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Polilaminina: a nova esperança para regenerar a medula espinhal após lesões graves

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O que são lesões1 da coluna vertebral2 e da medula espinhal3?

As lesões1 da coluna vertebral2, especialmente aquelas que acometem a medula espinhal3, representam uma das condições neurológicas mais graves e incapacitantes da medicina contemporânea. Essas lesões1 podem ser classificadas quanto à etiologia4, extensão e nível anatômico. Do ponto de vista causal, podem ser traumáticas ou não traumáticas. As causas traumáticas incluem acidentes automobilísticos, quedas, mergulhos em águas rasas, ferimentos por arma de fogo e acidentes esportivos, entre outros. Já as causas não traumáticas envolvem tumores, infecções5, doenças degenerativas6, malformações7 congênitas8 e doenças inflamatórias ou vasculares9. A gravidade da lesão10 depende não apenas da intensidade do impacto, mas também do mecanismo do trauma, da presença de compressão medular e da ocorrência de lesão10 secundária, caracterizada por inflamação11, isquemia12, excitotoxicidade e morte celular progressiva.

Essas lesões1 podem afetar as vértebras, os discos intervertebrais, os ligamentos13, as raízes nervosas14 e, nos casos mais graves, a medula espinhal3. Quando há comprometimento direto da medula espinhal3, utiliza-se o termo lesão10 medular, uma condição potencialmente devastadora. Clinicamente, as lesões1 medulares podem ser completas ou incompletas. Nas lesões1 completas, ocorre perda total das funções motoras e sensitivas abaixo do nível da lesão10. Nas incompletas, há preservação parcial dessas funções, com prognóstico15 funcional variável. Além disso, as consequências podem incluir espasticidade16, dor neuropática17, disfunção urinária e intestinal, disfunção sexual, alterações autonômicas e, em lesões1 cervicais altas, comprometimento respiratório. Essas alterações decorrem da interrupção das vias motoras18 descendentes, das vias sensitivas ascendentes e dos circuitos autonômicos.

O grande desafio terapêutico dessas lesões1 reside na limitada capacidade de regeneração do sistema nervoso central19, consequência da presença de fatores inibitórios ao crescimento axonal, formação de cicatriz20 glial e ausência de um ambiente favorável à regeneração. Por esse motivo, os tratamentos atualmente disponíveis concentram-se principalmente na estabilização da coluna, prevenção de lesão10 secundária, reabilitação intensiva e manejo das complicações, enquanto terapias regenerativas ainda estão em fase experimental. Nas últimas décadas, a busca por estratégias capazes de promover regeneração neural e recuperação funcional levou ao desenvolvimento de abordagens inovadoras, entre elas o uso de biomateriais bioativos como a polilaminina, que vem sendo investigada como uma estratégia promissora de reparação do tecido nervoso21 lesionado.

Leia sobre "Paraplegia22", "Tetraplegia" e "Traumatismos cranianos".

O que é a polilaminina?

A polilaminina é um biomaterial sintético derivado da laminina, uma glicoproteína estrutural essencial da matriz extracelular e um dos principais componentes da membrana basal23. A laminina está naturalmente presente em diversos tecidos, incluindo o sistema nervoso24, onde desempenha papel fundamental na adesão celular, migração celular, sobrevivência25 neuronal e orientação do crescimento axonal.

A polilaminina não é encontrada pronta na natureza, mas é formada artificialmente em laboratório por meio de um processo de polimerização e auto-organização da laminina, resultando em uma estrutura tridimensional mais estável e funcional. Essa estrutura polimerizada mimetiza de forma mais eficiente o microambiente extracelular fisiológico26, oferecendo suporte físico e sinais27 bioquímicos que favorecem o crescimento e a sobrevivência25 das células nervosas28.

