21 reconhece essas partículas como agentes estranhos e passa a produzir anticorpos4 específicos contra elas. Assim, se a pessoa entrar em contato com o HPV no futuro, o sistema de defesa já estará preparado para combatê-lo de forma rápida e eficiente.

Por que se vacinar contra o HPV?

Tomar a vacina1 contra o HPV é importante por vários motivos relacionados à prevenção de doenças e à proteção da saúde23 individual e coletiva. Em primeiro lugar, a vacina1 reduz significativamente o risco de infecção5 pelos tipos de HPV mais perigosos. Como alguns desses tipos estão diretamente associados ao desenvolvimento de doenças graves, a vacinação ajuda a prevenir condições que podem surgir anos ou até décadas após a infecção5 inicial.

Outro motivo importante é a prevenção do câncer3 do colo do útero6. Esse tipo de câncer3 está fortemente ligado à infecção5 persistente por certos tipos de HPV. Estudos realizados em diversos países demonstram que a vacinação reduz de forma expressiva a ocorrência de infecções2 persistentes, lesões22 pré-cancerosas e, consequentemente, casos de câncer3 relacionados ao HPV.

Além disso, a vacina1 também ajuda a prevenir verrugas genitais, que podem causar desconforto físico e impacto emocional significativo. A vacinação ainda contribui para a redução de outros cânceres relacionados ao HPV, como os de ânus7, pênis8, vulva9, vagina10 e orofaringe11.

Outro aspecto relevante é que a vacina1 protege tanto meninas quanto meninos. Embora o câncer3 do colo do útero6 seja um dos principais focos das campanhas de vacinação, os homens também podem desenvolver doenças associadas ao HPV e transmitir o vírus12 para outras pessoas. Portanto, a vacinação de ambos os sexos é considerada uma estratégia eficaz para reduzir a circulação27 do vírus12 na população.

Confira no infográfico abaixo um resumo sobre a vacinação contra o HPV (clique sobre a imagem para visualizá-la ampliada). Continue lendo o artigo para saber como tomar a vacina1 e quais as possíveis reações.

Infográfico - Vacinação contra o HPV

Como tomar a vacina1 contra o HPV?

A vacina1 contra o HPV é administrada por meio de injeção intramuscular28, geralmente aplicada na região do deltóide, no braço. O esquema de vacinação pode variar conforme a idade da pessoa, sua condição imunológica e as recomendações vigentes das autoridades de saúde23.

No Brasil, o Programa Nacional de Imunizações recomenda, de forma geral, a vacinação de rotina para meninas e meninos de 9 a 14 anos, preferencialmente antes do início da vida sexual. Atualmente, o esquema utilizado nessa faixa etária é de dose única.

Pessoas imunossuprimidas, incluindo indivíduos vivendo com HIV29, transplantados e pacientes oncológicos, podem necessitar de esquemas diferenciados, geralmente com três doses, conforme orientação médica e protocolos vigentes.

A vacinação também pode ser recomendada para adolescentes e adultos que ainda não foram imunizados, de acordo com a avaliação médica e as diretrizes de saúde23 pública.

Mesmo após a vacinação, recomenda-se manter medidas de prevenção, como o uso de preservativos. As mulheres também devem seguir as recomendações de rastreamento do câncer3 do colo do útero6 por meio dos exames indicados para sua faixa etária, uma vez que a vacina1 não protege contra todos os tipos oncogênicos de HPV.

Quais são as possíveis reações à vacina1 contra o HPV?

Assim como outras vacinas, a vacina1 contra o HPV pode causar algumas reações após a aplicação. Na maioria dos casos, essas reações são leves, temporárias e desaparecem espontaneamente em poucos dias.

As reações mais comuns ocorrem no local da aplicação e incluem dor, vermelhidão, inchaço30 leve e sensibilidade na região da injeção31. Além dessas manifestações locais, algumas pessoas podem apresentar sintomas20 gerais leves, como febre32 baixa, dor de cabeça33, cansaço, tontura34, náuseas35 e dores musculares.

Também podem ocorrer episódios de desmaio (síncope36), especialmente em adolescentes, motivo pelo qual é recomendado permanecer em observação por alguns minutos após a vacinação.

