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Ultraformer: o que é, como funciona e quais são seus benefícios para o rejuvenescimento da pele?

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Os procedimentos estéticos minimamente invasivos transformaram a abordagem do envelhecimento da pele1 nas últimas décadas. Entre eles, o Ultraformer tornou-se uma das tecnologias mais utilizadas para tratar a flacidez facial e corporal por estimular a produção natural de colágeno2 sem necessidade de cirurgia. O tratamento utiliza ultrassom microfocado de alta intensidade para atingir diferentes profundidades da pele1 e dos tecidos de sustentação, promovendo um efeito gradual de firmeza e melhora do contorno facial.

Por dispensar incisões3 e exigir pouco tempo de recuperação, tornou-se uma alternativa para pessoas que desejam suavizar os sinais4 do envelhecimento com resultados naturais. Além do rejuvenescimento facial, o Ultraformer também pode ser empregado para tratar a flacidez em diversas regiões do corpo e, em situações específicas, auxiliar na redução de pequenas áreas de gordura5 localizada.

Entretanto, seus resultados dependem da indicação correta, da qualidade da pele1, da técnica utilizada e da experiência do profissional. Embora seja frequentemente divulgado como um "lifting sem cirurgia", o procedimento possui limitações. Pacientes com excesso importante de pele1 ou flacidez acentuada costumam obter resultados mais expressivos com tratamentos cirúrgicos. Por isso, a avaliação médica é fundamental para definir a melhor opção para cada caso.

O que é o Ultraformer?

O Ultraformer é um equipamento médico que utiliza ultrassom microfocado de alta intensidade (High-Intensity Focused Ultrasound – HIFU ou Microfocused Ultrasound – MFU) para estimular a produção de colágeno2 e promover o tratamento da flacidez da pele1 sem causar lesões7 na sua superfície.

Diferentemente de tecnologias que aquecem amplas áreas da pele1, o Ultraformer concentra energia em pontos extremamente precisos, permitindo tratar estruturas localizadas em diferentes profundidades. Essa característica possibilita alcançar desde a derme8 profunda até o Sistema Musculoaponeurótico Superficial (SMAS), camada responsável pela sustentação dos tecidos faciais.

O procedimento é realizado em consultório, sem necessidade de cortes, anestesia9 geral ou internação. Na maioria dos casos, o paciente retorna imediatamente às atividades habituais, tornando o tratamento uma opção bastante conveniente para quem dispõe de pouco tempo para recuperação.

Atualmente existem diferentes versões do equipamento. O Ultraformer III consolidou-se como uma das tecnologias mais empregadas para o tratamento da flacidez. A geração mais recente, denominada Ultraformer MPT (Micro Pulse Technology), utiliza disparos em micropulsos que distribuem a energia de forma mais uniforme, reduzindo o desconforto durante a aplicação e tornando as sessões mais rápidas.

Entre as principais vantagens do Ultraformer destacam-se:

  • Procedimento minimamente invasivo
  • Ausência de incisões3
  • Recuperação rápida
  • Retorno imediato às atividades habituais
  • Baixo risco de complicações
  • Estímulo natural da produção de colágeno2
  • Resultados progressivos e naturais

Como o Ultraformer age na pele1?

O Ultraformer atua por meio da emissão de ondas de ultrassom capazes de atravessar a epiderme10 e a derme8 sem provocar danos superficiais. A energia é concentrada apenas na profundidade previamente programada, onde produz pequenos pontos de aquecimento com temperatura suficiente para desencadear uma resposta biológica de reparo.

Esses pontos microscópicos11 de coagulação12 térmica, conhecidos como Thermal Coagulation Points (TCPs), estimulam um processo inflamatório controlado que ativa os fibroblastos13, principais células14 responsáveis pela produção de colágeno2 e elastina.