Diferentemente da laminina isolada, que apresenta menor estabilidade estrutural, a polilaminina forma uma rede tridimensional organizada que funciona como um arcabouço bioativo. Esse arcabouço atua como uma matriz artificial capaz de orientar o crescimento de axônios29 e facilitar a interação entre neurônios30, células gliais31 e matriz extracelular. Por essas características, a polilaminina tem sido estudada como um biomaterial regenerativo potencialmente útil no reparo de lesões1 da medula espinhal3.

Qual é a ação da polilaminina no organismo?

A ação da polilaminina no contexto das lesões1 da medula espinhal3 está relacionada à sua capacidade de modificar o microambiente local e torná-lo mais favorável à regeneração neural. Após uma lesão10 medular, ocorre uma cascata complexa de eventos que inclui inflamação11 intensa, morte celular, formação de cicatriz20 glial e liberação de moléculas que inibem o crescimento axonal, como os proteoglicanos da matriz extracelular. Esses fatores criam uma barreira física e molecular que dificulta a regeneração das conexões nervosas.

A polilaminina atua em diversos mecanismos relevantes. Ela favorece a adesão e a sobrevivência25 neuronal, estimula o crescimento de prolongamentos axonais e contribui para a reorganização das conexões neurais. Adicionalmente, estudos experimentais demonstram que ela pode reduzir a ativação inflamatória excessiva e modular a resposta das células gliais31, o que pode limitar a formação da cicatriz20 glial inibitória.

Outro aspecto importante é sua capacidade de atuar como substrato físico para o crescimento axonal, funcionando como uma ponte biológica entre áreas lesionadas. Esse efeito é particularmente relevante porque o crescimento axonal depende da presença de sinais27 estruturais e moleculares adequados. Além disso, a polilaminina pode favorecer a plasticidade neural, que é a capacidade do sistema nervoso24 de reorganizar suas conexões e adaptar-se após uma lesão10.

É importante destacar que esses efeitos foram demonstrados principalmente em modelos experimentais e estudos pré-clínicos, e ainda estão em investigação em estudos clínicos iniciais.

Que tipos de lesões1 medulares podem se beneficiar potencialmente da polilaminina?

As evidências disponíveis indicam que a polilaminina apresenta maior potencial terapêutico em lesões1 medulares incompletas, nas quais ainda existem axônios29 preservados e circuitos neurais parcialmente funcionais. Nesses casos, o biomaterial pode facilitar a reconexão neural e potencializar os mecanismos naturais de plasticidade do sistema nervoso24.

Em modelos experimentais, a polilaminina demonstrou efeitos promissores tanto em lesões1 traumáticas agudas quanto em lesões1 crônicas. Nas lesões1 agudas, sua aplicação precoce pode contribuir para reduzir a extensão da lesão10 secundária, diminuindo a inflamação11 e a morte celular. Já nas lesões1 crônicas, embora o ambiente seja menos favorável à regeneração, a polilaminina pode contribuir para melhorar a organização estrutural do tecido32 e favorecer adaptações funcionais.

Lesões1 contusivas, compressivas e parcialmente seccionadas têm sido os principais alvos de investigação. Nas lesões1 completas, com interrupção total das vias nervosas, o potencial de recuperação é significativamente mais limitado, embora pesquisas estejam explorando o uso combinado da polilaminina com células-tronco33, fatores neurotróficos e estratégias avançadas de reabilitação para ampliar seus efeitos regenerativos.

Veja mais em "Exame neurológico", "Fisioterapia34" e "Fisioterapia34 neurofuncional".

Como evoluem os pacientes tratados com polilaminina?

A evolução dos pacientes com lesão10 da medula espinhal3 tratados com polilaminina ainda está sendo investigada, uma vez que essa terapia permanece em fase experimental e não faz parte do tratamento padrão estabelecido. Os dados disponíveis provêm principalmente de estudos pré-clínicos e de ensaios clínicos35 iniciais.

