Gostou do artigo? Compartilhe!

Sua pele sofre no verão? Conheça as 8 doenças mais comuns da estação

A+ A- Alterar tamanho da letra
Avalie este artigo

O que são doenças de pele1 com maior frequência no verão?

Durante o verão, a pele1 fica especialmente exposta a fatores ambientais que aumentam o risco de diversas doenças dermatológicas. A combinação de temperaturas elevadas, maior incidência2 de radiação ultravioleta, aumento da umidade, transpiração3 intensa e maior permanência em ambientes externos cria condições ideais para o surgimento ou agravamento de várias afecções4 cutâneas5.

Nesse contexto, compreender quais são as doenças de pele1 mais comuns no verão, como se manifestam, quais são seus fatores desencadeantes e como preveni-las é fundamental para a manutenção da saúde6 cutânea7.

Quais são as doenças de pele1 mais frequentes no verão?

Entre as doenças mais frequentes nessa estação, destacam-se as seguintes.

1. Dermatoses relacionadas à exposição solar excessiva

A queimadura solar é uma das manifestações mais comuns e resulta da exposição aguda e excessiva à radiação ultravioleta, principalmente aos raios UVB. Clinicamente, caracteriza-se por vermelhidão, dor, edema8 e, nos casos mais intensos, formação de bolhas, descamação9 e sintomas10 sistêmicos11, como febre12 e mal-estar. Além do desconforto imediato, episódios repetidos de queimadura solar estão claramente associados ao fotoenvelhecimento e ao aumento do risco de câncer13 de pele1, incluindo melanoma14 e carcinomas cutâneos. A prevenção baseia-se no uso correto e regular de protetor solar com fator de proteção adequado, aplicado em quantidade suficiente e reaplicado ao longo do dia, além do uso de roupas protetoras, chapéus, óculos escuros e evitação da exposição solar entre 10h e 16h.

2. Brotoeja

A brotoeja, também chamada de miliária, é uma inflamação15 decorrente da obstrução dos ductos das glândulas sudoríparas16, que impede a eliminação adequada do suor. É mais comum em ambientes quentes e úmidos e afeta principalmente lactentes17 e crianças pequenas, embora também possa ocorrer em adultos, especialmente durante ondas de calor intenso. As lesões18 se apresentam como pequenas pápulas19 ou vesículas20 avermelhadas, frequentemente acompanhadas de prurido21 ou sensação de ardor22. Costumam surgir em áreas de maior sudorese23 e oclusão, como pescoço24, tronco, axilas e dobras da pele1. Medidas simples, como manter a pele1 seca, usar roupas leves, evitar ambientes muito quentes e reduzir a oclusão cutânea7, geralmente são suficientes para a resolução do quadro.

3. Micoses superficiais

As micoses superficiais se tornam mais prevalentes durante o verão, em razão do calor e da umidade favorecerem a proliferação de fungos. Áreas do corpo que permanecem úmidas por longos períodos são particularmente suscetíveis. Entre as micoses mais comuns estão a tínea do corpo, a tínea dos pés (pé de atleta) e a candidíase25 cutânea7. Clinicamente, essas infecções26 se manifestam por manchas avermelhadas, descamação9, prurido21 e, em alguns casos, fissuras27, maceração e odor desagradável. A prevenção envolve higiene adequada, secagem cuidadosa da pele1 após o banho, uso de calçados ventilados, troca frequente de meias e a evitação do compartilhamento de objetos pessoais, como toalhas e calçados.

4. Foliculite

A foliculite, outra afecção28 frequentemente observada no verão, consiste na inflamação15 dos folículos pilosos, mais comumente causada por bactérias, especialmente Staphylococcus aureus, embora também possa ter origem fúngica29, mecânica ou química. O aumento da sudorese23, o uso de roupas apertadas, a fricção constante da pele1 e procedimentos como depilação ou raspagem favorecem o seu aparecimento. As lesões18 são caracterizadas por pápulas19 ou pústulas30 centradas em pelos, podendo causar dor, ardor22 ou coceira. O tratamento depende da causa e da gravidade, mas inclui medidas de higiene, uso de antissépticos31, antibióticos ou antifúngicos tópicos e, em situações selecionadas, tratamento sistêmico32.