O efeito ocorre em duas fases. A primeira é imediata e resulta da contração das fibras de colágeno2 já existentes, proporcionando discreta sensação de maior firmeza logo após o procedimento. A segunda fase desenvolve-se gradualmente ao longo das semanas seguintes, quando ocorre intensa remodelação da matriz extracelular com formação de novas fibras de colágeno2 e reorganização das fibras elásticas15. Como consequência, a pele1 torna-se mais firme, espessa e resistente, enquanto o contorno facial passa a apresentar melhor definição. Esse processo é gradual porque depende da resposta biológica de cada organismo e da velocidade de produção do novo colágeno2.

Outro diferencial do Ultraformer é a possibilidade de utilizar transdutores que atingem diferentes profundidades. Dessa forma, o tratamento pode ser personalizado de acordo com a região tratada e o objetivo terapêutico, seja atuar predominantemente na derme8, nas camadas subcutâneas ou no SMAS.

Ao contrário dos lasers ablativos, o Ultraformer preserva a superfície da pele1, reduzindo o tempo de recuperação e o risco de complicações relacionadas à cicatrização. Por esse motivo, pode ser utilizado em diferentes fototipos e durante praticamente todas as épocas do ano, desde que respeitadas as recomendações médicas.

Infográfico - Ultraformer

Quem pode fazer o tratamento com Ultraformer?

O Ultraformer é indicado principalmente para homens e mulheres que apresentam flacidez leve ou moderada da pele1 e desejam melhorar o contorno facial ou corporal sem recorrer à cirurgia. Os melhores resultados costumam ser observados em pessoas que ainda preservam boa elasticidade16 cutânea17 e apresentam sinais4 iniciais ou moderados do envelhecimento.

A idade, isoladamente, não determina a indicação do procedimento. Embora seja mais procurado por pessoas entre 35 e 65 anos, pacientes mais jovens podem se beneficiar quando apresentam flacidez precoce decorrente de fatores genéticos, emagrecimento ou fotoenvelhecimento. Da mesma forma, pessoas mais velhas também podem obter melhora, desde que não apresentem excesso importante de pele1.

Antes do tratamento, é indispensável realizar uma avaliação médica para verificar o grau de flacidez, a espessura da pele1, a presença de gordura5 localizada, as expectativas do paciente e a necessidade de associar outras técnicas para potencializar os resultados.

Quais são as indicações do Ultraformer?

O Ultraformer pode ser utilizado tanto na face18 quanto no corpo para tratar diferentes alterações relacionadas ao envelhecimento e à perda da firmeza da pele1.

Na face18, as principais indicações incluem:

  • Flacidez leve ou moderada
  • Perda da definição do contorno mandibular
  • Papada discreta
  • Queda das sobrancelhas19
  • Flacidez da região malar (área superior das maçãs do rosto)
  • Linhas finas e rugas superficiais
  • Flacidez do pescoço20

No corpo, o tratamento é indicado principalmente para melhorar a flacidez em regiões como abdome21, braços, face18 interna das coxas22, joelhos, glúteos23, flancos24 e dorso25.

Em alguns pacientes, cartuchos específicos também podem ser utilizados para reduzir pequenos depósitos de gordura5 localizada, principalmente na região submentoniana (papada). Entretanto, o Ultraformer não deve ser considerado um tratamento para obesidade26 nem substitui métodos destinados ao emagrecimento.

Além do rejuvenescimento, a tecnologia pode ser empregada como complemento após perda importante de peso ou após procedimentos de lipoaspiração, contribuindo para melhorar a retração da pele1.

Leia sobre "Lifting facial", "Abdominoplastia27", "Lipoaspiração" e "Criolipólise".

Como é realizada a sessão?

O procedimento é realizado em consultório e, na maioria das vezes, dura entre 30 e 90 minutos, dependendo da área tratada.

Inicialmente, a pele1 é limpa e demarcada para orientar a aplicação dos disparos. Em seguida, aplica-se um gel condutor que facilita a transmissão das ondas de ultrassom. O médico seleciona o cartucho mais adequado para cada região, definindo a profundidade e a intensidade da energia conforme as características individuais do paciente.