Nesses estudos, observou-se melhora progressiva de algumas funções neurológicas, especialmente quando o uso da polilaminina é associado a programas intensivos de reabilitação neurológica. Os ganhos relatados incluem melhora da força muscular, recuperação parcial da sensibilidade, melhora do controle esfincteriano36 e redução da dor neuropática17. Esses efeitos parecem estar relacionados tanto à regeneração axonal quanto à reorganização funcional das vias nervosas remanescentes.

Outro aspecto relevante é a biocompatibilidade do biomaterial. Até o momento, os estudos indicam que a polilaminina apresenta boa tolerabilidade, com baixa incidência37 de reações inflamatórias ou imunológicas significativas. No entanto, como qualquer terapia experimental, sua segurança e eficácia ainda precisam ser confirmadas em estudos clínicos maiores e de longo prazo.

A recuperação funcional após lesão10 medular é geralmente gradual e pode ocorrer ao longo de meses ou anos. A resposta ao tratamento depende de múltiplos fatores, incluindo o tipo e a gravidade da lesão10, o nível anatômico acometido, o tempo até a intervenção e a intensidade da reabilitação. Embora ainda não represente uma cura para lesões1 medulares, a polilaminina constitui uma abordagem experimental promissora, com potencial de contribuir para o desenvolvimento de terapias regenerativas capazes de melhorar a recuperação neurológica e a qualidade de vida dos pacientes no futuro.

Referências:

As informações veiculadas neste texto foram extraídas principalmente dos sites da FAPERJ - Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro e da National Library of Medicine – USA.

ABCMED, 2026. Polilaminina: a nova esperança para regenerar a medula espinhal após lesões graves. Disponível em: <https://abc.cxpass.net/p/1499940/polilaminina-a-nova-esperanca-para-regenerar-a-medula-espinhal-apos-lesoes-graves.htm>. Acesso em: 20 fev. 2026.
Nota ao leitor:
As notas acima são dirigidas principalmente aos leigos em medicina e têm por objetivo destacar os aspectos mais relevantes desse assunto e não visam substituir as orientações do médico, que devem ser tidas como superiores a elas. Sendo assim, elas não devem ser utilizadas para autodiagnóstico ou automedicação nem para subsidiar trabalhos que requeiram rigor científico.