5. Dermatites de contato

As dermatites de contato, tanto irritativas quanto alérgicas, também são comuns nessa estação. Elas ocorrem em decorrência do contato da pele1 com substâncias potencialmente irritantes ou alérgenos33, como determinados protetores solares, cosméticos, fragrâncias, plantas, metais e tecidos sintéticos. Clinicamente, manifestam-se por vermelhidão, prurido21, descamação9 e, em alguns casos, formação de vesículas20 ou crostas. No verão, a transpiração3 excessiva facilita a penetração dessas substâncias na pele1, intensificando o processo inflamatório. O tratamento baseia-se principalmente na identificação e remoção do agente causador, associado ao uso de medicamentos tópicos anti-inflamatórios, conforme a intensidade das lesões18.

6. Pitiríase versicolor

A pitiríase versicolor, conhecida popularmente como “pano branco”, é outro problema frequente no verão. Trata-se de uma infecção34 superficial causada por leveduras do gênero Malassezia, que fazem parte da microbiota35 normal da pele1, mas podem proliferar excessivamente em condições de calor, umidade e aumento da oleosidade cutânea7. A doença caracteriza-se pelo surgimento de manchas claras, acastanhadas ou rosadas, geralmente localizadas no tronco, pescoço24 e porção proximal36 dos membros superiores, tornando-se mais evidentes após a exposição solar, devido à diferença de pigmentação. Embora geralmente assintomática, pode causar impacto estético importante. O tratamento é realizado com antifúngicos tópicos e, em casos extensos ou recorrentes, com antifúngicos sistêmicos11.

7. Reações cutâneas5 a picadas de insetos

As reações cutâneas5 às picadas de insetos aumentam significativamente no verão, período em que mosquitos, formigas, abelhas e outros insetos apresentam maior atividade. As manifestações variam desde reações locais leves, com vermelhidão, edema8 discreto e prurido21, até quadros alérgicos mais intensos, com edema8 acentuado, dor e formação de bolhas. A coçadura frequente pode levar à infecção34 bacteriana secundária. Medidas preventivas incluem o uso de repelentes adequados para a idade, telas de proteção, roupas que cubram a pele1 e controle ambiental de insetos.

8. Acne37 solar

A chamada acne37 solar, também conhecida como acne37 estival ou acne37 de Mallorca, caracteriza-se pelo surgimento de pequenas pápulas19 inflamatórias, com ou sem pústulas30, após exposição intensa ao sol, especialmente em áreas como rosto, ombros, tórax38 e dorso39. Está relacionada à combinação de calor, aumento da sudorese23, estímulo à produção sebácea, hiperqueratinização folicular e uso de filtros solares ou cosméticos comedogênicos40. A radiação ultravioleta pode inicialmente mascarar as lesões18, mas posteriormente contribui para a inflamação15 dos folículos. O tratamento envolve limpeza suave da pele1, hidratação com produtos não comedogênicos40, uso de protetores solares oil-free e, quando necessário, ativos tópicos como ácido salicílico ou retinoides leves, com foco principal na prevenção e na escolha adequada dos produtos de fotoproteção.

Leia mais sobre "Micoses da pele1 e de seus anexos41", "Micose42 de unha", "Candidíase25" e "Mancha e coceira na virilha - pode ser Tinea cruris".

Além disso, o verão é um período em que algumas doenças crônicas da pele1 podem se agravar. A acne37 vulgar pode piorar devido ao aumento da oleosidade cutânea7, da sudorese23 e ao uso inadequado de cosméticos, enquanto o suor e a oclusão dos poros contribuem para a inflamação15 das glândulas sebáceas43. Condições como dermatite seborreica44 e rosácea também podem apresentar exacerbações relacionadas ao calor, à radiação solar e à vasodilatação cutânea7.