Durante a sessão, a ponteira é posicionada sobre a pele1 e realiza disparos sequenciais ao longo da área tratada. Cada disparo deposita energia em um ponto específico, preservando os tecidos ao redor.

Ao término do procedimento, o paciente pode retornar imediatamente às atividades habituais. Em geral, não há necessidade de curativos, repouso ou afastamento do trabalho.

O procedimento dói?

A sensibilidade varia bastante entre os pacientes e também depende da região tratada. Durante os disparos é comum sentir calor, formigamento, pequenas pontadas ou sensação de pressão nas camadas mais profundas da pele1. Esses sintomas28 costumam ser transitórios e desaparecem logo após o término da sessão.

Quando necessário, podem ser utilizados analgésicos29 ou anestésicos tópicos para aumentar o conforto durante o procedimento. Em áreas mais sensíveis ou em tratamentos extensos, alguns profissionais também utilizam bloqueios anestésicos ou sedação30 leve, embora isso não seja necessário na maioria dos casos.

Quantas sessões são necessárias?

Na maior parte dos pacientes, uma única sessão é suficiente para estimular a produção de colágeno2. Entretanto, o número ideal depende da idade, do grau de flacidez, da região tratada e dos objetivos do tratamento. Em casos de flacidez mais acentuada ou quando se deseja potencializar os resultados, o médico pode recomendar uma nova sessão após alguns meses.

Como o envelhecimento é um processo contínuo, muitos pacientes realizam sessões de manutenção em intervalos de aproximadamente 12 a 18 meses, embora esse período possa variar conforme a resposta individual e a evolução clínica.

É importante lembrar que o Ultraformer pode ser associado a outros procedimentos estéticos, como toxina31 botulínica, preenchedores, bioestimuladores de colágeno2, radiofrequência e tecnologias a laser. Quando essas combinações são corretamente planejadas, costuma-se obter um rejuvenescimento mais harmonioso do que com qualquer técnica utilizada isoladamente.

Quais são os benefícios do Ultraformer?

O principal benefício do Ultraformer é promover melhora gradual da flacidez por meio da produção natural de colágeno2, sem necessidade de cirurgia. Como a pele1 permanece íntegra, o procedimento exige pouco tempo de recuperação e permite retorno imediato às atividades habituais.

Entre os benefícios mais observados estão:

  • Melhora da firmeza e da sustentação da pele1
  • Maior definição do contorno facial
  • Redução discreta da papada em pacientes selecionados
  • Suavização de linhas finas e rugas leves
  • Melhora da flacidez do pescoço20 e de diferentes regiões do corpo
  • Resultados naturais, sem modificar as características faciais
  • Possibilidade de associação com outros tratamentos estéticos

Outro diferencial é que o efeito ocorre de forma progressiva. Como o colágeno2 é produzido gradualmente pelo próprio organismo, as mudanças costumam ser discretas e naturais, sem a aparência de um procedimento estético recente.

Além disso, o Ultraformer pode retardar a progressão da flacidez quando realizado nas fases iniciais do envelhecimento, contribuindo para preservar a firmeza da pele1 por mais tempo.

Quando os resultados aparecem e quanto tempo duram?

Alguns pacientes percebem discreta melhora logo após a sessão, principalmente em decorrência da contração imediata das fibras de colágeno2. No entanto, esse efeito inicial costuma ser limitado. Os resultados mais importantes surgem gradualmente entre dois e três meses, período necessário para a remodelação do colágeno2. Em algumas pessoas, a melhora continua evoluindo por até seis meses após o tratamento.

A duração dos resultados varia conforme fatores como idade, grau de flacidez, qualidade da pele1, hábitos de vida e exposição solar. Em média, os benefícios permanecem por cerca de 12 a 18 meses. Como o envelhecimento continua ocorrendo naturalmente, sessões periódicas de manutenção podem ser recomendadas para preservar os resultados.