Complementos

1 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
2 Coluna vertebral:
3 Medula Espinhal:
4 Etiologia: 1. Ramo do conhecimento cujo objeto é a pesquisa e a determinação das causas e origens de um determinado fenômeno. 2. Estudo das causas das doenças.
5 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
6 Degenerativas: Relativas a ou que provocam degeneração.
7 Malformações: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
8 Congênitas: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
9 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
10 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
11 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
12 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sanguíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais frequente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
13 Ligamentos: 1. Ato ou efeito de ligar(-se). Tudo o que serve para ligar ou unir. 2. Junção ou relação entre coisas ou pessoas; ligação, conexão, união, vínculo. 3. Na anatomia geral, é um feixe fibroso que liga entre si os ossos articulados ou mantém os órgãos nas respectivas posições. É uma expansão fibrosa ou aponeurótica de aparência ligamentosa. Ou também uma prega de peritônio que serve de apoio a qualquer das vísceras abdominais. 4. Vestígio de artéria fetal ou outra estrutura que perdeu sua luz original.
14 Raízes nervosas:
15 Prognóstico: 1. Juízo médico, baseado no diagnóstico e nas possibilidades terapêuticas, em relação à duração, à evolução e ao termo de uma doença. Em medicina, predição do curso ou do resultado provável de uma doença; prognose. 2. Predição, presságio, profecia relativos a qualquer assunto. 3. Relativo a prognose. 4. Que traça o provável desenvolvimento futuro ou o resultado de um processo. 5. Que pode indicar acontecimentos futuros (diz-se de sinal, sintoma, indício, etc.). 6. No uso pejorativo, pernóstico, doutoral, professoral; prognóstico.
16 Espasticidade: Hipertonia exagerada dos músculos esqueléticos com rigidez e hiperreflexia osteotendinosa.
17 Neuropática: Referente à neuropatia, que é doença do sistema nervoso.
18 Vias Motoras: Estruturas nervosas através das quais os impulsos são conduzidos do centro nervoso para um sítio periférico. Estes impulsos são conduzidos por NEURÔNIOS EFERENTES, como os NEURÔNIOS MOTORES, neurônios autonômicos e hipofisários.
19 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
20 Cicatriz: Formação de um novo tecido durante o processo de cicatrização de um ferimento.
21 Tecido Nervoso:
22 Paraplegia: Perda transitória ou definitiva da capacidade de realizar movimentos devido à ausência de força muscular de ambos os membros inferiores. A causa mais freqüente é a lesão medular por traumatismos.
23 Membrana Basal: MATRIZ EXTRACELULAR (MEC), semelhante a um tapete (mat-like), de coloração escura, que separa camadas celulares (como EPITÉLIO) do ENDOTÉLIO ou de uma camada de TECIDO CONJUNTIVO. A camada de MEC (que sustenta o revestimento do EPITÉLIO ou do ENDOTÉLIO) é denominada lâmina basal (MB). Esta pode ser formada pela fusão de outras duas lâminas basais adjacentes ou por uma lâmina basal com uma lâmina reticular adjacente do tecido conjuntivo. A MB, composta principalmente por COLÁGENO TIPO IV, LAMININA (glicoproteína) e PROTEOGLICANAS, permite a formação de barreiras e canais entre camadas celulares interativas.
24 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
25 Sobrevivência: 1. Ato ou efeito de sobreviver, de continuar a viver ou a existir. 2. Característica, condição ou virtude daquele ou daquilo que subsiste a um outro. Condição ou qualidade de quem ainda vive após a morte de outra pessoa. 3. Sequência ininterrupta de algo; o que subsiste de (alguma coisa remota no tempo); continuidade, persistência, duração.
26 Fisiológico: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
27 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
28 Células Nervosas: Unidades celulares básicas do tecido nervoso. Cada neurônio é formado por corpo, axônio e dendritos. Sua função é receber, conduzir e transmitir impulsos no SISTEMA NERVOSO.
29 Axônios: Prolongamento único de uma célula nervosa. Os axônios atuam como condutores dos impulsos nervosos e só possuem ramificações na extremidade. Em toda sua extensão, o axônio é envolvido por um tipo celular denominado célula de Schwann.
30 Neurônios: Unidades celulares básicas do tecido nervoso. Cada neurônio é formado por corpo, axônio e dendritos. Sua função é receber, conduzir e transmitir impulsos no SISTEMA NERVOSO. Sinônimos: Células Nervosas
31 Células gliais:
32 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
33 Células-tronco: São células primárias encontradas em todos os organismos multicelulares que retêm a habilidade de se renovar por meio da divisão celular mitótica e podem se diferenciar em uma vasta gama de tipos de células especializadas.
34 Fisioterapia: Especialidade paramédica que emprega agentes físicos (água doce ou salgada, sol, calor, eletricidade, etc.), massagens e exercícios no tratamento de doenças.
35 Ensaios clínicos: Há três fases diferentes em um ensaio clínico. A Fase 1 é o primeiro teste de um tratamento em seres humanos para determinar se ele é seguro. A Fase 2 concentra-se em saber se um tratamento é eficaz. E a Fase 3 é o teste final antes da aprovação para determinar se o tratamento tem vantagens sobre os tratamentos padrões disponíveis.
36 Esfincteriano: Relativo ou pertencente ao esfíncter; esfinctérico. Esfíncter é uma estrutura muscular que contorna um orifício ou canal natural, permitindo sua abertura ou fechamento, podendo ser constituído de fibras musculares lisas e/ou estriadas.
37 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
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