Por fim, é importante destacar que a prevenção é a principal estratégia para reduzir a incidência2 das doenças de pele1 no verão. O uso diário e correto de protetor solar, a hidratação adequada da pele1, a higiene apropriada, a escolha de roupas leves e a atenção a mudanças precoces na pele1 são medidas fundamentais.

Adicionalmente, a avaliação por um médico dermatologista é essencial diante de lesões18 persistentes, dolorosas, recorrentes ou de causa incerta. Dessa forma, é possível aproveitar o verão de maneira mais segura, preservando a saúde6, a função e a integridade da pele1.

 

Referências:

As informações veiculadas neste texto foram extraídas principalmente do site da SPDM - Sociedade Paulista para o Desenvolvimento da Medicina.

ABCMED, 2026. Sua pele sofre no verão? Conheça as 8 doenças mais comuns da estação. Disponível em: <https://abc.cxpass.net/p/pele-saudavel/1499585/sua-pele-sofre-no-verao-conheca-as-8-doencas-mais-comuns-da-estacao.htm>. Acesso em: 9 fev. 2026.
Nota ao leitor:
As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

Complementos

1 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
2 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
3 Transpiração: 1. Ato ou efeito de transpirar. 2. Em fisiologia, é a eliminação do suor pelas glândulas sudoríparas da pele; sudação. Ou o fluido segregado pelas glândulas sudoríparas; suor. 3. Em botânica, é a perda de água por evaporação que ocorre na superfície de uma planta, principalmente através dos estômatos, mas também pelas lenticelas e, diretamente, pelas células epidérmicas.
4 Afecções: Quaisquer alterações patológicas do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
5 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
6 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
7 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
8 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
9 Descamação: 1. Ato ou efeito de descamar(-se); escamação. 2. Na dermatologia, fala-se da eliminação normal ou patológica da camada córnea da pele ou das mucosas. 3. Formação de cascas ou escamas, devido ao intemperismo, sobre uma rocha; esfoliação térmica.
10 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
11 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
12 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
13 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
14 Melanoma: Neoplasia maligna que deriva dos melanócitos (as células responsáveis pela produção do principal pigmento cutâneo). Mais freqüente em pessoas de pele clara e exposta ao sol.Podem derivar de manchas prévias que mudam de cor ou sangram por traumatismos mínimos, ou instalar-se em pele previamente sã.
15 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
16 Glândulas sudoríparas: As glândulas sudoríparas são glândulas responsáveis pela produção e transporte do suor, atuando como regulador térmico. São constituídas por um fino e longo tubo que no início se enovela, chamado corpo da glândula. O suor é composto de água, sais minerais e um pouco de ureia e é drenado pelo ducto das glândulas sudoríparas.
17 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
18 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
19 Pápulas: Lesões firmes e elevadas, com bordas nítidas e diâmetro que varia de 1 a 5 milímetros (até 1 centímetro, segundo alguns autores).
20 Vesículas: Lesões papulares preenchidas com líquido claro.
21 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
22 Ardor: 1. Calor forte, intenso. 2. Mesmo que ardência. 3. Qualidade daquilo que fulge, que brilha. 4. Amor intenso, desejo concupiscente, paixão.
23 Sudorese: Suor excessivo
24 Pescoço:
25 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
26 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
27 Fissuras: 1. Pequena abertura longitudinal em; fenda, rachadura, sulco. 2. Em geologia, é qualquer fratura ou fenda pouco alargada em terreno, rocha ou mesmo mineral. 3. Na medicina, é qualquer ulceração alongada e superficial. Também pode significar uma fenda profunda, sulco ou abertura nos ossos; cesura, cissura. 4. Rachadura na pele calosa das mãos ou dos pés, geralmente de pessoas que executam trabalhos rudes. 5. Na odontologia, é uma falha no esmalte de um dente. 6. No uso informal, significa apego extremo; forte inclinação; loucura, paixão, fissuração.