Quais são os riscos e os efeitos colaterais6?

O Ultraformer é considerado um procedimento seguro quando realizado por profissional capacitado e com equipamento devidamente regulamentado. As complicações são incomuns e, na maioria das vezes, leves e transitórias.

Os efeitos colaterais6 mais frequentes incluem: vermelhidão; leve inchaço32; sensibilidade ao toque; dor discreta durante ou após o procedimento; sensação de formigamento; e pequenos hematomas33, principalmente em áreas mais vascularizadas. Esses sintomas28 geralmente desaparecem em poucas horas ou dias, sem necessidade de tratamento específico.

Complicações mais importantes são raras, mas podem ocorrer quando há seleção inadequada dos parâmetros de aplicação ou execução incorreta da técnica. Entre elas estão queimaduras, alterações transitórias da sensibilidade, irregularidades do contorno e lesão34 temporária de nervos superficiais, que costuma regredir espontaneamente ao longo das semanas ou meses seguintes.

Quais são as contraindicações?

Embora seja um procedimento seguro para a maioria das pessoas, o Ultraformer não é indicado em todas as situações.

As principais contraindicações incluem:

  • Gestação
  • Infecções35, feridas ou inflamações36 na área a ser tratada
  • Acne37 inflamatória intensa
  • Doenças dermatológicas ativas no local da aplicação
  • Implantes metálicos superficiais sobre a área tratada
  • Marcapasso38 ou outros dispositivos eletrônicos implantáveis, quando houver possibilidade de interferência conforme orientação do fabricante
  • Doenças que comprometam a cicatrização, quando descompensadas

Pacientes com doenças autoimunes39, uso de medicamentos imunossupressores, tendência à cicatrização anormal ou histórico de preenchimentos permanentes devem ser avaliados individualmente antes da realização do procedimento.

A presença de excesso importante de pele1 também merece atenção. Nesses casos, o tratamento costuma produzir melhora limitada e pode não atender às expectativas do paciente.

O Ultraformer substitui o lifting facial?

Não. Apesar de ser conhecido como um "lifting sem cirurgia", o Ultraformer não substitui o lifting facial nos casos de flacidez acentuada. O procedimento promove contração dos tecidos e estimula a formação de novo colágeno2, melhorando a firmeza e a definição do contorno facial. Entretanto, não remove excesso de pele1 nem reposiciona os tecidos de forma semelhante à cirurgia. Seus melhores resultados são observados em pacientes com flacidez leve ou moderada, que desejam retardar os sinais4 do envelhecimento ou adiar um procedimento cirúrgico.

Já o lifting facial continua sendo a opção mais eficaz para pessoas com flacidez importante, excesso de pele1 e perda significativa da sustentação dos tecidos.

Na prática, as duas abordagens não são concorrentes, mas complementares. Muitos pacientes utilizam o Ultraformer para manter os resultados de um lifting facial ou para prolongar o intervalo até que a cirurgia seja necessária.

Veja também sobre "Procedimento estéticos mais procurados", "Peeling", "Luz pulsada", "Microagulhamento" e "Harmonização facial". 

 

Referências:

As informações veiculadas neste texto foram extraídas principalmente dos sites da American Society of Plastic Surgeons e da U.S. National Library of Medicine.