Reações alérgicas graves, como anafilaxia37, são extremamente raras. Diversos estudos realizados ao redor do mundo demonstraram que a vacina1 contra o HPV possui um perfil de segurança elevado e que os benefícios da vacinação superam amplamente os riscos de efeitos adversos.

Veja sobre "Métodos anticoncepcionais", "Exame de Papanicolau38 ou Citologia Oncótica" e "Meu preventivo39 deu NIC. E agora, o que é isso?"

 

Referências:

As informações veiculadas neste texto foram extraídas principalmente dos sites do Ministério da Saúde, da OPAS - Organização Pan-Americana de Saúde e da Secretaria de Saúde do Estado Minas Gerais.

ABCMED, 2026. A proteção contra o HPV começa com a vacinação. Disponível em: <https://abc.cxpass.net/p/prevencao-em-saude/1507365/a-protecao-contra-o-hpv-comeca-com-a-vacinacao.htm>. Acesso em: 1 jun. 2026.
Nota ao leitor:
As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

Complementos

1 Vacina: Tratamento à base de bactérias, vírus vivos atenuados ou seus produtos celulares, que têm o objetivo de produzir uma imunização ativa no organismo para uma determinada infecção.
2 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
3 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
4 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
5 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
6 Colo do útero: Porção compreendendo o pescoço do ÚTERO (entre o ístmo inferior e a VAGINA), que forma o canal cervical.
7 Ânus: Segmento terminal do INTESTINO GROSSO, começando na ampola do RETO e terminando no ânus.
8 Pênis: Órgão reprodutor externo masculino. É composto por uma massa de tecido erétil encerrada em três compartimentos cilíndricos fibrosos. Dois destes compartimentos, os corpos cavernosos, ficam lado a lado ao longo da parte superior do órgão. O terceiro compartimento (na parte inferior), o corpo esponjoso, abriga a uretra.
9 Vulva: Genitália externa da mulher, compreendendo o CLITÓRIS, os lábios, o vestíbulo e suas glândulas.
10 Vagina: Canal genital, na mulher, que se estende do ÚTERO à VULVA. (Tradução livre do original
11 Orofaringe: Parte mediana da faringe, entre a boca e a rinofaringe.
12 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
13 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
14 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
15 Corpo humano: O corpo humano é a substância física ou estrutura total e material de cada homem. Ele divide-se em cabeça, pescoço, tronco e membros. A anatomia humana estuda as grandes estruturas e sistemas do corpo humano.
16 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
17 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
18 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
19 Contágio: 1. Em infectologia, é a transmissão de doença de uma pessoa a outra, por contato direto ou indireto. 2. Na história da medicina, aplica-se a qualquer doença contagiosa. 3. No sentido figurado, é a transmissão de características negativas, de vícios, etc. ou então a reprodução involuntária de reação alheia.
20 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
21 Sistema imunológico: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
22 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
23 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
24 Imunizante: Que ou o que imuniza; que faz ficar imune ou refratário a um agente patogênico ou a uma moléstia infecciosa.
25 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
26 Células Cultivadas: Células propagadas in vitro em meio especial apropriado ao seu crescimento. Células cultivadas são utilizadas no estudo de processos de desenvolvimento, processos morfológicos, metabólicos, fisiológicos e genéticos, entre outros.
27 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
28 Injeção intramuscular: Injetar medicamento em forma líquida no músculo através do uso de uma agulha e seringa.
29 HIV: Abreviatura em inglês do vírus da imunodeficiência humana. É o agente causador da AIDS.
30 Inchaço: Inchação, edema.
31 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
32 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
33 Cabeça:
34 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
35 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
36 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
37 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
38 Papanicolau: Método de coloração para amostras de tecido, particularmente difundido por sua utilização na detecção precoce do câncer de colo uterino.
39 Preventivo: 1. Aquilo que previne ou que é executado por medida de segurança; profilático. 2. Na medicina, é qualquer exame ou grupo de exames que têm por objetivo descobrir precocemente lesão suscetível de evolução ameaçadora da vida, como as lesões malignas. 3. Em ginecologia, é o exame ou conjunto de exames que visa surpreender a presença de lesão potencialmente maligna, ou maligna em estágio inicial, especialmente do colo do útero.
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