28 Afecção: Qualquer alteração patológica do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
29 Fúngica: Relativa à ou produzida por fungo.
30 Pústulas: Elevações da pele contendo pus, de até um centímetro de diâmetro.
31 Antissépticos: Que ou os que impedem a contaminação e combatem a infecção.
32 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
33 Alérgenos: Substância capaz de provocar reação alérgica em certos indivíduos.
34 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
35 Microbiota: Em ecologia, chama-se microbiota ao conjunto dos microrganismos que habitam um ecossistema, principalmente bactérias, protozoários e outros microrganismos que têm funções importantes na decomposição da matéria orgânica e, portanto, na reciclagem dos nutrientes. Fazem parte da microbiota humana uma quantidade enorme de bactérias que vivem em harmonia no organismo e auxiliam a ação do sistema imunológico e a nutrição, por exemplo.
36 Proximal: 1. Que se localiza próximo do centro, do ponto de origem ou do ponto de união. 2. Em anatomia geral, significa o mais próximo do tronco (no caso dos membros) ou do ponto de origem (no caso de vasos e nervos). Ou também o que fica voltado para a cabeça (diz-se de qualquer formação). 3. Em botânica, o que fica próximo ao ponto de origem ou à base. 4. Em odontologia, é o mais próximo do ponto médio do arco dental.
37 Acne: Doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais. As lesões começam a surgir na puberdade, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos. Os cravos e espinhas ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem a proliferação de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o Propionibacterium acnes o agente infeccioso mais comumente envolvido.
38 Tórax: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original Sinônimos: Peito; Caixa Torácica
39 Dorso: Face superior ou posterior de qualquer parte do corpo. Na anatomia geral, é a região posterior do tronco correspondente às vértebras; costas.
40 Comedogênicos: Significa ter tendência para promover a formação de comedões ou cravos (poros entupidos), proibindo assim a excreção natural de resíduos foliculares (sebo e células mortas da pele) a partir do folículo piloso. Esses ingredientes comedogênicos podem estar presentes em alguns produtos cosméticos, medicamentos, maquilagem, protetores solares etc.
41 Anexos: 1. Que se anexa ou anexou, apenso. 2. Contíguo, adjacente, correlacionado. 3. Coisa ou parte que está ligada a outra considerada como principal. 4. Em anatomia geral, parte acessória de um órgão ou de uma estrutura principal. 5. Em informática, arquivo anexado a uma mensagem eletrônica.
42 Micose: Infecção produzida por fungos. Pode ser superficial, quando afeta apenas pele, mucosas e seus anexos, ou profunda, quando acomete órgãos profundos como pulmões, intestinos, etc.
43 Glândulas Sebáceas: Órgãos formados por pequenas bolsas, localizados na DERME. Cada glândula apresenta um único ducto que emerge de um grupo de alvéolos ovais. Cada alvéolo é constituído por uma membrana basal transparente, encerrando células epiteliais. Os ductos da maior parte das glândulas sebáceas se abrem nos folículos pilosos, porém alguns se abrem na superfície da PELE. Glândulas sebáceas secretam SEBO.
44 Dermatite seborreica: Caracterizada por descamação da pele e do couro cabeludo. A forma que acomete couro cabeludo é a mais comum e conhecida popularmente por caspa. É uma doença inflamatória, não contagiosa, possui caráter crônico e recorrente. O fungo Pityrosporum ovale pode ser considerado um possível causador da dermatite seborreica. As manifestações clínicas mais comuns são descamação, vermelhidão e aspereza local. As escamas podem ser secas ou gordurosas, finas ou espessas, geralmente acinzentadas ou amareladas, quase sempre aderentes, podendo ser acompanhadas ou não de coceira.
Gostou do artigo? Compartilhe!

Pergunte diretamente a um especialista

Sua pergunta será enviada aos especialistas do CatalogoMed, veja as dúvidas já respondidas.