ABCMED, 2026. Ultraformer: o que é, como funciona e quais são seus benefícios para o rejuvenescimento da pele?. Disponível em: <https://abc.cxpass.net/p/pele-saudavel/1510125/ultraformer-o-que-e-como-funciona-e-quais-sao-seus-beneficios-para-o-rejuvenescimento-da-pele.htm>. Acesso em: 8 jul. 2026.
Nota ao leitor:
As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

Complementos

1 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
2 Colágeno: Principal proteína fibrilar, de função estrutural, presente no tecido conjuntivo de animais.
3 Incisões: 1. Corte ou golpe com instrumento cortante; talho. 2. Em cirurgia, intervenção cirúrgica em um tecido efetuada com instrumento cortante (bisturi ou bisturi elétrico); incisura.
4 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
5 Gordura: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Os alimentos que fornecem gordura são: manteiga, margarina, óleos, nozes, carnes vermelhas, peixes, frango e alguns derivados do leite. O excesso de calorias é estocado no organismo na forma de gordura, fornecendo uma reserva de energia ao organismo.
6 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
7 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
8 Derme: Camada interna das duas principais camadas da pele. A derme é formada por tecido conjuntivo, vasos sanguíneos, glândulas sebáceas e sudoríparas, nervos, folículos pilosos e outras estruturas. É constituída por uma fina camada superior que é a derme papilar e uma camada mais grossa, mais baixa, que é a derme reticular.
9 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
10 Epiderme: Camada superior ou externa das duas camadas principais da pele.
11 Microscópicos: 1. Relativo à microscopia ou a microscópio. 2. Que se realiza com o auxílio do microscópio. 3. Visível somente por meio do microscópio. 4. Muito pequeno, minúsculo.
12 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
13 Fibroblastos: Células do tecido conjuntivo que secretam uma matriz extracelular rica em colágeno e outras macromoléculas.
14 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
15 Fibras Elásticas: Tecido conectivo constituído principalmente por fibras elásticas. Estas, têm dois components
16 Elasticidade: 1. Propriedade de um corpo sofrer deformação, quando submetido à tração, e retornar parcial ou totalmente à forma original. 2. Flexibilidade, agilidade física. 3. Ausência de senso moral.
17 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
18 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
19 Sobrancelhas: Linhas curvas de cabelos localizadas nas bordas superiores das cavidades orbitárias.
20 Pescoço:
21 Abdome: Região do corpo que se localiza entre o TÓRAX e a PELVE.
22 Coxas: É a região situada abaixo da virilha e acima do joelho, onde está localizado o maior osso do corpo humano, o fêmur.
23 Glúteos:
24 Flancos: 1. O lado (de qualquer coisa). Na anatomia humana, é cada um dos lados do corpo, dos quadris aos ombros. 2. Em construção, é a parte entre o baluarte e a cortina. 3. Em futebol, é o lado do campo. 4. Em geologia, é cada um dos lados de uma dobra. 5. Em termo militar, é a parte lateral de uma posição ou de uma tropa formada em profundidade.
25 Dorso: Face superior ou posterior de qualquer parte do corpo. Na anatomia geral, é a região posterior do tronco correspondente às vértebras; costas.
26 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.
27 Abdominoplastia: Cirurgia plástica ou estética que remodela o abdome, retirando o excesso de tecido (pele e gordura) que se acumula abaixo do umbigo e ajustando a musculatura abdominal frouxa.
28 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
29 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
30 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
31 Toxina: Substância tóxica, especialmente uma proteína, produzida durante o metabolismo e o crescimento de certos microrganismos, animais e plantas, capaz de provocar a formação de anticorpos ou antitoxinas.
32 Inchaço: Inchação, edema.
33 Hematomas: Acúmulo de sangue em um órgão ou tecido após uma hemorragia.
34 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
35 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
36 Inflamações: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc. Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
37 Acne: Doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais. As lesões começam a surgir na puberdade, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos. Os cravos e espinhas ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem a proliferação de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o Propionibacterium acnes o agente infeccioso mais comumente envolvido.
38 Marcapasso: Dispositivo eletrônico utilizado para proporcionar um estímulo elétrico periódico para excitar o músculo cardíaco em algumas arritmias do coração. Em geral são implantados sob a pele do tórax.
39 Autoimunes: 1. Relativo à autoimunidade (estado patológico de um organismo atingido por suas próprias defesas imunitárias). 2. Produzido por autoimunidade. 3. Autoalergia.
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